Centro de Psicologia Aplicada do Exército

CPAE

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
Despacho s/n.º/CEME/19 de 30 de abril
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 05/2019 (1ª série) – pp. 73-76

 

ARMAS:
ESCUDO de azul, duas espadas antigas com lâminas de prata, guarnecidas, empunhadas e maçanetadas de ouro, passadas em aspa, acompanhadas em chefe e em ponta da letra grega “psi” de ouro
e em cada um dos flancos uma lucerna flamejante apontada ao centro e também de ouro
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de azul e de ouro;
TIMBRE: um leão rampante de ouro, segurando nas garras dianteiras um “psi” igualmente de ouro.
CONDECORAÇÃO: pendente do escudo a Medalha de Ouro de Serviços Distintos;
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir “VNVSQVISQVE IN OFFICIVM SVVM”.

SIMBOLOGIA:
As ESPADAS simbolizam força armada e, portanto, o carácter militar do centro.
As LETRAS “PSI” simbolizam o carácter da atividade do centro de estudos, a psicotécnica.
As LUCERNAS simbolizam as atividades didáticas e de estudos do centro.
O LEÃO do timbre alude ao Exército Português.
A DIVISA exprime, em estilo lapidar, a atividade do centro.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO: nobreza e pureza
A PRATA: riqueza e eloquência
O VERMELHO: significa energia criadora e vida
O AZUL: significa zelo e lealdade e é a cor tradicionalmente representativa das Faculdade de Letras onde se leciona Psicologia.

CENTRO DE ESTUDOS PSICOTÉCNICOS DO EXÉRCITO
BRASÃO DE ARMAS SEM CONDECORAÇÃO:

CPAE

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
Aprovação e Publicação: das Armas: “Portaria”, 1972, Fevereiro, 3 in OE, 1972, 1.ª série, n.º 2, pp. 60-61.

 

EM ACTUALIZAÇÃO

 

​MISSÃO

Aprovado por Despacho de 10 de Dezembro de 2009 GEN CEME (Quadro Orgânico nº 31.2.01 DEC09

O Centro de Psicologia Aplicada do Exército (CPAE) estuda, aplica e supervisiona as actividades do Exército nas áreas da Psicologia e Sociologia, e apronta o Módulo de Operações Psicológicas. (em vigor desde 10DEC09)

RESENHA HISTÓRICA:

O CPAE é possuidor de um património único na área da Psicometria. Tendo
sido uma das instituições pioneiras nesta área em Portugal, arrecadou ao longo de
anos um espólio que é o reflexo direto e indissociável da história da Psicologia no nosso País. Este equipamento está exposto nas instalações do CPAE, encontrando-se em perfeito estado de conservação.
Desse material constam Testes de Papel e Lápis e Aparelhos de Laboratório destinados às Provas Sensoriais e Psicomotoras que ao longo do tempo foram sendo substituídos por aparelhos mais sofisticados.

Ordem do Exército que ordena a criação do Centro de Estudos Psicotécnicos do Exército

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ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO: 18/02/2019

 

 

Comemoração dos 100 anos Armistício da Primeira Guerra Mundial

MAIS RECENTE

YouTube_logo_(2013-2015)
Video Youtube Publicado por:
Fernando Liberato – Publicado a 05/11/2018

 

Foi um dos maiores desfiles de que há memória em Portugal para assinalar o centenário do armistício que pôs fim à Primeira-Guerra Mundial. Decorreu esta manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa

Lisboa viveu hoje uma das maiores paradas militares de que há memória para assinalar os 100 anos da assinatura do armistício que, em 1918, pôs fim à Primeira Guerra Mundial. O acontecimento, com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa como chefe supremo das Forças Armadas, contou com a presença das principais figuras do Estado e das Forças Armadas e decorreu durante a manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa.

Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Eduardo Ferro Rodrigues prestaram homenagem os soldados portugueses que perderam a vida no conflito colocando uma coroa de flores no Monumento de Homenagem aos Mortos da Primeira Grande Guerra.

INFOGRAFIA: COMEMORAÇÕES DO ARMISTÍCIO | Exército Português

ArmisticioInfografia

FOTOGRAFIAS:
Miguel A. Lopes
Retiradas de: Expresso – 04.11.2018 às 13h48

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Unidade de Apoio Geral de Material do Exército

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ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
 Despacho do CEME s/n.º de 19 de Janeiro de 2017

Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 05/2017 (1ª série) – pp. 112-114

ARMAS:
ESCUDO: de prata, uma aspa de vermelho carregada de quatro correntes reunidas ao centro por uma roda dentada, um cadeado em abismo tudo de ouro;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de prata e de vermelho;
TIMBRE um flamingo de prata:
DIVISA:num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”.

SIMBOLOGIA:
A PRATA do campo lembra a cor predominante das instalações da Unidade de Apoio Geral
de Material do Exército, bem como o Rio Tejo, que lhe serve de moldura.
A ASPA alude a Luís António de Melo, Duque de Cadaval, que, por Decreto Real de
D. Pedro II, em 1699, mandou comprar a quinta de Beirolas, para nela se edificarem os Armazéns da Pólvora, é também reminiscência das Armas do extinto Depósito Geral de Material do Exército unidade antecessora da atual Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, neste local.
As quatro CORRENTES reunidas ao centro por uma RODA DENTADA representam a
cadeia logística e as suas variadas facetas e funções.
O CADEADO alude à função de guarda, armazenamento e segurança física das instalações e materiais à sua responsabilidade.
O FLAMINGO, espécie ornitológica local, muito resistente e habituada a viver com
escassos recursos, define o estoicismo e a perseverança daqueles a quem cabe a nobre missão de obter vantagem competitiva no âmbito do apoio geral e de base do material do Exército.
A divisa “A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”, Lus. IX – 18, é uma exortação ao permanente labor que se traduz numa resposta atempada às múltiplas solicitações dirigidas a esta Unidade de apoio logístico.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO, constância e sabedoria;
A PRATA, riqueza e verdade;
O VERMELHO, firmeza e segurança.

