Escola das Armas

ACTUALIZADO
24 MAIO 2019

ESCOLA DAS ARMAS

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Publicação das Armas:
 Despacho s/n.º do GEN. CEME de 23 de Setembro de 2013
In Ordem do Exército nº 11/2013 – pp. 824 a 828

ARMAS:
ESCUDO: de vermelho uma lucerna de prata acesa de vermelho perfilada do segundo, um chefe de prata carregado de cinco escudetes de vermelho;
ELMO: Militar de prata forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA: de vermelho perfilada de ouro.
PAQUIFE E VIROL: de vermelho e prata.
TIMBRE: um leão rampante de prata, sustendo à sinistra um livro antigo aberto de prata com correias fiveladas de ouro, sobre o mesmo na vertical a espada com lâmina antiga de prata, guarnecida, empunhada e macenetada de ouro, sustida pela mão dextra;
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
«SE MOSTRARÃO NAS ARMAS SINGULARES»

SIMBOLOGIA:
O VERMELHO do campo simboliza a vitória na luta contra as adversidades e persecução dos objetivos a atingir
A LUCERNA símbolo da luz do espírito e da força da sabedoria;
O CHEFE de prata simboliza a aglutinação das diversas áreas que estão na origem da Escola das Armas;
Os ESCUDETES de vermelho simbolizam as cinco unidades que estão na origem da formação da Escola das Armas
O LEÂO, símbolo de coragem e força empunhando a ESPADA do Exército e o LIVRO ANTIGO simbolizam também a verticalidade, o aprumo, a tradição e a formação
A DIVISA «SE MOSTRARÃO NAS ARMAS SINGULARES» (Divisa inspirada nos Lusíadas, Canto III est. 24 “Se mostraram nas armas singulares”)

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O VERMELHO a bravura e a força
A PRATA a humildade e riqueza;
O OURO a sabedoria e o rigor

ESCOLA DAS ARMAS:

EA
Fotografia: Armas Combinadas Revista Militar da Escola das Armas Edição nº 2 – 2015

SÍNTESE:

Por Despacho de 30 de maio de 2013, de S.Exa o Gen CEME, foi criada a Comissão Instaladora da Escola das Armas com a missão de planear e propor a adopção das medidas e a prática dos actos que se mostrem necessários à implementação e entrada em funcionamento, em 1 de Outubro de 2013, da Escola das Armas (EA), incluindo os relativos a recursos humanos e materiais, nos termos da Diretiva nº55/CEME/13, de 24 de Maio.

Por Despacho de S.Exa o Ministro da Defesa Nacional, de 03 de Julho de 2013, foi aprovada a criação da EA, na vila de Mafra com efeitos a partir de 1 de Outubro de 2013 e a desactivação das Seguintes Unidades:

  • Escolas Prática de Infantaria (EPI),
  • Escolas Prática de Artilharia (EPA)
  • Escolas Prática de Cavalaria (EPC)
  • Escolas Prática de Engenharia (EPE)
  • Escolas Prática de Transmissões (EPT)
  • Centro Militar de Educação Física e Desportos (CMEFD)

CONVENTO DE MAFRA

 

EA
Términus do Tirocínio Para Oficial de Engenharia 2014/15

ESCOLA DAS ARMAS

ESCOLA DAS ARMASA Escola das Armas concebe e ministra cursos de formação inicial, progressão na carreira e formação contínua; participa, de acordo com as orientações superiores, na elaboração de doutrina, estudos técnicos e em projetos de investigação e desenvolvimento.

Na manhã de 7 de Outubro 2013, teve lugar, na Vila de Mafra, a activação da Escola das Armas que foi presidida pelo General Artur Neves Pina Monteiro, Chefe de Estado-Maior do Exército. A cerimónia decorreu na Parada Coronel Magalhães Osório onde, no fim, as tropas em parada, sob o Comando do Coronel Tirocinado de Artilharia Morgado Batista, 2º Comandante da Escola das Armas, desfilaram perante a tribuna de honra.

