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Regimento de Artilharia Anti Aérea nº 1

regimentodeartilhariaantiarean1

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: (XXX)
Publicação das Armas:
 (XXX)
Alterações: No Campo do Escudo, das Armas do Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1. foi incluída uma Lucerna de Prata (em chefe) que era inexistente no Escudo Original (1988) A Alteração foi justificada por uma profunda modificação na missão da Unidade que passou a ter competências de Escola Prática. Esta alteração consistiu simplesmente na indicação de que se tratava de um Estabelecimento de Ensino Militar. Esta alteração deve-se a Pedroso da Silva que a define como um acrescentamento honroso uma vez que a unidade ganhou competências nas áreas da instrução e produção de doutrina.

ARMAS:
ESCUDO de azul, uma ponta ondada de prata posta em banda, acompanhada em chefe de uma lucerna do mesmo
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
CORREIA de vermelho perfilada de ouro
PAQUIFE E VIROL de azul e de prata
TIMBRE: um morcego de negro, animado e armado de vermelho
CONDECORAÇÃO: circundando o escudo o colar de oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito
DIVISA: num listeI de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“O CÉU E TERRA ESPANTA”

SIMBOLOGIA:
O AZUL do campo representa o céu, cuja utilização a artilharia antiaérea tem por missão interdizer aos engenhos aéreos inimigos
A PONTA: simboliza o míssil terra-ar e o rasto traçando a sua trajetória ao encontro do alvo que penetrou no seu campo de ação
A LUCERNA: com a sua chama hierática, recorda o estudo e sublinha duas componentes essenciais da missão do Regimento de Artilharia Antiaérea nº 1: produzir doutrina no âmbito da artilharia antiaérea e ministrar cursos no mesmo âmbito
O MORCEGO: cujo sistema de emissão-recepção de ultrassons inspirou o desenvolvimento tecnológico do radar electrónico, simboliza o equipamento de reconhecimento e orientação que baseiam a vigilância do espaço aéreo e o encaminhamento dos mísseis na interceção do inimigo atacante
A DIVISA: “O CÉU E TERRA ESPANTA” (Lusíadas V – 94), exprime a terrível eficácia do sistema de armas que afugenta do céu o inimigo e causa a admiração das próprias forças que protege.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: a limpeza do céu à guarda do Regimento;
O VERMELHO: a valentia da actuação do artilheiro antiaéreo;
O AZUL: o zelo permanente garantindo a eficácia;
O NEGRO: a firmeza no momento de agir.

ARMAS DO REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1
(Sem a LUCERNA  e a CONDECORAÇÃO)

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: “Portaria”, 1986, Abril, 1
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 07/1986 (1ª série) – pp. 165-167

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SÍNTESE: 

O Regimento de Artilharia AntiAérea nº 1 – (RAAA1), foi criado em 1988 pelo Decreto-Lei n.º 256/88, de 22 de Julho de 1988.
Desde 1 de Janeiro de 1986, foi constituído um destacamento, na dependência do Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea de Cascais (CIAAC) até que fosse possível concretizar o levantamento (criação) do Regimento de Artilharia Antiaérea N.º 1 por Despacho de S. Exa. o General Chefe de Estado-Maior do Exército, de 18 de Dezembro de 1985.
Em 1993 o CIAAC constitui-se uma Sub-Unidade (destacamento) do RAAA1

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REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1 

TRADIÇÕES E PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
É herdeiro das tradições militares das seguintes Unidades:

Regimento de Artilharia Anti-Aérea Fixa (RAAF 1)
1974 em Queluz, que tem origem na Defesa Anti-Aérea de Lisboa (DAAL) criada em 1943 em Lisboa e extinta em 1974 em Queluz.
– Regimento de Artilharia de Costa (RAC)
 Desactivado em 1998
– Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e de Costa
(CIAAC)
Criado em 1959 e extinto em 1993. (Em 1993 o CIAAC constitui-se uma Sub-Unidade (destacamento) do RAAA1, este Centro é definitivamente extinto a 25 de Maio de 2004

Das Unidades antecessoras com ligação a este Regimento, destacam-se:

A DAAL, que ao longo da 2.ª Guerra Mundial (1939/1945) assegurou a defesa anti-aérea de Lisboa

O RAAF, que desde 1954 até 1960, Mobilizou para o Estado da Índia:
– 2 Pelotões de Metralhadoras Pesadas Anti-Aéreas

ultramar

Durante a Guerra do Ultramar (1961-1974) mobilizou para:

ANGOLA:
– 3 Companhias de Artilharia
– 4 Destacamentos de Manutenção de Material Electrónico
– 4 Batarias de Artilharia Anti-Aérea
– 28 Pelotões de Artilharia Anti-Aérea
– 2 Secções de Radares
– 5 Secções de Projectores
– 4 Comandos de Agrupamento

GUINÉ:
– 7 Batarias de Artilharia Anti-Aérea
– 10 Pelotões de Artilharia Anti-Aérea
– 1 Comando de Agrupamento

MOÇAMBIQUE:
– 11  Pelotões de Artilharia Anti-Aérea

AQUARTELAMENTO:

O RAAA1 está aquartelado no Palacete da Arcada (Queluz) que desde 1821 esteve  praticamente abandonado, até D. Manuel II decretar em 1908, que o Palácio Nacional de Queluz, assim como as suas dependências fossem incorporadas na Fazenda Nacional.
O Palácio Nacional de Queluz destaca-se não apenas pelo seu valor arquitetónico e patrimonial, mas também e ainda pela beleza dos seus jardins.
A 6 de Junho de 1910 foi classificado como monumento nacional e desde 1940 que o Palácio de Queluz tem sido utilizado como residência oficial de altos dignitários e Chefes de Estado estrangeiros em visita a Portugal.

RAAA1
O Palacete da Arcada no início do século XX.

ARTIGO EM CONSTRUÇÃO

Última Actualização:
4 de Janeiro de 2017

 

FONTES: (Bibliografia, Imagens e Emblemas)

  • A ARTILHARIA ANTIAÉREA EM PORTUGAL – (Fronteira do Caos Editores)
    Novembro de 2016- ISBN 978-989-8647-73-3
  • ARMORIAL DO EXÉRCITO PORTUGUÊS (Vol. 1) – 1996
  • CARLOS COUTINHO (Arquivo Pessoal)
  • NUNO CHAVES (Colecção e Arquivo Pessoal)
  • PALÁCIO NACIONAL DE QUELUZ
  • REGIMENTO DE ARTILHARIA ANTIAÉREA Nº 1
  • PÁGINA OFICIAL DO EXÉRCITO

Portugal
UNIDADES DO EXÉRCITO PORTUGUÊS – © 2013 – 2017

Regimento de Comandos

regimento de comandos

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: “Portaria”, 1982, Agosto, 4
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 10/1982 (1ª série) – pp. 1205- 1207

ARMAS: 
ESCUDO: de vermelho, uma adaga de oiro.
ELMO militar, de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
CORREIA: de vermelho, perfilada de ouro.
PAQUIFE E VIROL: de vermelho e oiro.
TIMBRE: Uma pantera negra, naturalista, rampante de sua cor, animada, lampassada e armada de vermelho.
CONDECORAÇÕES: Circundando o escudo, o Colar de Membro Honorário da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
DIVISA: Num listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“A SORTE PROTEGE OS AUDAZES”.
GRITO DE GUERRA: Num listel de branco, ondulado, sobreposto ao timbre, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“MAMA SUMAE”

SIMBOLOGIA:
A ADAGA: Símbolo de condição militar, materializa a bravura e a capacidade individuais que garantem ao conjunto o poderio necessário ao estabelecimento e manutenção da justiça e da paz.
Arma de fortes, o relâmpago fulgurante do seu bote, ao vibrar o golpe de misericórdia para aniquilar o inimigo, só por olhos de predestinados pode ser suportado.
Na representação da luta e da força é sinal de vitória, da vocação militar, do próprio Deus da Guerra.
A PANTERA: Imagem do caçador, que na sua camuflagem perfeita à luz forte do sol meridiano ou na espessa sombra nocturna, não hesita em desferir, em agilidade e força, o repentino ataque contra adversários tanta vez mais poderosos.
Alude aqueles que na tranquila consciência do seu próprio valor, se sabem eleitos por pertencer à casta fechada dos guerreiros que buscam a vitória na explosão súbita da sua força implacável.
A Divisa: “A SORTE PROTEGE OS AUDAZES” é uma invocação propiciatória  que baseia a decisão do empenhamento de Comandos em missões quase impossíveis
O Grito de Guerra ” MAMA SUMAE” – Aqui Estamos – Brado Tradicional de uma tribo bantu no início da caçada ao leão, é uma afirmação de valor e orgulho, no desafio de estar presente no momento do perigo.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OURO:  A sua fé no êxito da missão a cumprir, a sua força controlada no agir e a sua fidelidade aos ideais que defendem
VERMELHO: A consciência do seu próprio valor, a sua valentia perante o perigo e a sua audácia no ataque decisivo
NEGRO: a sua constância moral na adversidade, e obediência activa de quem voluntariamente se subordina ao grupo

regimento de comandos

REGIMENTO DE COMANDOS

SÍNTESE CRONOLÓGICA:

Designações:

1971 – O Regimento de Comandos teve a sua origem no Batalhão de Caçadores nº 11
(04 Julho de 1974) – É criado o Batalhão de Comandos nº 11, que fica aquartelado na Amadora, onde são integradas ou formadas as Companhias de Comandos
1975 – Muda de Designação para Regimento de Comandos (RC)
(25 Novembro de 1975) – O Regimento de Comandos intervém vitoriosamente e de forma altamente meritória nos destinos político-militares de Portugal, consolidando em definitivo a democracia e a liberdade conquistada a 25 de Abril de 1974
1976 – Nos diversos Centros de Instrução e até 1976, formaram-se um total de 67 Companhias de Comandos, que souberam sempre combater com determinação e valor, em todos os Teatros de Operações
1993 – (01 Outubro de 1993) –  O Regimento de Comandos é extinto.
1996 – É ministrado o 99º Curso de Comandos, no Centro de Instrução de Operações Especiais / Lamego
09Maio02 – É reactivada a Unidade de Comandos, de escalão Batalhão a 2 Companhias, sedeada no Regimento de Infantaria Nº 1 – Serra da Carregueira

16Set02 – Início do 100º Curso de Comandos.

01Jul06 – É criado o Centro de Tropas Comandos (CTCmds). Por Despacho nº 131/CEME/2006 de 26Junho, com base no Anexo ao DL nº 115/2006 (2ª série) de 16 de Junho.

31Mar08 – O CTCMDS é transferido do Quartel do Alto da Vela para o Quartel da Carregueira pela Directiva Nº12/CEME/08 de 10 de Janeiro.

31Jul15: Em cumprimento do determinado no Decreto Regulamentar n.º11/2015, o Centro de Tropas Comandos retomou a designação de Regimento de Comandos (RCmds)

Síntese:

Os Comandos portugueses nasceram como tropa especial de contra-guerrilha, correspondendo à necessidade do Exército Português de dispor de unidades especialmente adaptadas a este tipo de guerra com que, em 1961, se viu enfrentada, durante a Guerra do Ultramar. A força destinava-se a:
– realizar acções especiais em território português ou no estrangeiro;
– combater como tropas de infantaria de assalto;
– dotar os altos comandos políticos e militares de uma força capaz de realizar operações irregulares.

A instituição torna-se operacional a 25 de junho de 1962, quando, em Zemba, no Norte de Angola, foram constituídos os primeiros seis grupos do que seriam considerados os antecessores dos comandos. Seria criado o CI 21 (Centro de Instrução de Contra-Guerrilha), que funcionou perto do Batalhão de Caçadores 280, e que contou como instrutor com o fotógrafo italiano e antigo sargento da Legião Estrangeira, Dante Vacchi, que já trazia experiência das guerras em Argélia e Indochina.

Dado que os seis grupos preparados neste centro obtiveram excelentes resultados operacionais, o comando militar em Angola decidiu integrá-los na orgânica do Exército entre 1963 e 1964, criando os CI 16 e CI 25, na Quibala, Angola. Surgia assim, pela primeira vez, a designação de “Comandos” para as tropas aí instruídas.

Em 1988, duas mortes por exaustão no 89.º curso de Comandos e uma outra por explicar em 1990, com os consequentes inquéritos, levaram à extinção, em 1993, do então Regimento de Comandos.

EM CONSTRUÇÃO

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO
27 SETEMBRO 2016

Estrutura e Distribuição Territorial do Exército 2016

exercito logo

Despacho n.º 3 706/2016
Publicado na Ordem do Exército nº 03/2016 (1ª Série) – pp. 40 a 43

Considerando que o artigo 32.º do Decreto-Lei n.º 186/2014, de 29 de dezembro, em conformidade com o disposto nos números 5 e 6 do artigo 5.º da Lei Orgânica n.º 1-A/2009, de 7 de julho, alterada e republicada pela Lei Orgânica nº 6/2014, de 1 de setembro, estabelece que a relação das unidades, estabelecimentos e demais órgãos do Exército, correspondente ao sistema de forças, consta de despacho do Ministro da Defesa Nacional, sob proposta do Conselho de Chefes de Estado-Maior; Considerando a necessidade de dar cumprimento ao disposto nos referidos preceitos legais, e na sequência de proposta do Conselho de Chefes de Estado-Maior de 28 de janeiro de 2016; Determino o seguinte:
1 — As unidades, estabelecimentos e demais órgãos do Exército, bem como a respectiva localização, são os constantes do anexo ao presente despacho;
2 — A criação e a transferência de unidades, estabelecimentos e órgãos que decorrem do presente despacho tornam-se efectivas por despacho do Chefe do Estado-Maior do Exército.

18 de fevereiro de 2016 — O Ministro da Defesa Nacional
José Alberto de Azeredo Ferreira Lopes

Relação das unidades, estabelecimentos e demais órgãos do Exército

Comando do Exército

Gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército – Lisboa
Jornal do Exército – Lisboa
Gabinete do Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército – Lisboa
Direção de Comunicações e Sistemas de Informação – Lisboa
Direção de História e Cultura Militar – Lisboa
Arquivo Geral do Exército – Lisboa
Arquivo Histórico-Militar – Lisboa
Biblioteca do Exército – Lisboa
Museu Militar de Lisboa (1) – Lisboa
Museu Militar do Porto – Porto
Museu Militar de Elvas – Elvas
Museu Militar de Bragança – Bragança
Museu Militar do Buçaco – Buçaco
Direção de Educação – Lisboa
Colégio Militar – Lisboa
Instituto dos Pupilos do Exército (a) – Lisboa
Academia Militar – Lisboa e Amadora

