Agrupamento MIKE

AGR MIKE
ARMORIAL:
 JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: 
XXX
NOTA: O Agrupamento MIKE da Brigada de Intervenção, enquanto Força Nacional Destacada, constitui-se como unidade independente. Como tal, de acordo com o Regulamento de Heráldica do Exército – portaria n.º 213/87 de 24 de Março (Art. 24.º, Cap.º IV) , tem direito a armas próprias.

ARMAS:
Escudo de negro, 6 folhas de carvalho de prata, 3, 2, 1
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de negro e de prata
Timbre: Um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maiúsculas de estilo elzevir
“UT UNUM SINT”.

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria N.º 6, Unidade “mãe” do aprontamento do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR
As FOLHAS DE CARVALHO, devido à sua resistência nas condições mais difíceis representam as virtudes militares, nomeadamente a coragem e a bravura que enformam o espírito do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR. O seu número é uma alusão à unidade que abraça o aprontamento do Agrupamento – O Regimento de Cavalaria N.º 6
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade actua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do Agrupamento MIKE/Briglnt/ KFOR. Segura o ESCUDETE DA BRIGADA DE INTERVENÇÃO numa referência à Grande Unidade operacional responsável pelo aprontamento da Força
A divisa “UT UNUM SINT”, “para que sejam um só” (Evangelho segundo S. João, Cap. XVII – Vers. 11), evoca o exemplar espírito de corpo, de camaradagem, a coesão e a unidade dos militares do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, eloquência, esperança, franqueza, humildade e verdade
O AZUL, zelo, lealdade, galhardia, integridade e perseverança
O NEGRO, constância nas adversidades, firmeza, sabedoria, prudência e virtude

Em Construção

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
31 de Dezembro de 2016

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Unidade de Engenharia 11

UnEng11

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 21 de Outubro de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 663-665

ARMAS:
Escudo de negro, um castelo de ouro lavrado de negro, aberto e iluminado de vermelho, acompanhado em chefe de dois cedros de prata, em contra-chefe um kaibauk também de prata.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho, perfilada de ouro.
Paquife e Virol, de negro e de ouro
Timbre, um Tigre de prata, segurando um escudete da Brigada Mecanizada
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“SEMEAR A PAZ FORTIFICANDO”

SIMBOLOGIA:
O CASTELO: é o emblema tradicional da arma de Engenharia.
O CEDO: (Cedrus Libani, A. Rich) é o símbolo nacional do Líbano tem como intuito reforçar a ligação dos militares da UnEng11/FND/UNIFIL, com o país onde vão desempenhar a sua honrosa missão.
O KAIBAUK: símbolo de poder em Timor-Leste é uma alusão aos militares originários deste país que integram a  UnEng11/FND/UNIFIL.
O TIGRE: animal de reconhecida astúcia, agilidade e bravura, qualidades que certamente estão presentes nos militares da UnEng11/FND/UNIFIL, remete-nos também para o curso de Explosivos, Destruições, Minas e Armadilhas, curso de excelência da arma de Engenharia.
A DIVISA: “SEMEAR A PAZ FORTIFICANDO”  reflecte o espírito da missão da UnEng11/FND/UNIFIL, cujo o objectivo é contribuir para a reconstrução do Líbano, País martirizado pela guerra com o fim último de ajudar a alcançar  a paz.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO: FIRMEZA E NOBREZA
A PRATA, franqueza e humildade
O NEGRO, sabedoria e verdade
O VERMELHO: audácia e bravura
O AZUL, boa fé e zelo

UNIFIL

UNIDADE DE ENGENHARIA 11 – UnEng11/FND/UNIFIL

A Unidade de Engenharia 11, foi uma FND (Força Nacional Destacada) aprontada e mobilizada pela Brigada Mecanizada para o Teatro de Operações do Líbano integrada na UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon) no período de 16 de Janeiro de 2012 a 24 de Junho de 2012, o seu Comandante foi o TCor Martins Costa.
Forças Nacionais Destacadas – (Histórico de Missões)

ubique camp
Ubique Camp – Líbano

UNENG 11

Reconhecimento ao TO do Líbano
De 17 a 21 de Outubro de 2011 – A delegação foi constituída por 3 militares da UnEng11, comandada pelo TCOR ENG Martins Costa e acompanhada pelo TCOR INF Zambujo Carapuço do CFT. Este reconhecimento teve como objectivo conhecer o Teatro de Operações, Aquartelamento, e todas as especificidades em termos operacionais e administrativos da Unidade de Engenharia, com vista à adaptação do plano de aprontamento às condições que vão encontrar no TO.
(Fotografia e Texto: EMGFA)