 DIA FESTIVO DA ESCOLA DAS ARMAS A 17 DE JUNHO 2013

O Chefe de Estado-Maior do Exército usou da palavra tendo salientado a certa altura: «O modelo agora edificado de uma Escola única contempla uma organização em rede, centrada na Escola das Armas, onde residirá o conhecimento e onde decorrerá uma formação essencialmente técnica, articulada com uma formação complementar de natureza tática, a ser ministrada em Polos de Formação, situados em unidades operacionais selecionadas à custa dos 01recursos humanos e materiais que as integram. A decisão de localizar em Mafra a Escola das Armas foi a escolha que minimizou os investimentos necessários à sua criação, designadamente por não obrigar à construção de novas infraestruturas de vulto e maximizar recursos através da rentabilização das instalações aqui existentes. Acresce que, a proximidade a Lisboa e às Caldas da Rainha, são uma grande vantagem, porquanto coloca a Escola das Armas a curta distância da Academia Militar e da Escola de Sargentos, dois dos seus principais «clientes alvo».Não menos relevante, no plano social, esta localização geográfica foi também vantajosa para o Exército, pois, é no eixo LISBOA – MAFRA – CALDAS que reside um elevado número de militares, o que associado com as excelentes vias de comunicação existentes, facilmente, e com reduzidos custos financeiros e sociais permitiu colocar, na agora criada Escola das Armas, os recursos humanos necessários ao seu funcionamento. Igualmente a ligação secular da instituição militar com Mafra e com a sua população estou certo que poderá sair ainda mais reforçada face à natureza e dimensão da Escola das Armas e a cooperação com a Câmara Municipal de Mafra e seu concelho poderá, por isso, vir a conhecer uma dinâmica acrescida em vários domínios. Nesta cerimónia irei entregar ao Comandante da Escola das Armas, Coronel Tirocinado de Infantaria Domingos Luís Dias Pascoal, o Estandarte Nacional que ficará à guarda desta unidade, Símbolo Nacional, que em si encerra todo o historial de atos de bravura e coragem, civismo, espírito de corpo e sentido do dever praticados por gerações e gerações de portugueses. Com o mesmo carácter simbólico o Tenente-General Frederico José Rovisco Duarte, Comandante da Instrução e Doutrina entregará o Guião da Escola das Armas, que dará corpo ao seu orgulho institucional ao sentido de pertença e ao sentimento coletivo de missão de todos os que aqui servirão. Este ritual simbólico próprio, que nos caracteriza, ficará marcado para o futuro, no dia 17 de junho que será o DIA FESTIVO DA ESCOLA DAS ARMAS. Montes Claros foi a última oportunidade que, no século XVII, o nosso adversário histórico de então teve para retomar Portugal. Empregou nela o seu melhor e mais experiente comandante as melhores tropas de infantaria e a quase invicta cavalaria, mas Portugal tinha a força da vontade e lutava unido pela sua independência. Portugal tinha forças em menor número, mas muito bem treinadas e altamente motivadas. Tinha, também, comandantes experientes e audazes e, acima de tudo, engenho e arte para criar soluções inovadoras e sabia como tirar partido do conjunto das várias Armas do Exército. Essa foi a vantagem e a maior razão da brilhante vitória. Foi um grande momento que merece ser recordado como Escola da melhor e mais eficaz coordenação entre as Armas do Exército. A esta vitória ficará assim associada a Escola das Armas pelo seu Dia Festivo a 17 de junho». E, a terminar a sua alocução, acrescentou: «Tenho consciência que toda esta reformulação do Sistema de Formação do Exército é muito exigente. Não é tempo de desistir do futuro que depende de nós, por isso, de forma convicta e segura, expresso a minha confiança nos oficiais, sargentos, praças e funcionários civis da Escola das Armas, com a certeza de poder contar com a vossa absoluta determinação, motivação, elevada competência e disciplina que vos caracterizam e que nos é intrínseca, na otimização da Formação no Exército, fazendo jus ao novo lema da Escola das Armas «Se Mostrarão nas Armas Singulares» inspirado na alma e obra de Camões para que saibamos continuar a prestigiar o Exército honrando e servindo Portugal».

RECONHECIMENTO PÚBLICO AOS ESTANDARTES NACIONAIS DAS ESCOLAS PRÁTICAS E DO CENTRO MILITAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS
Deu entrada, na Parada do Quartel, o Bloco de Estandartes Nacionais das Escolas Práticas e do Centro Militar de Mafra acompanhado por uma escolta constituída por alunos dos Tirocínios para Oficial e dos Cursos de Formação de Sargentos do ano letivo 2013/2014.

O Presidente da República concedeu às Escolas Práticas das Armas a Medalha de Serviços Distintos, por isso, cumprindo a decisão presidencial foram condecorados, com a medalha de serviços distintos grau ouro, os Estandartes Nacionais da Escola Prática de Infantaria, Escola Prática de Artilharia, Escola Prática de Engenharia, Escola Prática de Cavalaria e Escola Prática de Transmissões.