Órgão de Estado-Maior

Estado-Maior do Exército – Lisboa

Órgãos Centrais de Administração e Direção

Comando do Pessoal (2) – Porto
Direção de Administração de Recursos Humanos – Porto
Gabinete de Classificação e Seleção da Amadora (b) – Amadora
Gabinete de Classificação e Seleção de Vila Nova de Gaia (c) – Vila Nova de Gaia
Centro de Recrutamento de Lisboa – Lisboa
Centro de Recrutamento de Vila Nova de Gaia (d) – Vila Nova de Gaia
Direção de Serviços de Pessoal – Vila Nova de Gaia
Banda do Exército – Queluz
Fanfarra do Exército – Carregueira
Estabelecimento Prisional Militar (3) – Tomar
Direção de Formação – Évora
Escola das Armas – Mafra
Escola dos Serviços (e) – Póvoa de Varzim
Escola de Sargentos do Exército – Caldas da Rainha
Direção de Saúde – Lisboa
Centro de Saúde Militar de Coimbra – Coimbra
Centro de Saúde Militar de Tancos/Santa Margarida – Tancos/Santa Margarida
Unidade Militar Laboratorial de Defesa Biológica e Química (3) – Lisboa
Unidade Militar de Medicina Veterinária (3) – Lisboa
Centro de Psicologia Aplicada do Exército – Queluz
Comando da Logística (2) – Paço de Arcos

Órgãos Centrais de Administração e Direção

Direcção de Material e Transportes – Paço de Arcos
Regimento de Manutenção – Entroncamento
Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (4) (f) – Benavente
Regimento de Transportes – Lisboa
Direção de Infraestruturas – Lisboa
Direção de Aquisições – Paço de Arcos
Centro de Informação Geoespacial do Exército – Lisboa
Direção de Finanças – Lisboa

Comando das Forças Terrestres

Quartel-General do Comando das Forças Terrestres (5) – Amadora
Quartel-General da Zona Militar dos Açores (6) (g) – Ponta Delgada
Regimento de Guarnição n.º 1 – Angra do Heroísmo
Regimento de Guarnição n.º 2 – Ponta Delgada
Destacamento de Santa Maria/Regimento de Guarnição n.º 2 – Santa Maria
Museu Militar dos Açores – Ponta Delgada
Quartel-General da Zona Militar da Madeira (6) (h) – Funchal
Regimento de Guarnição n.º 3 – Funchal
Museu Militar da Madeira – Funchal
Quartel-General da Brigada Mecanizada (6) – Santa Margarida
Campo Militar de Santa Margarida (i) – Santa Margarida
Quartel-General da Brigada de Intervenção (6) – Coimbra
Regimento de Infantaria n.º 13 – Vila Real
Regimento de Infantaria n.º 14 – Viseu
Regimento de Infantaria n.º 19 (7) – Chaves
Regimento de Artilharia n.º 5 – Vendas Novas
Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1 – Queluz
Regimento de Cavalaria n.º 6 – Braga
Regimento de Engenharia n.º 3 (8) – Espinho
Regimento de Transmissões – Porto
Quartel-General da Brigada de Reação Rápida (6) – Tancos
Regimento de Paraquedistas (j) – Tancos
Regimento de Comandos (k) – Carregueira
Centro de Tropas de Operações Especiais – Lamego
Regimento de Infantaria n.º 1 – Beja
Destacamento de Tavira/Regimento de Infantaria n.º 1 – Tavira
Regimento de Infantaria n.º 10 – São Jacinto
Regimento de Infantaria n.º 15 – Tomar
Regimento de Artilharia n.º 4 – Leiria
Regimento de Cavalaria n.º 3 – Estremoz
Regimento de Lanceiros n.º 2 – Amadora
Regimento de Engenharia n.º 1 – Tancos
Regimento de Apoio Militar de Emergência – Abrantes
Centro de Segurança Militar e de Informações do Exército – Amadora

Órgãos de Conselho

Conselho Superior do Exército – Lisboa
Conselho Superior de Disciplina do Exército – Lisboa
Junta Médica de Recurso do Exército – Lisboa

Órgão de Inspecção

Inspecção-Geral do Exército – Lisboa

Observações:
(1) Inclui o espaço museológico do Movimento das Forças Armadas, na Pontinha, e o Núcleo Museológico de Artilharia de Costa, na Parede.
(2) Inclui o Comando, o Gabinete e a Unidade de Apoio.
(3) Órgão de apoio a mais que um ramo.
(4) Inclui os Paióis de Santa Margarida e os de Tancos.
(5) Inclui o Comando, o Gabinete e o Estado-Maior.
(6) Inclui o Comando, o Gabinete, o Estado-Maior e a Unidade de Apoio.
(7) É extinto após a transferência do Regimento de Engenharia n.º 3 para o aquartelamento de Chaves.
(8) A transferir para Chaves, após a extinção do Regimento de Infantaria n.º 19.

Denominação anterior da unidade, estabelecimento ou órgão:
(a) Instituto Militar dos Pupilos do Exército
(b) Gabinete de Classificação e Seleção de Lisboa
(c) Gabinete de Classificação e Seleção do Porto
(d) Centro de Recrutamento do Porto
(e) Escola Prática dos Serviços
(f) Depósito Geral de Material do Exército
(g) Zona Militar dos Açores
(h) Zona Militar da Madeira
(i) Unidade de Apoio da Brigada Mecanizada
(j) Escola de Tropas Paraquedistas
(k) Centro de Tropas Comandos

Direcção de Recrutamento

DORH

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho n.º 236 do CEME de 21 de Setembro de 1999
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 12/1999 (1ª série) – pp. 581-583

ARMAS:
ESCUDO: cortado trevado de verde e de prata.
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
CORREIA de vermelho perfilada de ouro.
PAQUIFE E VIROL: de verde e de prata.
TIMBRE: um galo cantante de prata.
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, estilo elzevir:
“POIS QUE A PAZ SE TURVOU QUE TOMEM ARMAS”.

SIMBOLOGIA:
O VERDE: cor repousante, suavizadora e humana, em sintonia com a juventude, simboliza a renovação perpétua do ciclo natural da vida
A PRATA: que no seu conceito primitivo, em sânscrito, significava branco e brilhante – candidus – é a cor do candidato, daquele que vai mudar de condição
O TREVADO: lembra as folhas do trevo que, tradicionalmente, se ligam ao factor “sorte” e, historicamente, à expressão ir “às sortes” que corresponde, actualmente, às provas de classificação e selecção
AS TRÊS PEÇAS: aludem aos três ramos das Forças Armadas
O GALO: símbolo da luz nascente, de vigilância guerreira, de coragem quer ainda pela segurança com que anuncia o nascer do Sol
A DIVISA: “POIS QUE A PAZ SE TURVOU QUE TOMEM ARMAS”, (Versão em português da ENEIDA de VIRGÍLIO, Canto VII, V.V. 467 e 468) alude à decisão tomada por TURNO, chefe de um povo do LÁCIO, preterido em favor do estrangeiro ENEIAS, de tomar armas em defesa da sua terra natal.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: esperança e pureza
O VERDE: fé e idade juvenil

DORH

O Prédio Militar da Avenida de França, (PMAF) está ancorado junto a um dos principais eixos de tráfego da cidade do Porto, a Avenida da Boavista que termina na Praça Mouzinho de Albuquerque, (Rotunda da Boavista).
Situado numa localização privilegiada, junto á Estação do Metro “Casa da Música” encontra-se rodeado por locais e edifícios de interesse publico, nomeadamente a Casa da Música, o edifício Capitólio, o Palácio de Cristal, a Fundação de Serralves e o Parque da Cidade que se encontram a poucos minutos de distância.

O espaço foi dividido em oito pisos, (seis andares e duas caves), ocupados por vários Órgãos do Exército… Direcção de Obtenção de Recursos Humanos; Centro de Recrutamento do Porto; Direcção de Justiça e Disciplina, Policia Judiciária Militar

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Mesmo ao lado da estação de metro Casa da Música no Porto encontra-se o edifício que alojou a DORH, desde Agosto de 2006, no Prédio Militar da Avenida de França (PMAF) n.º 235, 2º Andar.