 

UNIDADE DE APOIO GERAL DE MATERIAL DO EXÉRCITO:

UAGME

 

SÍNTESE:

A restruturação dos Estabelecimentos fabris Militares do Exército, e a consequente extinção, por fusão, das Oficinas Gerais de Material de Engenharia, originaram a integração das suas atribuições e competências no Exército através do Comando da Logística.
Resultante destas alterações e do desenvolvimento de uma política de reestruturação e
concentração de Órgãos, visando uma melhoria na racionalização dos recursos humanos e materiais existentes, a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército ficou herdeira das tradições do antigo Depósito Geral de Material do Exército, do qual continua a desenvolver a mesma missão, acrescida da função logística Manutenção, atribuída às Oficinas Gerais de Material de Engenharia e ao Centro Militar de Eletrónica, entretanto extintos. A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, dependendo hierárquica e tecnicamente da Direção de Material e Transportes e funcionalmente do Comando da Logística, encontra-se instalada nos terrenos do antigo Depósito Geral de Material de Exército, em Benavente, que, em 08 de novembro de 2002, tinha absorvido os seguintes Depósitos do Exército:

 Depósito Geral de Material de Guerra;
 Depósito Geral de Material de Engenharia;
 Depósito Geral de Material de Transmissões;
 Depósito Geral de Material de Intendência;
 Depósito Geral de Material de Sanitário

HERANÇA:
(Tradições Militares e Património Histórico)
A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército É Herdeira das Tradições Militares e do Património Histórico das seguintes Unidades:

CENTRO MILITAR DE ELECTRÓNICA (CME)
Por despacho de S. Exa. o General CEME, de 22 de Janeiro de 2017, exarado na Informação n.º 01/HM/17, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico do extinto Centro Militar Eletrónica (CME).
In: (Ordem do Exército nº 02/2017 – 1ª série pp. 59)

OFICINAS GERAIS DE MATERIAL DE ENGENHARIA (OGME)
Por despacho de S. Ex.ª o General CEME, de 29 de Setembro de 2016, exarado na Informação n.º 26/HM/16, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico das extintas Oficinas Gerais de Material de Engenharia (OGME)
In: (Ordem do Exército nº 11/2016 – 1ª série pp. 243)

CRÉDITOS:
Fotografia do Cabeçalho: JOÃO RELVAS / LUSA
Fotografia da Porta de Armas da UAGME – António Mendes

 

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ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO: 16/02/2019

Unidade Militar de Medicina Veterinária

UMMV

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
Despacho s/n.º de 02 de Junho de 2017
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 08/2017 (1ª série) – pp. 173-176

NOTA: Por despacho do Chefe de Estado-Maior do Exército de 02 de Junho de 2017, General Frederico José Rovisco Duarte é instituída a Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) como herdeira das tradições militares e do património histórico da extinta Escola Veterinária Militar (EPSVM). (In: Ordem do Exército nº 07/2017 – 1ª Série pp. 162)

Aprovação e Publicação: das Armas:
(Originais)
HOSPITAL MILITAR VETERINÁRIO – 
“Portaria”, 1970, de 28 de Agosto, Publicado em Ordem do Exército (1.ª série), n.º 9, pp. 332-333.

ARMAS:
ESCUDO: de ouro, três caldeiras de vermelho, e em abismo um cavalo passante, também de vermelho;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL: de ouro e de vermelho;
TIMBRE: um caduceu de medicina veterinária, com seu feixe de varas e seu espelho de
prudência, e nele enrolada uma serpente de Epidauro, mirando-se no espelho, tudo de ouro;
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas,
de estilo elzevir
“PRÓ VETERINÁRIA CASTRENSE”.

SIMBOLOGIA:
As CALDEIRAS: simbolizam a inspeção dos alimentos destinados ao Exército, missão
principal do Serviço de Medicina Veterinária.
O CAVALO simboliza os animais tratados normalmente pelo Serviço, e que são, segundo
ordem decrescente de importância quantitativa, o cavalo, o cão, o boi e o pombo.
O FEIXE DE VARAS simboliza a união que deve existir entre os médicos veterinários.
ESPELHO mostra ao clínico que se deve poder rever, sem remorso, no espelho da sua
consciência.
A SERPENTE simboliza a astúcia, a sagacidade e a subtileza que devem presidir ao juízo
clínico

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO: metal nobre por excelência, significa nobreza e pureza;
O VERMELHO: força e vida

 

UNIDADE MILITAR DE MEDICINA VETERINÁRIA

Comando do Exército – Gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército
Por despacho s/n.º de SExa. o General CEME, de 02 de Junho de 2017, é instituída a Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) como herdeira das tradições militares e do património histórico da extinta Escola Veterinária Militar (EPSVM).

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
14 de Dezembro de 2017

UMMV

CRÉDITOS:

Fotografia de Cabeçalho:  Delegação da Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) constituída pela sua Diretora e o Chefe da Equipa de Segurança Alimentar e Vigilância Epidemiológica realizaram uma visita à Alemanha, mais concretamente ao Public Health Commande Europe (PHCE) sediado em Landsthul, Kaiserslautern e participaram no 63rd International Veterinary Medicam Simposium que decorreu no Lodge Hotel, em Garmisch. 12 e 19 de maio 2017 (Exército Português)

 

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