Com o Colar de Honra de Mérito Desportivo foi condecorado o Centro Militar de Educação Física e Desportos por despacho do Secretário de Estado do Desporto e Juven

 DESFILE DAS FORÇAS EM PARADA


Os militares desfilaram, ao som da Banda do Exército, perante a Tribuna de Honra onde se encontravam o Vereador José Parente, em representação do Presidente da Edilidade Mafrense; Hélder Sousa Silva, Presidente eleito da Câmara Municipal de Mafra; Pároco de Mafra, Diretora da Tapada, Diretor do Palácio Nacional de Mafra, Presidente da Junta da Freguesia de Mafra, Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenentes-Generais da Estrutura de Comando do Exército, Tenentes-Generais Diretores Honorários das Armas de Infantaria, Artilharia, Cavalaria, Engenharia e Transmissões; Comandantes e Adjuntos do Comando das cinco Escolas Práticas e do Centro Militar de Mafra, bem como outros convidados civis e militares

Escola-das-armas

ALMOÇO-CONVÍVIO
Na Sala Elíptica o General Chefe do Estado- Maior do Exército assinou o Livro de Honra da nova Escola das Armas.
Seguiu-se o almoço, no Refeitório dos Frades, onde não faltou o corte do bolo e o brinde de vinho do Porto, mas sem o tradicional grito cuja letra será oportunamente criada.

Texto: Rogério Batalha – EriceiraOnline

* * * 

ESCOLA DAS ARMAS: 2º ANIVERSÁRIO
(Fotografias © 2015 – Jornal de Mafra)
para uma melhor visualização, clique nas fotos e aceda à galeria

Na presença do Vice Chefe de Estado Maior do Exército e das autoridades Militares e Civis que habitualmente marcam presença neste tipo de cerimónias, tiveram lugar a 17 de Junho de 2015 no terreiro D. João V as cerimónias comemorativas do 2º aniversário da Escola das Armas (EA)

 

 

 

HERANÇA E PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
Herdeira das escolas Práticas de Infantaria, de Artilharia, de Cavalaria, de Engenharia, de Transmissões e do Centro Militar de Educação Física e Desportos, foi criada, na vila de Mafra, a 01 de outubro de 2013 a Escola das Armas.

Fotografias: Escola das Armas | Exército Potuguês

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ARMAS COMBINADAS
Revista Militar da Escola das Armas

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FOTOGALERIA: Para uma melhor visualização clique numa das fotos

ESCOLA DAS ARMAS 2.JPG

 

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Comemoração dos 100 anos Armistício da Primeira Guerra Mundial

MAIS RECENTE

YouTube_logo_(2013-2015)
Video Youtube Publicado por:
Fernando Liberato – Publicado a 05/11/2018

 

Foi um dos maiores desfiles de que há memória em Portugal para assinalar o centenário do armistício que pôs fim à Primeira-Guerra Mundial. Decorreu esta manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa

Lisboa viveu hoje uma das maiores paradas militares de que há memória para assinalar os 100 anos da assinatura do armistício que, em 1918, pôs fim à Primeira Guerra Mundial. O acontecimento, com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa como chefe supremo das Forças Armadas, contou com a presença das principais figuras do Estado e das Forças Armadas e decorreu durante a manhã na Avenida da Liberdade em Lisboa.

Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Eduardo Ferro Rodrigues prestaram homenagem os soldados portugueses que perderam a vida no conflito colocando uma coroa de flores no Monumento de Homenagem aos Mortos da Primeira Grande Guerra.

INFOGRAFIA: COMEMORAÇÕES DO ARMISTÍCIO | Exército Português

ArmisticioInfografia

FOTOGRAFIAS:
Miguel A. Lopes
Retiradas de: Expresso – 04.11.2018 às 13h48

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Unidade de Apoio Geral de Material do Exército

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
16 Fevereiro 2018

 

UAPGME.png

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
 Despacho do CEME s/n.º de 19 de Janeiro de 2017

Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 05/2017 (1ª série) – pp. 112-114

ARMAS:
ESCUDO: de prata, uma aspa de vermelho carregada de quatro correntes reunidas ao centro por uma roda dentada, um cadeado em abismo tudo de ouro;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de prata e de vermelho;
TIMBRE um flamingo de prata:
DIVISA:num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”.

