Escola Prática de Infantaria

EPI

ARMORIAL: MIGUEL DE PAIVA COUCEIRO
ILUMINURA:
PUBLICAÇÃO DAS ARMAS: “Portaria”, 1978, Julho, 17 in OE, 1978, 1.ª série, n.º 7, pp. 444-445

ARMAS:
ESCUDO: uma besta de ouro, dois livros abertos do mesmo em contra-chefe
ELMO: Militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
CORREIA: de vermelho perfilada de ouro
PAQUIFE E VIROL: um voo de ouro sustentando uma cruz florenciada, vazia de vermelho
TIMBRE: um voo de ouro sustentando uma cruz florenciada, vazia de vermelho
CONDECORAÇÕES: Circundando o escudo o Colar Membro Honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito
DIVISA: um listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em Letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“AD UNUM”.

SIMBOLOGIA:
A BESTA: é o emblema da Infantaria e os Livros constituem o tradicional emblema das escolas
A COR VERDE: do campo é a Infantaria

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OURO: nobreza e fé
VERDE: esperança e liberdade.

ESCOLA PRÁTICA DE INFANTARIA

epi

ANTECEDENTES HISTÓRICOS
(Da Página do Exército Português)

ESBOÇO HISTÓRICO:

As relações de Mafra com a Infantaria são bem antigas, pois em 1809, na preparação para fazer face à terceira invasão francesa, Beresford estabelece no Convento um “DEPÓSITO DE RECRUTAS DE INFANTARIA”, com a missão de receber e instruir os soldados novos antes de se incorporarem nas unidades da Arma.

Guilherme Ferreira de Assunção no seu livro “À SOMBRA DO CONVENTO” refere que o conde Raczynski terá afirmado que em edifício de tão grandes dimensões seria possível alojar alguns regimentos. Escreve, ainda, que D. Maria II, após visitas à vila de Mafra, tinha reconhecido a vantagem da instalação de um corpo militar no Convento.

A partir de 1841, segundo o mesmo autor, o Convento começou a ser ocupado por militares. O Batalhão de Caçadores n.º 27 foi o primeiro e depois seguiram-se:

– Batalhão de Caçadores n.º 8; – Infantaria 1, 2, 5, 7,10, 12, 15, 16, 17 e 23; – Caçadores 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 8; – Artilharia n.º 4; – Lanceiros n.º 2; – Cavalaria 4, 9, e 10.

1846 – Por diploma de 20 de Dezembro, sendo ministro da guerra o Conde de Tomar, é prevista a organização de campos de instrução, alguns com escolas militares que davam continuidade ou desenvolviam algumas escolas existentes em unidades militares.

EPI

ESCOLA PRÁTICA DE INFANTARIA E CAVALARIA:

1887 – Por carta de lei de 22 de Agosto, reinado de D. Luís I, o ministro da guerra Visconde de S, Januário – funda a Escola Prática de Infantaria e Cavalaria que começa a funcionar no CONVENTO DE MAFRA. Assim se materializou naquele ano, a ideia da criação de escolas práticas destinadas ao desenvolvimento da instrução profissional dos oficiais de infantaria e de cavalaria, reunindo-se num estabelecimento a instrução prática das duas armas, por se terem achado comuns às duas, algumas especialidades de instrução militar.

1888 – A 9 de Janeiro, sendo comandante o Coronel César Augusto da Costa é publicada a primeira Ordem de Serviço. Nesse mesmo ano inicia-se a construção da carreira de tiro, considerada na época a melhor do país.

EPI

Imagem: Antigo emblema da EPI – (Colecção Pessoal: Nuno Chaves)
Um Elmo antigo e tripartido, verticalmente, com as cinco quinas ladeadas pela figura do Patrono da Infantaria: D. Nuno Álvares Pereira, e uma espada curta.
Sob o Elmo, a sigla da Unidade e em baixo sob um listel branco a Divisa da Unidade, gravada em ouro: “AD UNUM” (Até ao Último)

EPI

ESCOLA PRÁTICA DE INFANTARIA:

1890 – Em 17 de Abril, três anos após a fundação, separam-se as escolas de infantaria e cavalaria, continuando a primeira a funcionar em Mafra e em 24 do mesmo mês é publicado o regulamento inicial da Escola Prática de Infantaria. Pretende-se além do estipulado pela regulamentação de 1887, completar a instrução prática dos oficiais saídos da Escola do Exército e habilitar os indivíduos dos diferentes graus hierárquicos na prática de todos os serviços que eram os da Arma, experimentar armas de fogo, estudar melhoramentos no equipamento e fardamento da infantaria. Pelo mesmo regulamento era dividida a Escola em duas secções – Tiro, Esgrima e Ginástica.

1890 – Em 29 de Abril é publicada a primeira ordem de serviço da Escola Prática de Infantaria de que era comandante o coronel Joaquim Herculano Rodrigues Galhardo.

1893 – Subscrito pelo general Luís Augusto Pimentel Pinto, é publicado a 25 de Outubro o novo regulamento da EPI em que fica estabelecido o quadro orgânico e definida a missão no que respeita à instrução da Arma.

1902 – Por regulamentação desse ano definem-se os princípios estruturais expressos do antecedente, iniciando-se assim os cursos de promoção a oficial superior e passando a funcionar na EPI a Escola Central de Sargentos.

1911 – Passa a Escola a designar-se Escola de Tiro da Infantaria, dedicando-se especial interesse à instrução de tiro e concretizando-se a evolução verificada no exército pela qual era atribuída menor importância à instrução táctica dos quadros.

1920 – 1º Curso da Escola Central de Sargentos.

1926 – Em 17 de Setembro cria-se finalmente a Escola Prática de Infantaria, designação que se mantém até ao presente. Na década de 40 a EPI mobilizou o BI 20 para os Açores e destacou, na década de 50, o Batalhão Vasco da Gama para a Índia.

De 1961 a 1974 a EPI desenvolveu um extraordinário esforço na preparação e formação de quadros para a guerra de África, tendo destacado a Companhia de Caçadores 115 para Angola e a Companhia de Caçadores 176 para Moçambique.

Em 25 de Abril de 1974, a Escola foi uma das Unidades mais determinantes na “Revolução dos cravos”, contribuindo decisivamente para a restauração da democracia e liberdade em Portugal.

“Sendo fiéis à ideia tida e à palavra dada” (transcrição de parte da placa comemorativa do 20 anos do 25 de Abril, colocada na Porta D´ Armas) a Escola volta a ter papel relevante em 25 de Novembro de 1975.

2013 – É extinta a EPI, pelo despacho 10083/2013 de S.Exa o Ministro da Defesa Nacional, de 03 de Julho, aprova-se a criação da Escola das Armas e a desactivação da Escola Prática de Infantaria com efeitos a partir de 1 de Outubro de 2013.
O Despacho nº 118/2013 do Chefe do Estado do Exército é transcrito na Ordem do Exército (OE) nº 8 de 2013

EPI

SÍNTESE HISTÓRICA:

Em 1887 foi criada a Escola Prática de Infantaria e Cavalaria, com sede em Mafra, aproveitando para a sua instalação parte do Palácio-Convento, mandado erigir por D. João V

Em 1890, é criada a Escola Prática de Infantaria (EPI) que permanece em Mafra, nas instalações que já ocupava a Escola Prática de Infantaria e de Cavalaria.

A EPI viu o seu nome alterado para Escola de Tiro de Infantaria em 1911
Em 1925 para Escola de Aplicação de Infantaria
Em 1926 retoma a sua designação incial para EPI

É herdeira das Tradições do seguinte Corpo:
– Ramo de Infantaria da Escola Prática de Infantaria e Cavalaria, criada em 1887 e extinta em 1890 em Mafra.

EPIFotografia – José Castilho | Escola Prática de Infantaria – Out 1970

A EPI é fiel depositária do Património histórico das seguintes Unidades:
– Batalhão de caçadores nº 9 criado em 1811 na Lourinhã e extinto em 1829
– Regimento de Infantaria nº 25 criado em 1829 em Peniche e extinto em 1829
– Regimento de Infantaria nº 26 criado em 1826 na Figueira da Foz e extinto em 1829
– Batalhão Provisório de Oficiais criado em 1829 na Terceira e extinto em 1829
– Regimento de Infantaria nº 10 com origem do terço de Peniche 1697 em Peniche e extinto em 1834 em Évora
– Regimento de Infantaria nº 3 criado em Miranda do Douro extinto em 1834
– Regimento de Infantaria D. Miguel I com origem no Batalhão de Caçadores El-Rei D. Miguel em 1833 em Estremoz e extinto em 1834
– Regimento de Infantaria nº 9 com origem no regimento de Infantaria de Monção de 1707/Viana do castelo e extinto em 1829
– Regimento de Infantaria nº 6 criado em 1834 em Lamego e extinto em 1834
– Regimento de Infantaria nº 9 criado em 1834 em Viana do Castelo e extinto em 1834
– Regimento de Infantaria nº  18 criado em 1834 em Vila do Conde e extinto em 1834
– Regimento de Infantaria nº  9 criado em 1835 em Lamego e extinto em 1927
– Regimento de Infantaria nº  21 criado em 1834 em Valença e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 1 criado em 1834 em Montemos-o-Novo e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 2 criado em 1834 em Veiros e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 3 criado em 1834 em Vila Real e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 4 criado em 1834 em Castro Marim e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores de D. Miguel I criado em 1834 em Miranda do Douro e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 6 criado em 1834 em Penafiel e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 7 criado em 1834 em Gouveia e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 8 criado em 1834 em Penamacor e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 9 criado em 1834 em S. Pedro do Sul e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 10 criado em 1834 em Moura e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 11 criado em 1834 em Vila da Feira e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 12 criado em 1834 em Ponte de Lima e extinto em 1834
– Batalhão de Caçadores nº 27 criado em 1837 em Mafra e extinto em 1842
– Regimento de Infantaria nº 27 criado em 1837 em Mafra e extinto em 1842
– Regimento de Infantaria nº 23 com origem no terço de Almeida em 1642 em Almeida e extinto em 1829 em Lamego
– Regimento de Infantaria Provisório do Porto criado em 1851 no Porto e extinto em 1851
– Batalhão provisório de Caçadores de Coimbra criado em 1851 em Coimbra e extinto em 1851
– Batalhão de Ciclistas nº 2 com Origem no regimento de Infantaria nº 21 em 1833 em Peniche e extinto em 1938 em Santarém
– Regimento de Infantaria nº 21 com origem no terço Novo de Entre-Douro-e-Minho em 1664 em Valença e extinto em 1829

EPI

A EPI  mobilizou  durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945): Para os Açores : 1 Batalhão de Infantaria
Em 1954 para o Estado da Índia: O Batalhão Vasco da Gama
Para Angola, durante a Guerra do Ultramar (1961-1974): 1 Companhia de Caçadores
Para Moçambique:  1 Companhia de Caçadores

Das Unidades antecessoras  com Ligação à Escola Prática de Infantaria destacou-se:
– O Regimento de Infantaria nº 16 (RI 16) que durante a 1ª Guerra Mundial (1914/1918) mobilizou para Angola: 1 Batalhão de Infantaria.

EPI

CONDECORAÇÕES:

ARTIGO EM ACTUALIZAÇÃO

Anúncios

Escola Prática de Cavalaria

EPC

ARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA: XXX
Aprovação: “Portaria” 3 de Fevereiro de 1972
Publicação das Armas: Ordem do Exército nº 02/1972 (1ª Série) –  pp. 50-51
ARMAS:
Escudo: de vermelho : Com duas espadas antigas de oiro passadas em aspa, encimadas por um livro de oiro, acompanhadas à dextra e à sinistra por duas moletas de oiro, raios do mesmo e em ponta por um elefante armado de oiro, encilhado de vermelho.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de oiro.
Paquife e virol de vermelho e de oiro.
Timbre: Um cavalo brincão espantado de vermelho, animado de prata.
Condecoração: Circundado o escudo o Colar de Membro Honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor Lealdade e Mérito.

Divisa: Sotoposto ao escudo, em letras negras, maiúsculas, de estilo elzevir:
“MENS AGITAT MOLEM”.
Grito de Guerra: Num listel branco, ondulado, sobreposto ao timbre, em letras negras, maiúsculas, de estilo elzevir:
“AO GALOPE…À CARGA!”.

SIMBOLOGIA:
ESPADAS – Antigas simbolizam a Cavalaria.
LIVRO – Aberto simboliza o carácter didáctico da Escola
MOLETAS – Simbolizam as rosetas das esporas dos cavaleiros, indispensáveis à arte de bem cavalgar.
ELEFANTE – Armado simboliza as características essenciais de Cavalaria: potência de posição e de deslocamento.
CAVALO – Simboliza o hipismo
A divisa e o grito de guerra são os tradicionais da arma de cavalaria. A divisa”MENS AGITAT MOLEM” (o espírito comanda a massa). O seu grito de guerra é tradicional da Arma de Cavalaria: Ao Galope, Ao Galope, Ao Galope! À Carga!
SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
OIRO – Fé e Nobreza
PRATA – Riqueza e Eloquência
VERMELHO – Ardor bélico e Força

ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA
*
A Escola Prática de Cavalaria (EPC), foi criada em 1890 em Vila Viçosa.

Foi transferida em 1902 para Torres Novas

Em 1911, passou a designar-se Escola de Equitação

Em 1925, mudou de designação para Escola de Aplicação de Cavalaria e em 1926, volta a designar-se por Escola Prática de Cavalaria.

Em 1955 é transferida para Santarém para as antigas instalações, ocupadas pelo Regimento de Artilharia 6 e pelo regimento de Cavalaria 4. A transferência ficou concluída a 15 de Março de 1957.

Em 2006 a EPC, é transferida para Abrantes, ocupando as instalações do extinto Regimento de Infantaria 2

Em 2013 é desactivada, com efeitos imediatos desde 1 de Outubro do mesmo ano por Despacho de S.Exa o Ministro da Defesa Nacional, de 03 de Julho de 2013

epc
Escola Prática de Cavalaria Vila Viçosa
( 1890-1902)
Convento de Santo Agostinho
Escola Prática de Cavalaria - TorresNovas  ( 1902-1955) Fotografia: Postal de autor desconhecido
Escola Prática de Cavalaria – TorresNovas
( 1902-1955)
Fotografia: Postal de autor desconhecido
Escola Prática de Cavalaria - Santarém (1955-2006)
Escola Prática de Cavalaria – Santarém (1955-2006)
Escola Prática de Cavalaria - Abrantes (1955-2006)
Escola Prática de Cavalaria – Abrantes
(2006-2014)
A EPC é herdeira das tradições militares das seguintes Unidades:
– Depósito Geral de Cavalaria criado em 1834 em Lisboa e extinto em 1869 em Torres Novas
– Ramo de cavalaria da Escola Prática de Infantaria e cavalaria, criado em 1887 e extinto em 1890 em Mafra
.
A EPC é fiel depositária das tradições militares dos regimentos de cavalaria fiéis ao Rei D. Miguel I e extintos em 1834 pela convenção de Évora-Monte:
– Regimento de Cavalaria nº 6 (RC 6) com origem no regimento de Cavalaria de Chaves – 1829 em Chaves e extinto em 1834
– Regimento de Cavalaria nº 12 (RC 12) criado em 1834 em Bragança e extinto no mesmo ano.
– Regimento de Cavalaria  nº 9 (RC 9) criado em 1834 Miranda do Corvo e extinto em 1834
– Regimento de Cavalaria nº 10 (RC 10) criado em 1833 em Salvaterra e extinto em 1834
– Regimento de Cavalaria nº 11 (RC 11) criado em 1834 em Almeida e extinto em 1834
.
É ainda fiel depositária das tradições militares das seguintes unidades:
– Regimento de Cavalaria nº 5 (RC 5) com origem no RC 8 1837 em Almeida e extinto em 1967 em Aveiro
– Escola Normal para o Ensino de Ordenança de Cavalaria, criada em 1841 em Évora e extinta em 1841
.
A EPC durante a Guerra do ultramar (1961-1974), mobilizou para Angola uma Companhia de Cavalaria.
.
Das Unidades antecessoras com ligação a esta Escola, destacaram-se:
– A Escola de Equitação, que durante a 1ª Guerra Mundial mobilizou um destacamento para França
– O RC 5, que desde 1954 até 1960, mobilizou para o Estado da Índia um Esquadrão de Reconhecimento.
.
CONDECORAÇÕES:
A EPC possui por direito próprio as seguintes condecorações:
– Membro Honorário da ordem Militar da Torre e espada, do Valor, Lealdade e Mérito, concedida em 1985
– Membro Honorário da Ordem Militar de Cristo, concedida em 1966
.
Fotografia de: Alfredo Cunha http://olhares.sapo.pt/alfredocunha/
Fotografia de: Alfredo Cunha
http://olhares.sapo.pt/alfredocunha/
O nome de Salgueiro Maia, ficará para sempre ligado à Escola Prática de Cavalaria.
Coube à EPC na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, marchar sobre Lisboa e ocupar o Terreiro do Paço e, posteriormente, cercar o Quartel do Carmo para obrigar o Chefe do Governo a render-se. Composta por 2 esquadrões, um de atiradores auto-transportados e outra de auto-metralhadoras, esta força era comandada pelo então Capitão Salgueiro Maia.
.
ANTECEDENTES:
(Via Exército)
Mouzinho de Albuquerque Fotografia oferecida a Henrique Paiva Couceiro
Mouzinho de Albuquerque
Fotografia oferecida a Henrique Paiva Couceiro

Sediada inicialmente em Vila Viçosa, a EPC vive nos seus primeiros anos um período simultaneamente agitado e complexo. Agitado, porque corresponde à participação da Cavalaria em vitórias militares decisivas para o estabelecimento da soberania portuguesa em África, nomeadamente em Moçambique com a actuação de Joaquim Mouzinho de Albuquerque.

Complexo, porque quer a nível Nacional quer a nível Internacional a conjuntura política, económica e cultural das últimas décadas da Monarquia foi extremamente perturbada. Quanto à EPC, depois de um período de 12 anos de instalação é deslocada em 30 de Janeiro de 1902 para Torres Novas. Aproximava-se assim dos grandes centros de decisão e dos eixos mais importantes, daí o seu papel também passar a ser mais relevante. A nova situação criada pelo 5 de Outubro de 1910 veio trazer, além da substituição de chefias, novas reformas ao Exército e à EPC, em particular. Em 24 de Dezembro de 1911 a Escola muda de nome para Escola de Equitação, com a natural restrição de funções que tal mudança deixa supor. A designação da Escola, como Escola de Equitação, não correspondia à verdadeira função da Unidade que formava em Torres Novas os cavaleiros da arma. A realidade impõe-se e a Escola passa a chamar-se Escola de Aplicação de Cavalaria. Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, a ainda Escola de Aplicação de Cavalaria é sujeita a novas reformas, volta então ainda em Torres Novas a designar-se por Escola Prática de Cavalaria. Assim, como grande novidade, surge a ideia da criação de um Centro de Instrução de Auto-Metralhadoras que, no entanto, do material necessário. Apesar de Portugal ter adquirido os seus primeiros meios blindados em França (1926) e Inglaterra (1928), não foram atribuídos à Escola. Para se manter actualizada do ponto de vista técnico e táctico, da simulação de situações e de meios, com auxiliares desta situação, a responsabilidade pela instrução prática da Arma levava a que, a iniciativa dos seus militares, fizesse da Escola de Torres Novas um núcleo activo e actual. A cavalaria continuava voltada para o emprego do cavalo, mas a 2ª Guerra Mundial iria demonstrar definitivamente que a velocidade, potência e segurança que caracterizavam as Unidades de cavalaria estavam dependentes de meios mecanizados e blindados.

otografia: José Carreira, 1º Sargento da Escola Prática de Cavalaria de Torres Novas espólio de seu neto: http://recuemos.blogspot.pt/2006/09/escola-prtica-de-cavalaria.html
otografia: José Carreira, 1º Sargento da Escola Prática de Cavalaria de Torres Novas
espólio de seu neto:
http://recuemos.blogspot.pt/2006/09/escola-prtica-de-cavalaria.html

O ano de 1943 foi aquele em que, já presentes os ensinamentos fornecidos pelo conflito mundial e feita a opção Portuguesa a favor dos Aliados, a EPC recebeu o seu primeiro material mecanizado. Equipam-se então pelotões com motos, viaturas “Bren”, camiões, canhões anti-carro e metralhadoras anti-aéreas. Com a constituição no ano seguinte de um esquadrão blindado com base em auto – metralhadoras “Humber”, a EPC passa a ocupar instalações no Entroncamento. O fornecimento destes materiais obrigou alterar significativamente as instalações e dependências de Torres Novas, bem como a preparação técnica e táctica dos quadros da Arma. Com a vinda em 1952 para Portugal de carros de combate M47, passou a EPC a ter o papel, não de apenas receber estes carros, mas também de dirigir a instrução no recém criado Centro de Instrução de Blindados, após a sua transferência do Regimento de Cavalaria 7, em Lisboa, para Santa Margarida. A 2ª Guerra Mundial e o pós-guerra alteraram significativamente o enquadramento diplomático e os compromissos militares Portugueses.

1971 - Pelotão de Instrução Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5 http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 – Pelotão de Instrução
Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria
Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5
http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
EPC - 1971 - Carro de Combate M47 Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5 http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
EPC – 1971 – Carro de Combate M47
Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria
Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5
http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 - Auto Metralhadora Humber Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5 http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 – Auto Metralhadora Humber
Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria
Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5
http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 - Engenho de Transporte de Tropas, ETT Panhard Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5 http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 – Engenho de Transporte de Tropas, ETT Panhard
Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria
Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5
http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
Parada Chaimite EPC
Parada Chaimite
EPC

Criada a OTAN, Portugal passa a integrar um bloco estratégico que lhe impõe uma determinada operacionalidade a nível militar. É criada a Divisão Nun´Álvares e, posteriormente, a 1ª Brigada Mista Independente. A transferência da EPC de Torres Novas para Santarém inicia-se em 01JAN1955 com a deslocação de um Destacamento, este mesmo destinou-se não só a manter segurança, como a preparar as instalações para a transferência que ficou concluída em 15MAR1957, ocupando assim as antigas instalações do Regimento de Cavalaria 4 e as do Regimento de Artilharia 6, vem marcar um ponto alto na transferência da instrução da cavalaria Portuguesa.

1971 - Desfile no Dia da Cavalaria Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5 http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
1971 – Desfile no Dia da Cavalaria
Fotografia: Amílcar Monge da Silva, ex- Alferes Mil.º de Cavalaria
Timor 1971/1973: ECav6, CCac11 e ECav5
http://ultramar.terraweb.biz/index.htm

As características da EPC entre 1961 e 1974 vão ser afectadas pelas novas necessidades que a guerra em África criou. A organização de forças para actuação em Angola, Guiné, e Moçambique foi condicionada pelas disponibilidades financeiras e de política internacional, de que resultou dificuldade na aquisição de meios no estrangeiro, donde ter havido uma preponderância do factor humano. O esforço desenvolvido pela Escola foi então o de fornecer grandes contingentes aos Regimentos de Cavalaria de todo o país. Este é o período durante o qual maior número de jovens passa pela Escola de Cavalaria. O arrastar da guerra, com o esforço social que acarretava, e a agudização das tensões sociais e políticas portuguesas levou, no início da década de 70, a que sectores das Forças Armadas manifestassem a sua preocupação por tal situação.

Fotografia: http://macores.forumativo.com/t140-25-de-abril-chaimit
Fotografia:
http://macores.forumativo.com/t140-25-de-abril-chaimit

Era convicção desses sectores que seria necessário pôr fim ao esforço da guerra, instaurar uma democracia e reabilitar o prestígio internacional. Nesse processo a EPC teve um papel relevante. Pela sua força em meios blindados coube à EPC na madrugada do dia 25 de Abril de 1974, marchar sobre Lisboa e ocupar o Terreiro do Paço e, posteriormente, cercar o Quartel do Carmo para obrigar o Chefe do Governo a render-se. Composta por 2 esquadrões, um de atiradores auto-transportados e outra de auto-metralhadoras, esta força era comandada pelo então Capitão Salgueiro Maia. Desde essa data a missão da Cavalaria tem sido a de recuperar o seu papel específico no contexto das Forças Armadas. Com excepção das VBL “Chaimite” introduzidas em 1967, todo o material blindado foi renovado: 1977 – Chegaram os primeiros carros de combate M48A5; 1979 – Chegaram as viaturas blindadas “Ferret”. Já na década de 80, chegaram VBTP M113, as M106 e as Auto-Metralhadoras ligeiras “Saladine”. A colaboração entre a EPC e o Regimento de Cavalaria de Santa Margarida permitiu que, mesmo sem esse material, a EPC realizasse a instrução dos quadros necessários à Cavalaria portuguesa. Em 1990 a EPC recebeu duas AM V-150 “Cadillac Gage”, substituindo as AM “Saladine” existentes no Esquadrão de Reconhecimento. Em 1991 foram substituídas as VBRec “Ferret” pelas VBRec M11 “Panhard”, também existentes no ERec. Em 2006 a EPC é deslocada de Santarém para Abrantes e em 2007 recebe novo equipamento nomeadamente as VBR PANDUR que vieram substituir as VBL “Chaimite”.

EPC

EPC | Santarém
EPC | Santarém
Juramento de Bandeira - 2008 Abrantes Fotografia cedida por: Henrique Francisco
Juramento de Bandeira – 2008 Abrantes
Fotografia cedida por: Henrique Francisco
.
ABANDONADOS: SIC (Maio 2015)

No 41º aniversário da Revolução, o Abandonados visitou o local de onde saiu o 25 de abril.
A Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, foi um antigo quartel do exército e berço do dia da liberdade em Portugal . Está abandonada desde 2006.

VER VIDEO:

Escola das Armas

ESCOLA DAS ARMAS

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Publicação das Armas:
 Despacho s/n.º do GEN. CEME de 23 de Setembro de 2013
In Ordem do Exército nº 11/2013 – pp. 824 a 828

ARMAS:
ESCUDO: de vermelho uma lucerna de prata acesa de vermelho perfilada do segundo, um chefe de prata carregado de cinco escudetes de vermelho;
ELMO: Militar de prata forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA: de vermelho perfilada de ouro.
PAQUIFE E VIROL: de vermelho e prata.
TIMBRE: um leão rampante de prata, sustendo à sinistra um livro antigo aberto de prata com correias fiveladas de ouro, sobre o mesmo na vertical a espada com lâmina antiga de prata, guarnecida, empunhada e macenetada de ouro, sustida pela mão dextra;
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
«SE MOSTRARÃO NAS ARMAS SINGULARES»

SIMBOLOGIA:
O VERMELHO do campo simboliza a vitória na luta contra as adversidades e persecução dos objetivos a atingir
A LUCERNA símbolo da luz do espírito e da força da sabedoria;
O CHEFE de prata simboliza a aglutinação das diversas áreas que estão na origem da Escola das Armas;
Os ESCUDETES de vermelho simbolizam as cinco unidades que estão na origem da formação da Escola das Armas
O LEÂO, símbolo de coragem e força empunhando a ESPADA do Exército e o LIVRO ANTIGO simbolizam também a verticalidade, o aprumo, a tradição e a formação
A DIVISA «SE MOSTRARÃO NAS ARMAS SINGULARES» (Divisa inspirada nos Lusíadas, Canto III est. 24 “Se mostraram nas armas singulares”)

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O VERMELHO a bravura e a força
A PRATA a humildade e riqueza;
O OURO a sabedoria e o rigor

ESCOLA DAS ARMAS:

EA
Fotografia: Armas Combinadas Revista Militar da Escola das Armas Edição nº 2 – 2015

SÍNTESE:

Por Despacho de 30 de maio de 2013, de S.Exa o Gen CEME, foi criada a Comissão Instaladora da Escola das Armas com a missão de planear e propor a adopção das medidas e a prática dos actos que se mostrem necessários à implementação e entrada em funcionamento, em 1 de Outubro de 2013, da Escola das Armas (EA), incluindo os relativos a recursos humanos e materiais, nos termos da Diretiva nº55/CEME/13, de 24 de Maio.

Por Despacho de S.Exa o Ministro da Defesa Nacional, de 03 de Julho de 2013, foi aprovada a criação da EA, na vila de Mafra com efeitos a partir de 1 de Outubro de 2013 e a desactivação das Seguintes Unidades:

  • Escolas Prática de Infantaria (EPI),
  • Escolas Prática de Artilharia (EPA)
  • Escolas Prática de Cavalaria (EPC)
  • Escolas Prática de Engenharia (EPE)
  • Escolas Prática de Transmissões (EPT)
  • Centro Militar de Educação Física e Desportos (CMEFD)

CONVENTO DE MAFRA

 

EA
Términus do Tirocínio Para Oficial de Engenharia 2014/15

ESCOLA DAS ARMAS

ESCOLA DAS ARMASA Escola das Armas concebe e ministra cursos de formação inicial, progressão na carreira e formação contínua; participa, de acordo com as orientações superiores, na elaboração de doutrina, estudos técnicos e em projetos de investigação e desenvolvimento.

Na manhã de 7 de Outubro 2013, teve lugar, na Vila de Mafra, a activação da Escola das Armas que foi presidida pelo General Artur Neves Pina Monteiro, Chefe de Estado-Maior do Exército. A cerimónia decorreu na Parada Coronel Magalhães Osório onde, no fim, as tropas em parada, sob o Comando do Coronel Tirocinado de Artilharia Morgado Batista, 2º Comandante da Escola das Armas, desfilaram perante a tribuna de honra.

 DIA FESTIVO DA ESCOLA DAS ARMAS A 17 DE JUNHO 2013

O Chefe de Estado-Maior do Exército usou da palavra tendo salientado a certa altura: «O modelo agora edificado de uma Escola única contempla uma organização em rede, centrada na Escola das Armas, onde residirá o conhecimento e onde decorrerá uma formação essencialmente técnica, articulada com uma formação complementar de natureza tática, a ser ministrada em Polos de Formação, situados em unidades operacionais selecionadas à custa dos 01recursos humanos e materiais que as integram. A decisão de localizar em Mafra a Escola das Armas foi a escolha que minimizou os investimentos necessários à sua criação, designadamente por não obrigar à construção de novas infraestruturas de vulto e maximizar recursos através da rentabilização das instalações aqui existentes. Acresce que, a proximidade a Lisboa e às Caldas da Rainha, são uma grande vantagem, porquanto coloca a Escola das Armas a curta distância da Academia Militar e da Escola de Sargentos, dois dos seus principais «clientes alvo».Não menos relevante, no plano social, esta localização geográfica foi também vantajosa para o Exército, pois, é no eixo LISBOA – MAFRA – CALDAS que reside um elevado número de militares, o que associado com as excelentes vias de comunicação existentes, facilmente, e com reduzidos custos financeiros e sociais permitiu colocar, na agora criada Escola das Armas, os recursos humanos necessários ao seu funcionamento. Igualmente a ligação secular da instituição militar com Mafra e com a sua população estou certo que poderá sair ainda mais reforçada face à natureza e dimensão da Escola das Armas e a cooperação com a Câmara Municipal de Mafra e seu concelho poderá, por isso, vir a conhecer uma dinâmica acrescida em vários domínios. Nesta cerimónia irei entregar ao Comandante da Escola das Armas, Coronel Tirocinado de Infantaria Domingos Luís Dias Pascoal, o Estandarte Nacional que ficará à guarda desta unidade, Símbolo Nacional, que em si encerra todo o historial de atos de bravura e coragem, civismo, espírito de corpo e sentido do dever praticados por gerações e gerações de portugueses. Com o mesmo carácter simbólico o Tenente-General Frederico José Rovisco Duarte, Comandante da Instrução e Doutrina entregará o Guião da Escola das Armas, que dará corpo ao seu orgulho institucional ao sentido de pertença e ao sentimento coletivo de missão de todos os que aqui servirão. Este ritual simbólico próprio, que nos caracteriza, ficará marcado para o futuro, no dia 17 de junho que será o DIA FESTIVO DA ESCOLA DAS ARMAS. Montes Claros foi a última oportunidade que, no século XVII, o nosso adversário histórico de então teve para retomar Portugal. Empregou nela o seu melhor e mais experiente comandante as melhores tropas de infantaria e a quase invicta cavalaria, mas Portugal tinha a força da vontade e lutava unido pela sua independência. Portugal tinha forças em menor número, mas muito bem treinadas e altamente motivadas. Tinha, também, comandantes experientes e audazes e, acima de tudo, engenho e arte para criar soluções inovadoras e sabia como tirar partido do conjunto das várias Armas do Exército. Essa foi a vantagem e a maior razão da brilhante vitória. Foi um grande momento que merece ser recordado como Escola da melhor e mais eficaz coordenação entre as Armas do Exército. A esta vitória ficará assim associada a Escola das Armas pelo seu Dia Festivo a 17 de junho». E, a terminar a sua alocução, acrescentou: «Tenho consciência que toda esta reformulação do Sistema de Formação do Exército é muito exigente. Não é tempo de desistir do futuro que depende de nós, por isso, de forma convicta e segura, expresso a minha confiança nos oficiais, sargentos, praças e funcionários civis da Escola das Armas, com a certeza de poder contar com a vossa absoluta determinação, motivação, elevada competência e disciplina que vos caracterizam e que nos é intrínseca, na otimização da Formação no Exército, fazendo jus ao novo lema da Escola das Armas «Se Mostrarão nas Armas Singulares» inspirado na alma e obra de Camões para que saibamos continuar a prestigiar o Exército honrando e servindo Portugal».

RECONHECIMENTO PÚBLICO AOS ESTANDARTES NACIONAIS DAS ESCOLAS PRÁTICAS E DO CENTRO MILITAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS
Deu entrada, na Parada do Quartel, o Bloco de Estandartes Nacionais das Escolas Práticas e do Centro Militar de Mafra acompanhado por uma escolta constituída por alunos dos Tirocínios para Oficial e dos Cursos de Formação de Sargentos do ano letivo 2013/2014.

O Presidente da República concedeu às Escolas Práticas das Armas a Medalha de Serviços Distintos, por isso, cumprindo a decisão presidencial foram condecorados, com a medalha de serviços distintos grau ouro, os Estandartes Nacionais da Escola Prática de Infantaria, Escola Prática de Artilharia, Escola Prática de Engenharia, Escola Prática de Cavalaria e Escola Prática de Transmissões.

Com o Colar de Honra de Mérito Desportivo foi condecorado o Centro Militar de Educação Física e Desportos por despacho do Secretário de Estado do Desporto e Juven

 DESFILE DAS FORÇAS EM PARADA


Os militares desfilaram, ao som da Banda do Exército, perante a Tribuna de Honra onde se encontravam o Vereador José Parente, em representação do Presidente da Edilidade Mafrense; Hélder Sousa Silva, Presidente eleito da Câmara Municipal de Mafra; Pároco de Mafra, Diretora da Tapada, Diretor do Palácio Nacional de Mafra, Presidente da Junta da Freguesia de Mafra, Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenentes-Generais da Estrutura de Comando do Exército, Tenentes-Generais Diretores Honorários das Armas de Infantaria, Artilharia, Cavalaria, Engenharia e Transmissões; Comandantes e Adjuntos do Comando das cinco Escolas Práticas e do Centro Militar de Mafra, bem como outros convidados civis e militares

Escola-das-armas

ALMOÇO-CONVