Unidade de Apoio Geral de Material do Exército

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
16 Fevereiro 2018

 

UAPGME.png

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação:
 Despacho do CEME s/n.º de 19 de Janeiro de 2017

Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 05/2017 (1ª série) – pp. 112-114

ARMAS:
ESCUDO: de prata, uma aspa de vermelho carregada de quatro correntes reunidas ao centro por uma roda dentada, um cadeado em abismo tudo de ouro;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de prata e de vermelho;
TIMBRE um flamingo de prata:
DIVISA:num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”.

SIMBOLOGIA:
A PRATA do campo lembra a cor predominante das instalações da Unidade de Apoio Geral
de Material do Exército, bem como o Rio Tejo, que lhe serve de moldura.
A ASPA alude a Luís António de Melo, Duque de Cadaval, que, por Decreto Real de
D. Pedro II, em 1699, mandou comprar a quinta de Beirolas, para nela se edificarem os Armazéns da Pólvora, é também reminiscência das Armas do extinto Depósito Geral de Material do Exército unidade antecessora da atual Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, neste local.
As quatro CORRENTES reunidas ao centro por uma RODA DENTADA representam a
cadeia logística e as suas variadas facetas e funções.
O CADEADO alude à função de guarda, armazenamento e segurança física das instalações e materiais à sua responsabilidade.
O FLAMINGO, espécie ornitológica local, muito resistente e habituada a viver com
escassos recursos, define o estoicismo e a perseverança daqueles a quem cabe a nobre missão de obter vantagem competitiva no âmbito do apoio geral e de base do material do Exército.
A divisa “A GLÓRIA POR TRABALHOS ALCANÇADA”, Lus. IX – 18, é uma exortação ao permanente labor que se traduz numa resposta atempada às múltiplas solicitações dirigidas a esta Unidade de apoio logístico.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO, constância e sabedoria;
A PRATA, riqueza e verdade;
O VERMELHO, firmeza e segurança.

 

UNIDADE DE APOIO GERAL DE MATERIAL DO EXÉRCITO:

UAGME

 

SÍNTESE:

A restruturação dos Estabelecimentos fabris Militares do Exército, e a consequente extinção, por fusão, das Oficinas Gerais de Material de Engenharia, originaram a integração das suas atribuições e competências no Exército através do Comando da Logística.
Resultante destas alterações e do desenvolvimento de uma política de reestruturação e
concentração de Órgãos, visando uma melhoria na racionalização dos recursos humanos e materiais existentes, a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército ficou herdeira das tradições do antigo Depósito Geral de Material do Exército, do qual continua a desenvolver a mesma missão, acrescida da função logística Manutenção, atribuída às Oficinas Gerais de Material de Engenharia e ao Centro Militar de Eletrónica, entretanto extintos. A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército, dependendo hierárquica e tecnicamente da Direção de Material e Transportes e funcionalmente do Comando da Logística, encontra-se instalada nos terrenos do antigo Depósito Geral de Material de Exército, em Benavente, que, em 08 de novembro de 2002, tinha absorvido os seguintes Depósitos do Exército:

 Depósito Geral de Material de Guerra;
 Depósito Geral de Material de Engenharia;
 Depósito Geral de Material de Transmissões;
 Depósito Geral de Material de Intendência;
 Depósito Geral de Material de Sanitário

HERANÇA:
(Tradições Militares e Património Histórico)
A Unidade de Apoio Geral de Material do Exército É Herdeira das Tradições Militares e do Património Histórico das seguintes Unidades:

CENTRO MILITAR DE ELECTRÓNICA (CME)
Por despacho de S. Exa. o General CEME, de 22 de Janeiro de 2017, exarado na Informação n.º 01/HM/17, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico do extinto Centro Militar Eletrónica (CME).
In: (Ordem do Exército nº 02/2017 – 1ª série pp. 59)

OFICINAS GERAIS DE MATERIAL DE ENGENHARIA (OGME)
Por despacho de S. Ex.ª o General CEME, de 29 de Setembro de 2016, exarado na Informação n.º 26/HM/16, da Direção de História e Cultura Militar, é instituída a Unidade de Apoio Geral de Material do Exército (UAGME) como Herdeira das Tradições e do Património Histórico das extintas Oficinas Gerais de Material de Engenharia (OGME)
In: (Ordem do Exército nº 11/2016 – 1ª série pp. 243)

CRÉDITOS:
Fotografia do Cabeçalho: JOÃO RELVAS / LUSA
Fotografia da Porta de Armas da UAGME – António Mendes

 

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Unidade de Apoio da Área Militar Amadora-Sintra

 

unidade-copia

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: XXX

ARMAS:
ESCUDO de azul, duas faixas nubladas de prata;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho, perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de azul e de prata;
TIMBRE uma cotovia de prata
DIVISA Num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maísculas de estilo elzevir
“COM SUBLIME CORAÇÃO”

SIMBOLOGIA:
O AZUL do campo lembra o das armas do Comando da Logística, numa alusão às vestes e escudos dos guerreiros da Antiguidade, usados como sinal de vigilância, de espírito de servir e de amor a Pátria.

AS DUAS FAIXAS NUBLADAS aludem ao ultrapassar das dificuldades, pelo Grupo de Esquadrilhas Aviação República, na Amadora do passado e na do Presente, representa as dificuldades ultrapassadas pela Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra (UnAp/AMAS).
A COTOVIA, espécie ornitológica de excelente capacidade de locomoção e de invulgar coragem, por abandonar o ninho, mesmo antes de saber voar. Simboliza a energia e coragem aplicadas às modelares capacidades de trabalho dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra.
A DIVISA “COM SUBLIME CORAÇÃO”, (Lusíadas  IV – 76) é a inquebrantável disposição dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra, para prestar um apoio logístico eficaz

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: riqueza e humildade
O AZUL perseverança e galhardia

UnApAMAS

SÍNTESE:

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi uma unidade Militar do Exército Português, sediada na Amadora criada em 2007. conforme lhe for determinado (de acordo com o QO aprovado em 05 de Abril de 2007) a missão da UnApAMAS foi prestar apoio logístico e administrativo às unidades, estabelecimentos e órgãos do Exército implantados na ´Área Militar Amadora e Sintra (AMAS). A Unidade dependeu do Comando da Logística do Exército.

UnApAMAS.jpg

Organização:

A UnApAMAs foi uma unidade de Escalão Regimento, ou seja comandada por um Coronel incluindo:

Comando,
Estado-maior,
Batalhão de comando e serviços.
Área Militar Amadora Sintra

A Área Militar Amadora Sintra (AMAS) constitui um perímetro militar que agrupa vários aquartelamentos, ocupando uma parcela do concelho de Sintra (freguesia de Belas e Queluz) e uma parcela do concelho da Amadora.

No interior do perímetro existem:

Palacete da Arcada / Quartel do Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1 – parte do complexo do Palácio Nacional de Queluz;
Aquartelamento da Amadora da Academia Militar – antigo quartel do Batalhão de Carros de Combate e, depois, do Batalhão de Engenhos;
Quartel da UnApAMAS – quartel do tipo CANIFA, construído na década de 1950 para albergar o Regimento de Infantaria n.º 1 e depois ocupado pelo Regimento de Comandos;
Instalações desportivas militares.
O perímetro militar era referido no passado como Centro Militar da Amadora. Ali esteve já instalado o Grupo de Esquadrilhas de Aviação “República” (GEAR) e o respetivo aeródromo, o Batalhão de Engenhos, o Batalhão de Carros de Combate, o Regimento de Infantaria n.º 1 e o Regimento de Comandos. Na década de 1950, esteve para ali prevista a construção de um segundo quartel do tipo CANIFA que deveria alojar um regimento de cavalaria e um Estádio Militar. Outros projetos para o local incluiam a construção de uma nova sede para o Comando do Exército.

Possibilidades:

De acordo com o QO, aprovado em 05 de Abril de 2007 a Unidade de Apoio apresenta as seguintes possibilidades:

– Assegurar a administração dos recursos humanos, materiais e financeiros, conforme lhe for determinado;
– Assegurar o apoio de serviços em proveito das UEO aquarteladas, nomeadamente:Manutenção e conservação das infra-estruturas, Funcionamento dos sistemas de abastecimento de água, electricidade e da rede de esgotos; Serviços de lavandaria, messes e bares Comunicação e sistemas de informação; Manutenção de viaturas;Apoio Sanitário; Apoio Veterinário; Apoio de depósitos, reabastecimento, transportes e alimentação; Garante a segurança do pessoal, material e instalações das UEO aquarteladas na AMAS;
– Apoiar a realização de exercícios, conforme o que lhe for cometido em directivas específicas;
– Colaborar em acções no âmbito das outras missões de interesse público, de acordo com as determinações superiores e legislação em vigor.

EXTINÇÃO:

a) Pela Diretiva n.º 65/CEME/15, de 01 de Junho de 2015, são difundidas as instruções gerais
para a transferência do Regimento de Lanceiros n.º 2 para a Amadora e a extinção da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra.

b) Através do Despacho n.º 152/MDN/14, de 24 de outubro, de S. Exa. o MDN, foi aprovado o
Dispositivo de Forças de 2014 e o Plano de Redução do Dispositivo Territorial, no qual se prevê a extinção da UnApAMAS em 2015

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi Extinta a 1 de Junho de 2015
Nas suas instalações passou a estar aquartelado o Regimento de Lanceiros nº 2 transferido da Calçada da Ajuda para a Amadora.

Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta
Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra

PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta UnApAMAS

Considerando que: Não havendo uma Unidade que assuma, no essencial, a missão que era atribuída à UnApAMAS e tendo em conta o definido no Despacho n.º 12/84, de 8 de Fevereiro do Chefe do Estado-Maior do Exército, sobre a defesa do património histórico militar determino que a Unidade de Apoio do Comando da Logística seja instituída como Fiel Depositária do património histórico da extinta UnApAMAS

Lisboa, 22 de Julho de 2015.
O Chefe do Estado-Maior do Exército
Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, General.

Agrupamento Base de Santa Margarida

AGR BASE SM

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação: Aprovada  pela “Portaria” de 09 de Fevereiro de 1987
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 07/1987 (1ª Série) – pp. 517-519
NOTA: As Armas aprovadas para a actual: UNIDADE DE APOIO DA BRIGADA MECANIZADA (UnAp) são as mesmas do ABSM

ARMAS:
Escudo de negro, cinco espadas em pala, alinhadas em triângulo, acompanhadas em chefe de uma caldeira com arco e asa serpentíferos, tudo de ouro.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho perfilada de ouro.
Paquife e virol de negro e de ouro.
Timbre: um sobreiro de ouro.
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“LEAIS E SEMPRE PRONTOS”.

SIMBOLOGIA:
AS ESPADAS: Simbolizam as cinco Armas do Exército cujas unidades baseadas no CIMSM, saõ apoiadas pelo ABSM
A CALDEIRA: que ostentavam os ricos-homens medievais simbolizando a riqueza que lhes permitia sustentar e manter as suas forças privativas, representa o apoio de Serviços que o ABSM tem como missão.
O SOBREIRO: Árvore nobre dominante da flora local, assinala a implantação geográfica do Agrupamento.
A divisa «LEAIS E SEMPRE PRONTOS» exprime a decisão de, com lealdade e prontidão imediata, cumprir as tarefas administrativas e de apoio a todos os corpos instalados no CIMSM.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OURO: a firmeza, preserverança, vigor e fé postos no cumprimento da missão.
NEGRO: a prudência, a discrição e constância nas adversidades essenciais à prestação de serviço.

ABSM

AGRUPAMENTO BASE DE SANTA MARGARIDA
Desde 2006 designada por: UNIDADE DE APOIO DA BRIGADA MECANIZADA

O Agrupamento Base de Santa Margarida (ABSM), teve origem no Destacamento do Campo de Instrução Militar de Santa Margarida (CIMSM) em 1953 em Santa Margarida.
Em 1981, Mudou de Designação para Agrupamento Base de Santa Margarida (ABSM)

Em 1952, tiveram início os trabalhos de organização destinados ao local e treino de uma Divisão (3ª) de Infantaria.
Em 1953, em consequência da necessidade de manutenção das infra-estruturas que foram sendo construídas é criado o Campo de Instrução Militar de Santa Margarida (CIMSM) que integrava uma Unidade Territorial designada por Destacamento do campo.
A partir de 1961 com o eclodir da guerra na províncias Ultramarinas aquela Unidade prestou larga contribuição à preparação e treino operacional dos Batalhões mobilizados.
Em 1978, é criado com sede permanente na área do Campo de Instrução Militar, a 1ª Brigada Mista Independente (1ª BMI), herdeira das tradições históricas da 3ª Divisão de Infantaria.
Em 1981, após as mudanças verificadas nas instalações da 1ª Brigada Mista Independente, é criado o Agrupamento base de Santa Margarida (ABSM), por transformação do destacamento do Campo. Esta criação dá-se devido à extensão física, ao volume de tarefas de apoio e serviços e à necessidade de ministrar instrução aos mancebos do CIMSM.
Em 1993, no âmbito da remodelação do Exército, o ABSM é extinto pelo Despacho 72/MDN/93 de 30 de Junho, sendo criado o Batalhão de Comando e Serviços (BCS).

Em 2006, no âmbito de nova remodelação do Exército Português é extinto o BCS por despacho de 30 de Junho do General CEME, e a 1 de Julho de 2006. é criada a UNIDADE DE APOIO, como Unidade orgânica da Brigada Mecanizada (BrigMec).
Mantém as responsabilidades do BCS em termos de apoio de serviços às Unidades e manutenção das áreas comuns do Campo de Santa Margarida.

LEAIS E SEMPRE PRONTOS

ABSM

 ABSM

Campo Militar de Santa Margarida

CMSM

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação: Despacho do CEME nº 306/97 de 24 de Outubro de 1997
Publicação:
Ordem do Exército nº 11/1997 (1ª série)pp. 415-417
Condecoração: A 4 de Abril de 2002 foi feito Membro-Honorário da Ordem Militar de Cristo, passando a ostentar nas suas Armas a Cruz da Ordem Militar de Cristo
LEGISLAÇÃO: Mudou de designação, de CIMSM (Campo de Instrução Militar de Santa Margarida) para CMSM – Campo Militar de Santa Margarida, nos termos do Despacho 72/MDN/93 de 30JUN93, publicado no DR. n.º 163 – II Série 14JUL93, pág. 7503

ARMAS:
Escudo de negro, uma margarida de prata abotoada de ouro; orla ameada de ouro;
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
Correia de vermelho, perfilada de ouro;
Paquife e virol de negro e de prata;
Timbre: um javali de negro, segurando um escudete da Brigada Mecanizada Independente;
Condecoração: Sotoposta ao escudo a cruz da Ordem Militar de Cristo.
Divisa: Num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
“NAS ARMAS E NA PAZ”.

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo alude ao elo profundo que une o homem à terra que defende;
A MARGARIDA é o elemento falante das armas porque constitui alusão inconfundível à localização do Campo Militar de Santa Margarida. É também uma importante referência ao domínio florestal e rústico e à harmonia que se busca entre a actividade militar e a preservação da natureza;
A ORLA, caracteriza o comando territorial associado à Brigada Mecanizada Independente;
O JAVALI simboliza a confiança na sua própria força, a prudência e a vigilância. A sua lendária inteligência aliada às suas invulgares capacidades de defesa, tornaram o javali num símbolo de resistência tenaz e corajosa bem como de irredutibilidade. Surgindo outrossim da profunda tradição hiperbórea, e como tal venerado nos tempos primordiais da Humanidade, o javali simboliza a autoridade espiritual e o domínio da mente e da sacralidade sobre a simples força material. Assim, os antigos povos da Lusitânia conotavam-no com o deus Endovélico, divindade benigna cujo culto se celebrava com grande intensidade na região transtagana. Gozava tal culto de tanto prestígio, que os invasores romanos o mantiveram e adoptaram, por considerarem que na sua área de origem, Endovélico e os seus javalis representavam a mais alta autoridade.
O ESCUDETE sustentado pelo javali representa as armas da Brigada Mecanizada Independente, Grande Unidade sediada no Campo Militar de Santa Margarida e seu encargo operacional;
A DIVISA, “NAS ARMAS E NA PAZ”, Lus. VII-56, é a afirmação inequívoca do papel relevante assumido pelo Campo Militar de Santa Margarida, tanto no plano operacional, pela sua responsabilidade na preparação e treino da Brigada Mecanizada Independente, como, por outro lado, em diversas missões no contexto do tempo de paz, de que se sublinham o apoio às populações e a defesa e preservação do ambiente.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OURO, força e nobreza;
A PRATA, esperança e verdade;
O AZUL, galhardia e integridade;
O NEGRO, virtude e obediência.

ARMAS DO CAMPO MILITAR DE SANTA MARGARIDA
(Com a Cruz da Ordem Militar de Cristo com que foi condecorada)

CAMPO MILITAR DE SANTA MARGARIDA

 

CAMPO MILITAR DE SANTA MARGARIDA:

Campo militar de Santa margarida

TRADIÇÕES E PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
Despacho n.º 220/CEME/2009: Institui a Brigada Mecanizada como unidade herdeira das tradições e do património histórico do extinto Campo Militar de Santa Margarida
In: (Ordem do Exército nº 01/2011 – pp.20)

DIA DA UNIDADE:
Por despacho de S. Exa. o General CEME, de 19 de abril de 2017, é instituído o dia 03 de
outubro como o Dia Festivo do Campo Militar de Santa Margarida (CMSM).

 

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
14 DEZEMBRO 2017