SIMBOLOGIA:
A PRATA do campo lembra a cor predominante das instalações da Unidade de Apoio Geral
de Material do Exército, bem como o Rio Tejo, que lhe serve de moldura.
A ASPA alude a Luís António de Melo, Duque de Cadaval, que, por Decreto Real de
D. Pedro II, em 1699, mandou comprar a quinta de Beirolas, para nela se edificarem os Armazéns da Pólvora, é também reminiscência das Armas do extinto Depósito Geral de Material do Exército unidade antecessora da atual Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, neste local.
As quatro CORRENTES reunidas ao centro por uma RODA DENTADA representam a
cadeia logística e as suas variadas facetas e funções.
O CADEADO alude à função de guarda, armazenamento e segurança física das instalações e materiais à sua responsabilidade.
O FLAMINGO, espécie ornitológica local, muito resistente e habituada a viver com
escassos recursos, define o estoicismo e a perseverança daqueles a quem cabe a nobre missão de obter vantagem competitiva no âmbito do apoio geral e de base do material do Exército.
A divisa “A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”, Lus. IX – 18, é uma exortação ao permanente labor que se traduz numa resposta atempada às múltiplas solicitações dirigidas a esta Unidade de apoio logístico.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO, constância e sabedoria;
A PRATA, riqueza e verdade;
O VERMELHO, firmeza e segurança.

 

UNIDADE DE APOIO GERAL DE MATERIAL DO EXÉRCITO:

UAGME

 

SÍNTESE:

A restruturação dos Estabelecimentos fabris Militares do Exército, e a consequente extinção, por fusão, das Oficinas Gerais de Material de Engenharia, originaram a integração das suas atribuições e competências no Exército através do Comando da Logística.
Resultante destas alterações e do desenvolvimento de uma política de reestruturação e
concentração de Órgãos, visando uma melhoria na racionalização dos recursos humanos e materiais existentes, a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército ficou herdeira das tradições do antigo Depósito Geral de Material do Exército, do qual continua a desenvolver a mesma missão, acrescida da função logística Manutenção, atribuída às Oficinas Gerais de Material de Engenharia e ao Centro Militar de Eletrónica, entretanto extintos. A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, dependendo hierárquica e tecnicamente da Direção de Material e Transportes e funcionalmente do Comando da Logística, encontra-se instalada nos terrenos do antigo Depósito Geral de Material de Exército, em Benavente, que, em 08 de novembro de 2002, tinha absorvido os seguintes Depósitos do Exército:

 Depósito Geral de Material de Guerra;
 Depósito Geral de Material de Engenharia;
 Depósito Geral de Material de Transmissões;
 Depósito Geral de Material de Intendência;
 Depósito Geral de Material de Sanitário

HERANÇA:
(Tradições Militares e Património Histórico)
A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército É Herdeira das Tradições Militares e do Património Histórico das seguintes Unidades:

CENTRO MILITAR DE ELECTRÓNICA (CME)
Por despacho de S. Exa. o General CEME, de 22 de Janeiro de 2017, exarado na Informação n.º 01/HM/17, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico do extinto Centro Militar Eletrónica (CME).
In: (Ordem do Exército nº 02/2017 – 1ª série pp. 59)

OFICINAS GERAIS DE MATERIAL DE ENGENHARIA (OGME)
Por despacho de S. Ex.ª o General CEME, de 29 de Setembro de 2016, exarado na Informação n.º 26/HM/16, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico das extintas Oficinas Gerais de Material de Engenharia (OGME)
In: (Ordem do Exército nº 11/2016 – 1ª série pp. 243)

CRÉDITOS:
Fotografia do Cabeçalho: JOÃO RELVAS / LUSA
Fotografia da Porta de Armas da UAGME – António Mendes

 

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Unidade Militar de Medicina Veterinária

UMMV

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
Despacho s/n.º de 02 de Junho de 2017
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 08/2017 (1ª série) – pp. 173-176

NOTA: Por despacho do Chefe de Estado-Maior do Exército de 02 de Junho de 2017, General Frederico José Rovisco Duarte é instituída a Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) como herdeira das tradições militares e do património histórico da extinta Escola Veterinária Militar (EPSVM). (In: Ordem do Exército nº 07/2017 – 1ª Série pp. 162)

Aprovação e Publicação: das Armas:
(Originais)
HOSPITAL MILITAR VETERINÁRIO – 
“Portaria”, 1970, de 28 de Agosto, Publicado em Ordem do Exército (1.ª série), n.º 9, pp. 332-333.