UNENG 11

17 de Maio 2012
o Force Commander MGen Paolo Serra visitou a Unidade de Engenharia 11, tendo sido a primeira vez que foi recebido no UBIQUE CAMP desde que tomou posse das suas funções de Head of Mission e Force Commander (HoM&FC).
À chegada à unidade o HoM&FC recebeu as honras militares regulamentares que consistiu numa Guarda de Honra constituída pelos Destacamentos de Apoio de Serviços e de Construções e pelo Contingente Timorense e comandada pelo 2º Comandante da UnEng11, Maj Eng Mário Martinho, e após a qual recebeu um briefing operacional relativo à organização e capacidades da força e os principais trabalhos realizados e a decorrer.
Terminado o briefing seguiu-se uma visita pelo UBIQUE CAMP e o almoço com todos os militares da UnEng11.
Durante a visita o HoM&FC dirigiu palavras de agradecimento e de enaltecimento pelo trabalho desenvolvido pelos contingentes portugueses desde 2006 e a importância que esta unidade tem no seio da UNIFIL

Imagens e Texto: Exército Português

em construção

 

Grupo de Auto-Metralhadoras

GAM

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 09 de Agosto de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 659 a 662
NOTA: O Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção, enquanto Força Nacional Destacada, constitui-se como unidade independente. Como tal, de acordo com o Regulamento de Heráldica do Exército – portaria n.º 213/87 de 24 de Março (Art. 24.º, Cap.º IV) , tem direito a armas próprias. A Secção de Heráldica desenvolveu um estudo conducente à atribuição das Armas, em articulação com a unidade interessada merecendo a concordância da mesma.

ARMAS:
Escudo de negro, seis folhas de carvalho de prata, acompanhadas em ponta por duas asas de dragão do mesmo
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de negro e de prata
Timbre: um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
“CAVALEIROS A QUEM NENHUM SE IGUALA” – (“Os Lusíadas – Canto IV, Est 37)

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria n.º 6, unidade “mãe” do Grupo de Autometralhadoras.
As FOLHAS DE CARVALHO, que com a sua reconhecida resistência nas condições mais difíceis, representam as virtudes militares, nomeadamente a coragem e a bravura presentes no espírito e atitude do GAM/FND, simbolizando também o Agrupamento MIKE/BrigInt/KFOR força nacional destacada sua antecessora. O seu número é uma alusão clara ao Regimento de Cavalaria n.º 6, unidade que abraça o aprontamento do GAM
As ASAS DE DRAGÃO clara alusão ao RC6 que nas suas armas tem um Dragão de ouro, símbolo dos cavaleiros vigilantes das terras de Entre-Douro e Minho
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade actua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do GAM/FND. Segura o ESCUDETE da Brigada de Intervenção numa referência à Grande Unidade Operacional responsável pelo aprontamento da força
A DIVISA “CAVALEIROS A QUEM NENHUM SE IGUALA” (“OS LUSÍADAS – Canto IV, Est 37), esta divisa alude aos cavaleiros e invoca o espírito de sacrifício e de cumprimento da missão presente no soldado português e mais especificamente nos militares do GAM/FND.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, franqueza e verdade
O NEGRO, sabedoria e constância nas adversidades
O AZUL, generosidade e integridade.

1ª Proposta para as Armas do Grupo de Autometralhadoras:

GAM

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Publicação das Armas: NÃO APROVADAS / NÃO PUBLICADAS

ARMAS:
Escudo, de negro, Esfera Armilar com mapa mundo encabeçado por um dragão alado lançando chamas
Elmo militar, de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia, de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol, de negro e de prata
Timbre, um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa, listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maiúsculas de estilo elzevir:
“SEMPER FIDELIS

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria N.º 6, Unidade “mãe” do Grupo de Autometralhadoras.
A ESFERA ARMILAR, a envolver o Planeta Terra, representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram e conectaram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e conhecimento. Na actualidade e à luz dos compromissos internacionais assumidos, representa o carácter eminentemente expedicionário da Brigada de Intervenção, e a sua possibilidade de emprego em qualquer parte do mundo. Alude ainda à blindagem das Autometralhadoras que confere protecção e segurança ao planeta Terra.
O DRAGÃO, simboliza os cavaleiros, sentinelas vigilantes das terras de entre Douro-e-Minho. Situa-se no topo da Esfera Armilar, cuspindo fogo para defender e proteger o planeta terra e dissuadir as ameaças que ponham em causa o seu equilíbrio natural.
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade atua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do GAM. Segura o ESCUDETE da Brigada de Intervenção numa referência à Grande Unidade operacional do Exército a que pertence.
A DIVISA “SEMPER FIDELIS” (Sempre Leal), evoca o exemplar espírito de servir incondicionalmente, até à morte, se necessário.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, eloquência, esperança, franqueza, humildade e verdade
O AZUL, zelo, lealdade, galhardia, integridade e perseverança
O NEGRO, constância nas adversidades, firmeza, sabedoria, prudência e virtude.

GAM

GRUPO DE AUTOMETRALHADORAS – GAM/BrigInt/KFOR
O Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção, foi uma Sub-Unidade do Regimento de Cavalaria nº 6 que se constituiu como Força Nacional Destacada (FND) para o Teatro de Operações do Kosovo e do Afeganistão. Foi criado a 16 de Junho de 2005 e Extinto através da Nota nº 007999 da Direcção de Planeamento de Forças do Estado Maior do Exército, de 11 de Novembro de 2015.

GAM
Cerimónia Militar de entrega do Estandarte Nacional do GAM/KFOR que regressou do Kosovo. – 10 de Outubro de 2015, esta foi a última Cerimónia Militar do GAM e marcou 10 anos de existência.

SÍNTESE:

001O GAM surge no âmbito da transformação da Brigada Ligeira de Intervenção (BLI) em Brigada de Intervenção (BrigInt), no quadro da transformação do Exército levada a cabo a partir do ano de 2004, com a aprovação do Sistema de Forças Nacional (SFN 04 – COP). Por despacho de 25JAN05, de Sua Excelência o General (Gen) Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME) aprovou a proposta das tarefas a implementar, durante o ano de 2005, para a transição para a nova estrutura definida na Diretiva para a transformação do Exército, no âmbito das ações para transformar a BLI em BrigInt

O Grupo de Autometralhadoras (GAM) da Brigada de Intervenção, foi uma das forças Operacionais geradas no Regimento de Cavalaria 6.
A 16 de Junho de 2005, por despacho Sua Excelência o Gen CEME, foi criado o GAM, cujo levantamento deveria estar concluído até 30 de Setembro de 2005.
O GAM Destaca-se pela sua participação em três Forças Nacionais Destacadas, (FND) em Operações de Apoio à Paz, duas no Teatro de Operações do Kosovo e outra no Afeganistão

O GAM é oficialmente extinto através da Nota nº 007999 da Direção de Planeamento de Forças do Estado Maior do Exército, de 11 de novembro de 2015, que refere o seguinte: “Com a aprovação do Quadro Orgânico do Grupo de Reconhecimento, é extinto o Grupo de Autometralhadoras da Brigada de Intervenção.”

GAM
GAM / Exercício Dragão 06 Participação do 1ºEAM/GAM no exercício anual da Brigada de Intervenção

GRUPO DE AUTOMETRALHADORAS – GAM/BrigInt/KFOR
Brigada de Intervenção / Regimento de Cavalaria 6

Por: Nuno Chaves

O Grupo de Auto-Metralhadoras (GAM) terá sido porventura umas das Unidades Operacionais do Exército Português com menor tempo útil de vida, contudo esse factor não impediu o GAM de intensamente alcançar os seus objectivos e de chegar ao fim da sua missão com um sentimento de dever cumprido, deixando assim uma marca forte em todos quantos a ele estiveram ligados. Em apenas uma década (2005-2015) O Grupo de Auto-Metralhadoras da Brigada de Intervenção soube orgulhosamente dignificar e fazer jus ao seu lema “Cavaleiros a Quem Nenhum se Iguala”

Como FND participou nos Teatros de Operações (TO) do Kosovo e do Afeganistão:

– O Agrupamento MIKE – (MIKE/BrigInt/KFOR) no Kosovo onde assumiu a missão de Reserva Táctica da KFOR-(KTM) entre Setembro de 2008 a Março de 2009.

– Como Unidade Independente (GAM/BrigInt/KFOR) por duas vezes (nos períodos compreendidos) entre  Setembro de 2011 a Março de 2012 e entre Abril de 2015 a Outubro de 2015.

– No Afeganistão como 5.º Módulo de Apoio da OMLT CAPITAL DIVISION, tendo por missão garantir sustentação e apoio às OMLT Portuguesas no TO do Afeganistão entre Abril de 2010 a Outubro de 2010.

 Unidades do Exército Português
Histórico de Missões

*  *  *

 AGRUPAMENTO MIKE – (MIKE/BrigInt/KFOR)
KOSOVO – 2008-2009

AGRUPAMENTO MIKE
Passagem da Bandeira Nacional e do Guião da KTM do 1º Batalhão de Infantaria Paraquedista para o Agrupamento MIKE. Cerimónia presidida pelo TGen Emílio Gay a 25 de Setembro de 2008

AGRUPAMENTO MIKE

 5º MÓDULO – (Ap/BrigInt/ISAF)
AFEGANISTÃO – 2010

GAMGAM2

GRUPO DE AUTO-METRALHADORAS – (GAM/BrigInt/KFOR)
KOSOVO – 2011-2012 | 2015

GAM
Transferência de Autoridade, presidida pelo MGen Francesco Paolo Figliuolo, Comandante da KFOR, materializada pela passagem do Guião da KTM do 1BIPara para o GAM/KFOR – 06 Abril de 2015

GAMGAM 5GAM

em construção

 

Agrupamento Índia

AGR ÍNDIA

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA:
JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação: 
Despacho s/nº CEME/12 de 26 Junho de 2012
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 675-677

ARMAS:
Escudo de negro, uma pala bretessada de ouro carregada de quatro moletas de negro
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de Vermelho, perfilada de ouro
Paquife e Virol de negro e de ouro
Timbre: Um Cavalo Sainte, erguendo o escudete da Brigada Mecanizada
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo em letras de negro, maiúsculas de estilo elzevir:
“DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA”

SIMBOLOGIA:
O NEGRO: do campo representa a terra por onde a bravura e a galhardia dos nossos antepassados trilharam o caminho da honra e da glória;
A PALA bretessada de OURO lembra o rasto do trilho das viaturas mecanizadas, aludindo à natureza das unidades da Brigada Mecanizada que constituem o Agrupamento Índia, rasgando no negro da terra o caminho da honra e da glória;
As MOLETAS evocam as esporas de ouro que, após um feito de armas, eram solenemente entregues àqueles que, jurando não recear a morte, eram armados cavaleiros. O seu número é uma alusão ao antigo Regimento de Cavalaria nº 4, antecessor do atual Quartel de Cavalaria da Brigada Mecanizada, unidade responsável pelo aprontamento e organização do Agrupamento Índia e das quatro unidades da Brigada Mecanizada que contribuem com forças para o agrupamento, o Grupo de Carros de Combate, o Esquadrão de Reconhecimento, o Grupo de Artilharia de Campanha e a Bateria de Artilharia Antiaérea;
O CAVALO alude ás características de mobilidade e protecção blindada dos materiais que equipam o agrupamento Índia;
O ESCUDETE da brigada Mecanizada representa a grande Unidade mobilizadora do Agrupamento Índia.
A divisa “DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA” (“Os Lusíadas”, Canto I), alude ao carácter da missão do Agrupamento Índia e afirma a confiança no cumprimento da mesma;

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
– O OURO, a nobreza de carácter do militar português e a firmeza da sua conduta;
– O NEGRO: a constância na adversidade e o senso necessário na acção.

Dia da Brigada Mecanizada - 2013 Fotografia: Brigada Mecanizada
Dia da Brigada Mecanizada – 2013
Fotografia: Brigada Mecanizada

KFOR

AGRUPAMENTO ÍNDIA – AgrÍndia/FND/KFOR

O Agrupamento Índia, foi uma FND (Força Nacional Destacada) mobilizada pela Brigada Mecanizada para o Teatro de Operações do Kosovo integrada na KFOR (Kosovo Force) no período de 27 de Setembro de 2012 a 27 de Março de 2013
Forças Nacionais Destacadas – (Histórico de Missões)

agrupamento índia

GALERIA DE IMAGENS:
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