Este edifício foi adquirido em 20 de Setembro de 1976 para colmatar a alienação de três velhos quartéis da cidade do Porto, (Quartel da Torre da Marca, junto ao Palácio de Cristal; Quartel das Portas do Sol, à Praça da Batalha; Quartel de S. Bento ou das Taipas, junto ao Jardim da Cordoaria)
(Despacho n.º 12555/MDN/2006)

DIRECÇÃO DE OBTENÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

DORH

ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA
(Via Exército.pt)

Durante o período da Monarquia a organização militar era constituída pelas forças da coroa.
Já no período do regime republicano, no ano de 1911 é aprovada uma lei de recrutamento para o Exército, fundamentando assim as suas bases, ficando este trabalho a cargo de várias Direcções que dependiam da Direcção Geral da Secretaria da Guerra.
Por Decreto publicado a 25 de Maio de 1911 a Secretaria da Guerra foi organizada em duas Direcções Gerais, 1.ª e 2.ª, sob as ordens de dois Oficiais Generais
Por Decreto n.º 11856 de 5 de Janeiro de 1926, a 1.ª Direcção Geral ocupava-se de todos os assuntos que respeitam a pessoal.
O Decreto n.º 16407 de 19 Janeiro publicado em 25 de Janeiro de 1929 altera o Decreto n.º 11856, dizendo que a 1.ª Direção Geral depende do Ministério da Guerra, que funcionará sob as ordens de um Oficial General, que se denominará Ajudante – General.
Em 19 de Novembro de 1959 é publicado O Decreto-Lei n.º 42564 de 7 de Outubro, com a organização geral do Ministério do Exército. Desta organização faz parte um órgão designado Direção do Serviço de Pessoal;

No ano de 1988, sob a orientação do Brigadeiro Eurico António Sales Grade é elaborada a Informação n.º 8/88 de 18 de Janeiro, da DSP, que sugere a criação de uma Direção ou Chefia do Serviço de Recrutamento.
Em 1989 é criada uma Comissão Instaladora da Direção de Recrutamento, no Quartel da Graça, inicialmente presidida pelo Coronel Bilro, e em 01 de Fevereiro passou a presidir à Comissão Instaladora o Brigadeiro José António Silvestre Martins.

Com a publicação do Decreto-Lei 50/93 de 26 Fevereiro, o Exército faz uma grande reorganização e surge a Direção de Recrutamento (DR) integrada no Comando do Pessoal e na dependência direta do General Comandante do Pessoal, designado Ajudante-General do Exército.

Através do Decreto Regulamentar n.º 44/94 de 02 de Setembro, são publicadas as atribuições, competências e organização da Direcção de Recrutamento.

Por Despacho n.º 12555/2006 do MDN de 24 de Maio é alterada a designação e a localização da DR, passando a designar-se Direção de Obtenção de Recursos Humanos (DORH) e com assento no Porto, tornando-se esta alteração efectiva pela Diretiva n.º123/06 de 06 de Junho, do CEME.

O Decreto Regulamentar n.º 11/2015 de 31 de Julho, extingue a Direção de Obtenção de Recursos Humanos, passando a mesma a  ser parte integrante da Direção de Administração de Recursos Hmanos (DARH), como Repartição de Recrutamento (RR) conforme Quadro Orgânico 03.01.02 aprovado em 23 de Junho de 2015 plo General CEME.

DORH

DIA FESTIVO

O dia festivo da DORH, que se comemorava em 12 de Setembro, aprovado pelo Diretor da Direção de História e Cultura Militar (DHCM), por Despacho de 20 de Junho de 1995, passou a comemorar-se em conjunto, num único dia Festivo, o “Dia do Comando do Pessoal”, conforme Despacho n.º 53/CEME/2009, de 13 de Março de 2009.

PATRONO

A Direcção de Obtenção de Recursos Humanos tem como Patrono o Visconde de S. Januário. Comemora-se no dia 12 de Setembro o dia de S. Januário. Foi a figura do Visconde de São Januário institucionalizada como Patrono da Direcção de Recrutamento pelo Despacho n.º 109/CEME/2005 do General CEME.

DORH 3

VISÃO E MISSÃO

À Direcção de Obtenção de Recursos Humanos incumbe propor, dirigir e coordenar as operações de execução do recenseamento militar dos recursos humanos destinados aos três ramos das Forças Armadas e as do recrutamento normal, excepcional e especial dos recursos humanos destinados a satisfazer as necessidades do Exército, bem como colaborar na realização do Dia da Defesa Nacional. Compete, em especial, à Direcção de Obtenção de Recursos Humanos:

Dirigir e coordenar a execução das operações relativas ao recenseamento militar e, no âmbito do Exército, ao Dia da Defesa Nacional;

Dirigir e coordenar a execução das operações relativas ao recrutamento normal para o Exército, com vista à satisfação das necessidades de pessoal nos regimes de voluntariado e de contrato, ao recrutamento especial, para a satisfação das necessidades de pessoal para a prestação de serviço efectivo voluntário nos quadros permanentes, e ao recrutamento excepcional, para satisfação das necessidades fundamentais do Exército;

Dirigir e coordenar a actividade do Centro de Psicologia Aplicada do Exército, tendo em vista a preparação de métodos e técnicas a usar nos gabinetes de classificação e selecção e o tratamento estatístico de dados;

Dirigir e coordenar a actividade dos centros de recrutamento, dos gabinetes de atendimento ao público e dos gabinetes de classificação e seleção, com vista à realização oportuna das operações de recrutamento e à normalização e correção dos procedimentos adoptados, tanto no âmbito interno como nas relações com os órgãos civis intervenientes;

Assegurar o controlo dos cidadãos na situação de reserva de recrutamento e de reserva de disponibilidade;

Instruir os processos de adiamento e dispensa do cumprimento de deveres militares, bem como preparar e encaminhar para as autoridades competentes os processos relativos às situações de incumprimento de deveres militares;

Promover a divulgação dos concursos de admissão para o recrutamento normal;

Elaborar propostas de regulamentos, manuais e instruções sobre matérias do âmbito das suas atribuições;

Planear e coordenar a execução das acções de promoção e divulgação da prestação do serviço militar em regime de voluntariado e contrato e nos quadros permanentes no Exército;

Desenvolver a produção de material de apoio à promoção e divulgação dos regimes de voluntariado e de contrato e executar acções de divulgação em eventos de dimensão nacional.

Legislação de Suporte

A missão atribuída à DORH está definida no Decreto Regulamentar n.º 74/2007 de 02 de Julho de 2007 que define a missão, competência e estrutura desta Direção e foi publicada no DR – 1.ª série, N.º 125 de 02 de Julho de 2007.

DORH

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO: 27/05/2016

Unidade de Apoio da Área Militar Amadora-Sintra

 

unidade-copia

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: XXX

ARMAS:
ESCUDO de azul, duas faixas nubladas de prata;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho, perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de azul e de prata;
TIMBRE uma cotovia de prata
DIVISA Num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maísculas de estilo elzevir
“COM SUBLIME CORAÇÃO”

SIMBOLOGIA:
O AZUL do campo lembra o das armas do Comando da Logística, numa alusão às vestes e escudos dos guerreiros da Antiguidade, usados como sinal de vigilância, de espírito de servir e de amor a Pátria.

AS DUAS FAIXAS NUBLADAS aludem ao ultrapassar das dificuldades, pelo Grupo de Esquadrilhas Aviação República, na Amadora do passado e na do Presente, representa as dificuldades ultrapassadas pela Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra (UnAp/AMAS).
A COTOVIA, espécie ornitológica de excelente capacidade de locomoção e de invulgar coragem, por abandonar o ninho, mesmo antes de saber voar. Simboliza a energia e coragem aplicadas às modelares capacidades de trabalho dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra.
A DIVISA “COM SUBLIME CORAÇÃO”, (Lusíadas  IV – 76) é a inquebrantável disposição dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra, para prestar um apoio logístico eficaz

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: riqueza e humildade
O AZUL perseverança e galhardia

UnApAMAS

SÍNTESE:

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi uma unidade Militar do Exército Português, sediada na Amadora criada em 2007. conforme lhe for determinado (de acordo com o QO aprovado em 05 de Abril de 2007) a missão da UnApAMAS foi prestar apoio logístico e administrativo às unidades, estabelecimentos e órgãos do Exército implantados na ´Área Militar Amadora e Sintra (AMAS). A Unidade dependeu do Comando da Logística do Exército.

UnApAMAS.jpg

Organização:

A UnApAMAs foi uma unidade de Escalão Regimento, ou seja comandada por um Coronel incluindo:

Comando,
Estado-maior,
Batalhão de comando e serviços.
Área Militar Amadora Sintra

A Área Militar Amadora Sintra (AMAS) constitui um perímetro militar que agrupa vários aquartelamentos, ocupando uma parcela do concelho de Sintra (freguesia de Belas e Queluz) e uma parcela do concelho da Amadora.

No interior do perímetro existem:

Palacete da Arcada / Quartel do Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1 – parte do complexo do Palácio Nacional de Queluz;
Aquartelamento da Amadora da Academia Militar – antigo quartel do Batalhão de Carros de Combate e, depois, do Batalhão de Engenhos;
Quartel da UnApAMAS – quartel do tipo CANIFA, construído na década de 1950 para albergar o Regimento de Infantaria n.º 1 e depois ocupado pelo Regimento de Comandos;
Instalações desportivas militares.
O perímetro militar era referido no passado como Centro Militar da Amadora. Ali esteve já instalado o Grupo de Esquadrilhas de Aviação “República” (GEAR) e o respetivo aeródromo, o Batalhão de Engenhos, o Batalhão de Carros de Combate, o Regimento de Infantaria n.º 1 e o Regimento de Comandos. Na década de 1950, esteve para ali prevista a construção de um segundo quartel do tipo CANIFA que deveria alojar um regimento de cavalaria e um Estádio Militar. Outros projetos para o local incluiam a construção de uma nova sede para o Comando do Exército.

Possibilidades:

De acordo com o QO, aprovado em 05 de Abril de 2007 a Unidade de Apoio apresenta as seguintes possibilidades:

– Assegurar a administração dos recursos humanos, materiais e financeiros, conforme lhe for determinado;
– Assegurar o apoio de serviços em proveito das UEO aquarteladas, nomeadamente:Manutenção e conservação das infra-estruturas, Funcionamento dos sistemas de abastecimento de água, electricidade e da rede de esgotos; Serviços de lavandaria, messes e bares Comunicação e sistemas de informação; Manutenção de viaturas;Apoio Sanitário; Apoio Veterinário; Apoio de depósitos, reabastecimento, transportes e alimentação; Garante a segurança do pessoal, material e instalações das UEO aquarteladas na AMAS;
– Apoiar a realização de exercícios, conforme o que lhe for cometido em directivas específicas;
– Colaborar em acções no âmbito das outras missões de interesse público, de acordo com as determinações superiores e legislação em vigor.

EXTINÇÃO:

a) Pela Diretiva n.º 65/CEME/15, de 01 de Junho de 2015, são difundidas as instruções gerais
para a transferência do Regimento de Lanceiros n.º 2 para a Amadora e a extinção da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra.

b) Através do Despacho n.º 152/MDN/14, de 24 de outubro, de S. Exa. o MDN, foi aprovado o
Dispositivo de Forças de 2014 e o Plano de Redução do Dispositivo Territorial, no qual se prevê a extinção da UnApAMAS em 2015

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi Extinta a 1 de Junho de 2015
Nas suas instalações passou a estar aquartelado o Regimento de Lanceiros nº 2 transferido da Calçada da Ajuda para a Amadora.

Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta
Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra

PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta UnApAMAS

Considerando que: Não havendo uma Unidade que assuma, no essencial, a missão que era atribuída à UnApAMAS e tendo em conta o definido no Despacho n.º 12/84, de 8 de Fevereiro do Chefe do Estado-Maior do Exército, sobre a defesa do património histórico militar determino que a Unidade de Apoio do Comando da Logística seja instituída como Fiel Depositária do património histórico da extinta UnApAMAS

Lisboa, 22 de Julho de 2015.
O Chefe do Estado-Maior do Exército
Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, General.

Agrupamento MIKE

AGR MIKE
ARMORIAL:
 JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: 
XXX
NOTA: O Agrupamento MIKE da Brigada de Intervenção, enquanto Força Nacional Destacada, constitui-se como unidade independente. Como tal, de acordo com o Regulamento de Heráldica do Exército – portaria n.º 213/87 de 24 de Março (Art. 24.º, Cap.º IV) , tem direito a armas próprias.

ARMAS:
Escudo de negro, 6 folhas de carvalho de prata, 3, 2, 1
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de negro e de prata
Timbre: Um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maiúsculas de estilo elzevir
“UT UNUM SINT”.

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria N.º 6, Unidade “mãe” do aprontamento do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR
As FOLHAS DE CARVALHO, devido à sua resistência nas condições mais difíceis representam as virtudes militares, nomeadamente a coragem e a bravura que enformam o espírito do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR. O seu número é uma alusão à unidade que abraça o aprontamento do Agrupamento – O Regimento de Cavalaria N.º 6
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade actua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do Agrupamento MIKE/Briglnt/ KFOR. Segura o ESCUDETE DA BRIGADA DE INTERVENÇÃO numa referência à Grande Unidade operacional responsável pelo aprontamento da Força
A divisa “UT UNUM SINT”, “para que sejam um só” (Evangelho segundo S. João, Cap. XVII – Vers. 11), evoca o exemplar espírito de corpo, de camaradagem, a coesão e a unidade dos militares do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, eloquência, esperança, franqueza, humildade e verdade
O AZUL, zelo, lealdade, galhardia, integridade e perseverança
O NEGRO, constância nas adversidades, firmeza, sabedoria, prudência e virtude

Em Construção

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
31 de Dezembro de 2016

Museu Militar da Madeira

 

MUSEU MILITAR MADEIRA

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
CONGEMINAÇÃO: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 14 de Novembro de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 667-670

ARMAS:
Escudo de prata, quatro faixas ondadas de negro
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de prata e de negro
Timbre: um Bisbis (Regulus Madeirensis) de prata
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
“MAIS CÉLEBRE POR NOME QUE POR FAMA”

SIMBOLOGIA:
As FAIXAS ONDADAS,  simbolizam as ondas do mar revolto dos oceanos, cuja representação foi transcrita na calçada Madeirense de calhau de basalto rolado da praia junto à Fortaleza de S. Lourenço, e de calhau de calcário branco, oriundo de Porto Santo.
O BISBIS (Regulus Madeirensis) subespécie endémica do Arquipélago da Madeira, ave caracterizada pela sua incessante procura de alimento, explorando de forma incansável os jardins e campos de cultivo com esse objectivo, representa o esforço permanente e também incessante do Museu Militar da Madeira, para dar a conhecer através do seu espólio museológico a história militar do Arquipélago.
A Divisa ” MAIS CÉLEBRE POR NOME QUE POR FAMA” (OS LUSÍADAS: Canto V Est. 5) augura a certeza de que o Museu Militar da Madeira, virá a ocupar um importante lugar no panorama cultural militar do Arquipélago, e não na fama uma vez que a sua curta vida, ainda não lho permitiu

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, riqueza e esperança
O NEGRO, sabedoria e virtude

FORTALEZA / PALÁCIO DE S. LOURENÇO
(MUSEU MILITAR DA MADEIRA)

MUSEU MILITAR MADEIRA

em construção

Unidade de Engenharia 11

UnEng11

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 21 de Outubro de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 663-665

ARMAS:
Escudo de negro, um castelo de ouro lavrado de negro, aberto e iluminado de vermelho, acompanhado em chefe de dois cedros de prata, em contra-chefe um kaibauk também de prata.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho, perfilada de ouro.
Paquife e Virol, de negro e de ouro
Timbre, um Tigre de prata, segurando um escudete da Brigada Mecanizada
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“SEMEAR A PAZ FORTIFICANDO”

SIMBOLOGIA:
O CASTELO: é o emblema tradicional da arma de Engenharia.
O CEDO: (Cedrus Libani, A. Rich) é o símbolo nacional do Líbano tem como intuito reforçar a ligação dos militares da UnEng11/FND/UNIFIL, com o país onde vão desempenhar a sua honrosa missão.
O KAIBAUK: símbolo de poder em Timor-Leste é uma alusão aos militares originários deste país que integram a  UnEng11/FND/UNIFIL.
O TIGRE: animal de reconhecida astúcia, agilidade e bravura, qualidades que certamente estão presentes nos militares da UnEng11/FND/UNIFIL, remete-nos também para o curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas, curso de excelência da arma de Engenharia.
A DIVISA: “SEMEAR A PAZ FORTIFICANDO”  reflecte o espírito da missão da UnEng11/FND/UNIFIL, cujo o objectivo é contribuir para a reconstrução do Líbano, País martirizado pela guerra com o fim último de ajudar a alcançar  a paz.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO: FIRMEZA E NOBREZA
A PRATA, franqueza e humildade
O NEGRO, sabedoria e verdade
O VERMELHO: audácia e bravura
O AZUL, boa fé e zelo

UNIFIL

UNIDADE DE ENGENHARIA 11 – UnEng11/FND/UNIFIL

A Unidade de Engenharia 11, foi uma FND (Força Nacional Destacada) aprontada e mobilizada pela Brigada Mecanizada para o Teatro de Operações do Líbano integrada na UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon) no período de 16 de Janeiro de 2012 a 24 de Junho de 2012, o seu Comandante foi o TCor Martins Costa.
Forças Nacionais Destacadas – (Histórico de Missões)

ubique camp
Ubique Camp – Líbano

UNENG 11

Reconhecimento ao TO do Líbano
De 17 a 21 de Outubro de 2011 – A delegação foi constituída por 3 militares da UnEng11, comandada pelo TCOR ENG Martins Costa e acompanhada pelo TCOR INF Zambujo Carapuço do CFT. Este reconhecimento teve como objectivo conhecer o Teatro de Operações, Aquartelamento, e todas as especificidades em termos operacionais e administrativos da Unidade de Engenharia, com vista à adaptação do plano de aprontamento às condições que vão encontrar no TO.
(Fotografia e Texto: EMGFA)

UNENG 11

17 de Maio 2012
o Force Commander MGen Paolo Serra visitou a Unidade de Engenharia 11, tendo sido a primeira vez que foi recebido no UBIQUE CAMP desde que tomou posse das suas funções de Head of Mission e Force Commander (HoM&FC).
À chegada à unidade o HoM&FC recebeu as honras militares regulamentares que consistiu numa Guarda de Honra constituída pelos Destacamentos de Apoio de Serviços e de Construções e pelo Contingente Timorense e comandada pelo 2º Comandante da UnEng11, Maj Eng Mário Martinho, e após a qual recebeu um briefing operacional relativo à organização e capacidades da força e os principais trabalhos realizados e a decorrer.
Terminado o briefing seguiu-se uma visita pelo UBIQUE CAMP e o almoço com todos os militares da UnEng11.
Durante a visita o HoM&FC dirigiu palavras de agradecimento e de enaltecimento pelo trabalho desenvolvido pelos contingentes portugueses desde 2006 e a importância que esta unidade tem no seio da UNIFIL

Imagens e Texto: Exército Português

em construção

 

Manutenção Militar

MANUTENÇÃO MILITAR

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Aprovada  pela “Portaria” – 6 de Agosto de 1984
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 11/1984 (1ª Série) – pp. 462-465
ALTERAÇÕES: Passa a ostentar a Medalha de Ouro de Serviços distintos com que foi condecorada pela Portaria de 2 de Junho de 1997, publicada no Diário da República nº 136 (2ª Série) de 16 de Junho de 1997.
Informação: Despacho s/n.º do CEME de 05 de Junho de 2013 In: OE nº 09/2013 (1ª Série) – pp. 679-681

ARMAS:
ESCUDO: de verde, uma roda dentada com uma cornucópia inclusa, ambas de ouro.
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
CORREIA de vermelho perfilada de ouro.
Paquife e virol de verde e de ouro.
TIMBRE: duas pás de verde passadas em aspa; brocantes três espigas de ouro atadas em ponta.
CONDECORAÇÃO: Pendente do Escudo a Medalha de Ouro de Serviços Distintos
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“POR BEM TRABALHAR E MELHOR SERVIR”.

SIMBOLOGIA:
A RODA DENTADA: Imagem hodierna do trabalho funcionalmente organizado representando a Indústria e a CORNUCÓPIA emblema mitológico da abundância, simbolizando o Comércio e a Agricultura, definem as facetas complementares da actividade de um estabelecimento Fabril, laborando em prol da economia nacional
AS e as PÁS: invocam a criação em 1861, às janelas verdes, da Padaria Militar – embrião da actual Manutenção Militar – para prover ao abastecimento de pão aos estabelecimentos dependentes  do Ministério do Reino, da Justiça da Guerra e da Marinha.
A divisa: “POR BEM TRABALHAR E MELHOR SERVIR” exprime a determinação em continuar a permanente evolução dos meios e das técnicas para garantir a competitividade com organizações similares num quadro de livre concorrência.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
Ouro: recorda a riqueza gerada em sabedoria e esforço tanto no passado como no dia a dia do presente
Verde: cor tradicional dos produtos da natureza que a Manutenção transforma simboliza a sua esperança num futuro que hoje já sendo projectado.

ARMAS DA MANUTENÇÃO MILITAR
(Com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos)

MANUTENÇÃO MILITAR

Aprovação: Despacho s/n.º do CEME de 05 de Junho de 2013
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 09/2013 (1ª Série) – pp. 679-681

MANUTENÇÃO MILITAR

Manutenção Militar

Em Construção

Grupo de Auto-Metralhadoras

GAM

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 09 de Agosto de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 659 a 662
NOTA: O Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção, enquanto Força Nacional Destacada, constitui-se como unidade independente. Como tal, de acordo com o Regulamento de Heráldica do Exército – portaria n.º 213/87 de 24 de Março (Art. 24.º, Cap.º IV) , tem direito a armas próprias. A Secção de Heráldica desenvolveu um estudo conducente à atribuição das Armas, em articulação com a unidade interessada merecendo a concordância da mesma.

ARMAS:
Escudo de negro, seis folhas de carvalho de prata, acompanhadas em ponta por duas asas de dragão do mesmo
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de negro e de prata
Timbre: um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
“CAVALEIROS A QUEM NENHUM SE IGUALA” – (“Os Lusíadas – Canto IV, Est 37)

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria n.º 6, unidade “mãe” do Grupo de Autometralhadoras.
As FOLHAS DE CARVALHO, que com a sua reconhecida resistência nas condições mais difíceis, representam as virtudes militares, nomeadamente a coragem e a bravura presentes no espírito e atitude do GAM/FND, simbolizando também o Agrupamento MIKE/BrigInt/KFOR força nacional destacada sua antecessora. O seu número é uma alusão clara ao Regimento de Cavalaria n.º 6, unidade que abraça o aprontamento do GAM
As ASAS DE DRAGÃO clara alusão ao RC6 que nas suas armas tem um Dragão de ouro, símbolo dos cavaleiros vigilantes das terras de Entre-Douro e Minho
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade actua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do GAM/FND. Segura o ESCUDETE da Brigada de Intervenção numa referência à Grande Unidade Operacional responsável pelo aprontamento da força
A DIVISA “CAVALEIROS A QUEM NENHUM SE IGUALA” (“OS LUSÍADAS – Canto IV, Est 37), esta divisa alude aos cavaleiros e invoca o espírito de sacrifício e de cumprimento da missão presente no soldado português e mais especificamente nos militares do GAM/FND.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, franqueza e verdade
O NEGRO, sabedoria e constância nas adversidades
O AZUL, generosidade e integridade.

1ª Proposta para as Armas do Grupo de Autometralhadoras:

GAM

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Publicação das Armas: NÃO APROVADAS / NÃO PUBLICADAS

ARMAS:
Escudo, de negro, Esfera Armilar com mapa mundo encabeçado por um dragão alado lançando chamas
Elmo militar, de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia, de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol, de negro e de prata
Timbre, um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa, listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maiúsculas de estilo elzevir:
“SEMPER FIDELIS

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria N.º 6, Unidade “mãe” do Grupo de Autometralhadoras.
A ESFERA ARMILAR, a envolver o Planeta Terra, representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram e conectaram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e conhecimento. Na actualidade e à luz dos compromissos internacionais assumidos, representa o carácter eminentemente expedicionário da Brigada de Intervenção, e a sua possibilidade de emprego em qualquer parte do mundo. Alude ainda à blindagem das Autometralhadoras que confere protecção e segurança ao planeta Terra.
O DRAGÃO, simboliza os cavaleiros, sentinelas vigilantes das terras de entre Douro-e-Minho. Situa-se no topo da Esfera Armilar, cuspindo fogo para defender e proteger o planeta terra e dissuadir as ameaças que ponham em causa o seu equilíbrio natural.
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade atua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do GAM. Segura o ESCUDETE da Brigada de Intervenção numa referência à Grande Unidade operacional do Exército a que pertence.
A DIVISA “SEMPER FIDELIS” (Sempre Leal), evoca o exemplar espírito de servir incondicionalmente, até à morte, se necessário.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, eloquência, esperança, franqueza, humildade e verdade
O AZUL, zelo, lealdade, galhardia, integridade e perseverança
O NEGRO, constância nas adversidades, firmeza, sabedoria, prudência e virtude.

GAM

GRUPO DE AUTOMETRALHADORAS – GAM/BrigInt/KFOR
O Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção, foi uma Sub-Unidade do Regimento de Cavalaria nº 6 que se constituiu como Força Nacional Destacada (FND) para o Teatro de Operações do Kosovo e do Afeganistão. Foi criado a 16 de Junho de 2005 e Extinto através da Nota nº 007999 da Direcção de Planeamento de Forças do Estado Maior do Exército, de 11 de Novembro de 2015.

GAM
Cerimónia Militar de entrega do Estandarte Nacional do GAM/KFOR que regressou do Kosovo. – 10 de Outubro de 2015, esta foi a última Cerimónia Militar do GAM e marcou 10 anos de existência.

SÍNTESE:

001O GAM surge no âmbito da transformação da Brigada Ligeira de Intervenção (BLI) em Brigada de Intervenção (BrigInt), no quadro da transformação do Exército levada a cabo a partir do ano de 2004, com a aprovação do Sistema de Forças Nacional (SFN 04 – COP). Por despacho de 25JAN05, de Sua Excelência o General (Gen) Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) aprovou a proposta das tarefas a implementar, durante o ano de 2005, para a transição para a nova estrutura definida na Diretiva para a transformação do Exército, no âmbito das ações para transformar a BLI em BrigInt

O Grupo de Autometralhadoras (GAM) da Brigada de Intervenção, foi uma das forças Operacionais geradas no Regimento de Cavalaria 6.
A 16 de Junho de 2005, por despacho Sua Excelência o Gen CEME, foi criado o GAM, cujo levantamento deveria estar concluído até 30 de Setembro de 2005.
O GAM Destaca-se pela sua participação em três Forças Nacionais Destacadas, (FND) em Operações de Apoio à Paz, duas no Teatro de Operações do Kosovo e outra no Afeganistão

O GAM é oficialmente extinto através da Nota nº 007999 da Direção de Planeamento de Forças do Estado Maior do Exército, de 11 de novembro de 2015, que refere o seguinte: “Com a aprovação do Quadro Orgânico do Grupo de Reconhecimento, é extinto o Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção.”

GAM
GAM / Exercício Dragão 06 Participação do 1ºEAM/GAM no exercício anual da Brigada de Intervenção

GRUPO DE AUTOMETRALHADORAS – GAM/BrigInt/KFOR
Brigada de Intervenção / Regimento de Cavalaria 6

Por: Nuno Chaves

O Grupo de Auto-Metralhadoras (GAM) terá sido porventura umas das Unidades Operacionais do Exército Português com menor tempo útil de vida, contudo esse factor não impediu o GAM de intensamente alcançar os seus objectivos e de chegar ao fim da sua missão com um sentimento de dever cumprido, deixando assim uma marca forte em todos quantos a ele estiveram ligados. Em apenas uma década (2005-2015) O Grupo de Auto-Metralhadoras da Brigada de Intervenção soube orgulhosamente dignificar e fazer jus ao seu lema “Cavaleiros a Quem Nenhum se Iguala”

Como FND participou nos Teatros de Operações (TO) do Kosovo e do Afeganistão:

– O Agrupamento MIKE – (MIKE/BrigInt/KFOR) no Kosovo onde assumiu a missão de Reserva Táctica da KFOR-(KTM) entre Setembro de 2008 a Março de 2009.

– Como Unidade Independente (GAM/BrigInt/KFOR) por duas vezes (nos períodos compreendidos) entre  Setembro de 2011 a Março de 2012 e entre Abril de 2015 a Outubro de 2015.

– No Afeganistão como 5.º Módulo de Apoio da OMLT CAPITAL DIVISION, tendo por missão garantir sustentação e apoio às OMLT Portuguesas no TO do Afeganistão entre Abril de 2010 a Outubro de 2010.

 Unidades do Exército Português
Histórico de Missões

*  *  *

 AGRUPAMENTO MIKE – (MIKE/BrigInt/KFOR)
KOSOVO – 2008-2009

AGRUPAMENTO MIKE
Passagem da Bandeira Nacional e do Guião da KTM do 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista para o Agrupamento MIKE. Cerimónia presidida pelo TGen Emílio Gay a 25 de Setembro de 2008

AGRUPAMENTO MIKE

 5º MÓDULO – (Ap/BrigInt/ISAF)
AFEGANISTÃO – 2010

GAMGAM2

GRUPO DE AUTO-METRALHADORAS – (GAM/BrigInt/KFOR)
KOSOVO – 2011-2012 | 2015

GAM
Transferência de Autoridade, presidida pelo MGen Francesco Paolo Figliuolo, Comandante da KFOR, materializada pela passagem do Guião da KTM do 1BIPara para o GAM/KFOR – 06 Abril de 2015

GAMGAM 5GAM

em construção

 

Regimento de Infantaria nº 4

RI 4

 

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA: 
Publicação das Armas:  “Portaria”, 1977, Fevereiro, 8 in OE, 1977, 1.ª série, n.º 2, pp. 42- 44

ARMAS:
Escudo de prata, uma quina de Portugal (escudete de azul com cinco besantes de prata em sautor), acompanhada de quatro bestas de vermelho, armadas do mesmo, uma em chefe, uma em contrachefe e uma em cada flanco.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho perfilada de ouro.
Paquife e virol de prata e de azul.
Timbre: um leão rampante de ouro, segurando nas garras dianteiras uma das bestas armadas do escudo.
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, estilo elzevir:
“AS ARMAS NÃO DEIXARÃO”.

SIMBOLOGIA:
A Unidade que tem hoje a designação de Regimento de Infantaria de Faro é sucessora do regimento de Infantaria nº 4 com quartel na mesma cidade.
O Batalhão de Caçadores nº 12 seu antecessor, tomou parte na Guerra peninsular. Distinguiu-se muito especialmente no Combate de Carrion a 25 de Outubro de 1812, “arrojando-se com valentia às posições inimigas , ficando a sua força reduzida a menos de uma Companhia” (Ordem do Dia de 17 de Janeiro de 1813
A esse feito de armas valoroso, que tão alto ergueu o nome da Pátria alude a QUINA das Armas de Portugal, justo prémio de tamanho sacrifício de vidas.
As BESTAS antepassadas das espingardas, simbolizam a Arma de Infantaria e o seu número condiz com o antigo indicativo numérico do Regimento
O LEÃO  do timbre alude ao das armas do Exército Português e segura uma BESTA armada, simbólica da Arma de Infantaria.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OURO: nobreza e fé
PRATA: rqueza e eloquência
VERMELHO: ardor bélico e força
AZUL: zelo e lealdade

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REGIMENTO DE INFANTARIA DE FARO

ARTIGO EM ACTUALIZAÇÃO

Regimento de Infantaria nº 2

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ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA: 
Publicação das Armas:  “Portaria”, 1972, Julho, 27 in OE, 1972, 1.ª série, n.º 7, pp. 416-417
Obs: As Armas foram ordenadas e publicadas em OE sem a condecoração, colar de oficial da Ordem Militar da Torre e Espada, que surge representada nesta iluminura.

ARMAS:
Escudo de vermelho, uma cruz florenciada de prata, vazia do campo.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho perfilada de ouro.
Paquife e virol de vermelho e de prata.
Timbre: duas asas de águia de prata e entre elas uma besta armada de ouro.
Condecorações: Circundando o Escudo a partir dos seus cantos o Colar de Comendador da Ordem da Torre e Espada, do Valor Lealdade e Mérito.
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, estilo elzevir:
“EXCELENTE E VALOROSO”

SIMBOLOGIA:
As Armas são as da família Pereira, a que pertencia o glorioso Condestável D. Nuno Álvares Pereira, que de Abrantes se encaminhou para Aljubarrota.
Constituem uma homenagem à mesma família.
As ASAS são as do Timbre da referida família.
A BESTA, antepassada da espingarda alude à Arma de Infantaria

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OURO: metal nobre por excelência, significa nobreza e pureza
PRATA: eloquência e lealdade
VERMELHO: ardor bélico e força

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REGIMENTO DE INFANTARIA DE ABRANTES  – (1969)

ARTIGO EM CONSTRUÇÃO

Agrupamento Sanitário

 

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ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 18 de Fevereiro de 2016
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 05/2016 (1ª série) – pp. 76-78

ARMAS:
ESCUDO: de púrpura, uma espada antiga com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e macenetada de ouro, acompanhada e entrelaçada de duas serpentes afrontadas e aladas de prata, iluminadas e linguadas de vermelho.
ELMO: militar de prata, forrado de vermelho a três quartos para a dextra;
CORREIA:  de vermelho, perfilada de ouro
PAQUIFE E VIROL: de púrpura e prata.
TIMBRE: uma espada antiga, com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e macenetada de ouro, carregada de uma esfera armilar de prata.
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“PARATI ET VOLUNTATE ET FACULTATIBUS”

SIMBOLOGIA:
A PÚRPURA do campo, representa a ciência e o conhecimento, elementos basilares que unem o sentimento do dever com o saber para poder cumprir
As SERPENTES ALADAS realçam a capacidade de projecção e simbolizam o eterno combate entre a saúde e a doença, o bem e o mal;
A ESPADA  antiga simboliza o carácter operacional e castrense do Agrupamento ;
A ESFERA ARMILAR simboliza o mundo e realça a capacidade de projecção e mobilidade da unidade na defesa dos interesses estratégicos;
A DIVISA “PARATI ET VOLUNTATE ET FACULTATIBUS” (Prontos “a ajudar” com a vontade e com os recursos), alude ao carácter da missão e afirma a confiança no cumprimento da mesma.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
PÚRPURA:  ciência  e dever consciente de cumprir
PRATA:  a esperança de ajudar e a humildade na execução

AGRUPAMENTO SANITÁRIO
(Fotografias Exército Português)

SÍNTESE:

O Agrupamento Sanitário (AgrSan), foi criado oficialmente por despacho do Chefe do Estado-Maior do Exército de 26 de Março de 2015 e constitui-se como um Elemento da Componente Operacional do Sistema de Forças da componente terrestre, pertence às Forças de Apoio Geral e de Apoio Militar de Emergência na dependência do Comando das Forças Terrestres para emprego operacional.

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Cerimónia de entrega do Estandarte Heráldico do Agrupamento Sanitário
30 de Março de 2016

AGRSAN

O Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General Faria Menezes, procede à entrega do Estandarte Heráldico do Agrupamento Sanitário do Exército ao seu Comandante, Tenente-Coronel Cavalaria João Santana.
Esta cerimónia decorreu no Quartel-General da Brigada de Reação Rápida em Tancos no dia 30 de Março de 2016.
Durante a alocução proferida enalteceu o profícuo trabalho desenvolvido por todos os militares do Agrupamento durante esta fase da criação da Subunidade, cuja missão é a de garantir o apoio sanitário até Role 2 Enhanced (Role 2E), Emergência médica, Evacuação tática e Reabastecimento da classe VIII em todo espectro das operações militares, no âmbito Nacional ou Internacional.

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Visita de trabalho ao Agrupamento Sanitário (AgrSan) unidade sob o Comando das Forças Terrestres (CFT)
11 de Fevereiro de 2015

AgrSangif

No contexto das visitas de trabalho às Unidades sob o Comando das Forças Terrestres (CFT), o Agrupamento Sanitário (AgrSan) do Exército aquartelado na Unidade de Aviação Ligeira do Exército em Tancos, recebeu no dia 03 de fevereiro de 2015, a visita do Exmo. Comandante da Forças Terrestres, TGen António Xavier Lobato de Faria Menezes.

A visita teve início às 16h00, com as Honras Militares regulamentares, seguido da apresentação de cumprimentos no edifício do Comando da BrigRR e por fim a visita às novas instalações do AgrSan, onde se visitou as obras em curso das infraestruturas onde irá ficar instalado o AgrSan, assim como um módulo da Estrutura Sanitária de Campanha, flexível e projetável,  destinado a  prestar apoio sanitário aos militares do Exército, destacados em operações ou em treino, fora ou dentro do Território Nacional.

Para além do Exmo. Comandante da Brigada de Reação Rápida, MGen Carlos Alberto Grincho Cardoso Perestrelo, do Comandante do AgrSan, Sr. TCor Cavalaria João Carlos Pinto Bouça Flôres Noné Santana, acompanharam ainda a visita do Exmo Tenente-General CFT, o 2º Comandante da BrigRR, Coronel Tirocinado Cavalaria, Pedro Miguel Andrade da Fonseca Lopes, o CEM da BrigRR, Tenente-Coronel Inf Pára Hilário Dionísio Peixeiro, entre outros Oficiais e Sargentos do Comando das Forças Terrestres e do Comando e Estado-Maior da BrigRR.
Fonte: (Exército Português)

DIA FESTIVO DO AGRUPAMENTO SANITÁRIO:
Por Despacho sem n.º do Chefe do Estado Maior do Exército de de 12 de abril de 2016, em suplência, de 12 de abril de 2016, é instituído o dia 26 de Março como o Dia Festivo do Agrupamento Sanitário.
(In: OE  nº 04/2016 (1ª série) – Página 59)

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
04 de Outubro 2016