ARMAS:
ESCUDO: de ouro, três caldeiras de vermelho, e em abismo um cavalo passante, também de vermelho;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL: de ouro e de vermelho;
TIMBRE: um caduceu de medicina veterinária, com seu feixe de varas e seu espelho de
prudência, e nele enrolada uma serpente de Epidauro, mirando-se no espelho, tudo de ouro;
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas,
de estilo elzevir
“PRÓ VETERINÁRIA CASTRENSE”.

SIMBOLOGIA:
As CALDEIRAS: simbolizam a inspeção dos alimentos destinados ao Exército, missão
principal do Serviço de Medicina Veterinária.
O CAVALO simboliza os animais tratados normalmente pelo Serviço, e que são, segundo
ordem decrescente de importância quantitativa, o cavalo, o cão, o boi e o pombo.
O FEIXE DE VARAS simboliza a união que deve existir entre os médicos veterinários.
ESPELHO mostra ao clínico que se deve poder rever, sem remorso, no espelho da sua
consciência.
A SERPENTE simboliza a astúcia, a sagacidade e a subtileza que devem presidir ao juízo
clínico

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO: metal nobre por excelência, significa nobreza e pureza;
O VERMELHO: força e vida

 

UNIDADE MILITAR DE MEDICINA VETERINÁRIA

Comando do Exército – Gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército
Por despacho s/n.º de SExa. o General CEME, de 02 de Junho de 2017, é instituída a Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) como herdeira das tradições militares e do património histórico da extinta Escola Veterinária Militar (EPSVM).

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
14 de Dezembro de 2017

UMMV

CRÉDITOS:

Fotografia de Cabeçalho:  Delegação da Unidade Militar de Medicina Veterinária (UMMV) constituída pela sua Diretora e o Chefe da Equipa de Segurança Alimentar e Vigilância Epidemiológica realizaram uma visita à Alemanha, mais concretamente ao Public Health Commande Europe (PHCE) sediado em Landsthul, Kaiserslautern e participaram no 63rd International Veterinary Medicam Simposium que decorreu no Lodge Hotel, em Garmisch. 12 e 19 de maio 2017 (Exército Português)

 

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Regimento de Artilharia Anti Aérea nº 1

regimentodeartilhariaantiarean1

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: (XXX)
Publicação das Armas:
 (XXX)
Alterações: No Campo do Escudo, das Armas do Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1. foi incluída uma Lucerna de Prata (em chefe) que era inexistente no Escudo Original (1988) A Alteração foi justificada por uma profunda modificação na missão da Unidade que passou a ter competências de Escola Prática. Esta alteração consistiu simplesmente na indicação de que se tratava de um Estabelecimento de Ensino Militar. Esta alteração deve-se a Pedroso da Silva que a define como um acrescentamento honroso uma vez que a unidade ganhou competências nas áreas da instrução e produção de doutrina.

ARMAS:
ESCUDO de azul, uma ponta ondada de prata posta em banda, acompanhada em chefe de uma lucerna do mesmo
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
CORREIA de vermelho perfilada de ouro
PAQUIFE E VIROL de azul e de prata
TIMBRE: um morcego de negro, animado e armado de vermelho
CONDECORAÇÃO: circundando o escudo o colar de oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito
DIVISA: num listeI de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“O CÉU E TERRA ESPANTA”

SIMBOLOGIA:
O AZUL do campo representa o céu, cuja utilização a artilharia antiaérea tem por missão interdizer aos engenhos aéreos inimigos
A PONTA: simboliza o míssil terra-ar e o rasto traçando a sua trajetória ao encontro do alvo que penetrou no seu campo de ação
A LUCERNA: com a sua chama hierática, recorda o estudo e sublinha duas componentes essenciais da missão do Regimento de Artilharia Antiaérea nº 1: produzir doutrina no âmbito da artilharia antiaérea e ministrar cursos no mesmo âmbito
O MORCEGO: cujo sistema de emissão-recepção de ultrassons inspirou o desenvolvimento tecnológico do radar electrónico, simboliza o equipamento de reconhecimento e orientação que baseiam a vigilância do espaço aéreo e o encaminhamento dos mísseis na interceção do inimigo atacante
A DIVISA: “O CÉU E TERRA ESPANTA” (Lusíadas V – 94), exprime a terrível eficácia do sistema de armas que afugenta do céu o inimigo e causa a admiração das próprias forças que protege.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: a limpeza do céu à guarda do Regimento;
O VERMELHO: a valentia da actuação do artilheiro antiaéreo;
O AZUL: o zelo permanente garantindo a eficácia;
O NEGRO: a firmeza no momento de agir.

ARMAS DO REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1
(Sem a LUCERNA  e a CONDECORAÇÃO)

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: “Portaria”, 1986, Abril, 1
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 07/1986 (1ª série) – pp. 165-167

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SÍNTESE: 

O Regimento de Artilharia AntiAérea nº 1 – (RAAA1), foi criado em 1988 pelo Decreto-Lei n.º 256/88, de 22 de Julho de 1988.
Desde 1 de Janeiro de 1986, foi constituído um destacamento, na dependência do Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea de Cascais (CIAAC) até que fosse possível concretizar o levantamento (criação) do Regimento de Artilharia Antiaérea N.º 1 por Despacho de S. Exa. o General Chefe de Estado-Maior do Exército, de 18 de Dezembro de 1985.
Em 1993 o CIAAC constitui-se uma Sub-Unidade (destacamento) do RAAA1

raa1

REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1 

TRADIÇÕES E PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
É herdeiro das tradições militares das seguintes Unidades:

Regimento de Artilharia Anti-Aérea Fixa (RAAF 1)
1974 em Queluz, que tem origem na Defesa Anti-Aérea de Lisboa (DAAL) criada em 1943 em Lisboa e extinta em 1974 em Queluz.
– Regimento de Artilharia de Costa (RAC)
 Desactivado em 1998
– Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e de Costa
(CIAAC)
Criado em 1959 e extinto em 1993. (Em 1993 o CIAAC constitui-se uma Sub-Unidade (destacamento) do RAAA1, este Centro é definitivamente extinto a 25 de Maio de 2004

Das Unidades antecessoras com ligação a este Regimento, destacam-se:

A DAAL, que ao longo da 2.ª Guerra Mundial (1939/1945) assegurou a defesa anti-aérea de Lisboa

O RAAF, que desde 1954 até 1960, Mobilizou para o Estado da Índia:
– 2 Pelotões de Metralhadoras Pesadas Anti-Aéreas

ultramar

Durante a Guerra do Ultramar (1961-1974) mobilizou para:

ANGOLA:
– 3 Companhias de Artilharia
– 4 Destacamentos de Manutenção de Material Electrónico
– 4 Batarias de Artilharia Anti-Aérea
– 28 Pelotões de Artilharia Anti-Aérea
– 2 Secções de Radares
– 5 Secções de Projectores
– 4 Comandos de Agrupamento

GUINÉ:
– 7 Batarias de Artilharia Anti-Aérea
– 10 Pelotões de Artilharia Anti-Aérea
– 1 Comando de Agrupamento

MOÇAMBIQUE:
– 11  Pelotões de Artilharia Anti-Aérea

AQUARTELAMENTO:

O RAAA1 está aquartelado no Palacete da Arcada (Queluz) que desde 1821 esteve  praticamente abandonado, até D. Manuel II decretar em 1908, que o Palácio Nacional de Queluz, assim como as suas dependências fossem incorporadas na Fazenda Nacional.
O Palácio Nacional de Queluz destaca-se não apenas pelo seu valor arquitetónico e patrimonial, mas também e ainda pela beleza dos seus jardins.
A 6 de Junho de 1910 foi classificado como monumento nacional e desde 1940 que o Palácio de Queluz tem sido utilizado como residência oficial de altos dignitários e Chefes de Estado estrangeiros em visita a Portugal.

RAAA1
O Palacete da Arcada no início do século XX.

ARTIGO EM CONSTRUÇÃO

Última Actualização:
4 de Janeiro de 2017

 

FONTES: (Bibliografia, Imagens e Emblemas)

  • A ARTILHARIA ANTIAÉREA EM PORTUGAL – (Fronteira do Caos Editores)
    Novembro de 2016- ISBN 978-989-8647-73-3
  • ARMORIAL DO EXÉRCITO PORTUGUÊS (Vol. 1) – 1996
  • CARLOS COUTINHO (Arquivo Pessoal)
  • NUNO CHAVES (Colecção e Arquivo Pessoal)
  • PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ
  • REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1
  • PÁGINA OFICIAL DO EXÉRCITO

 

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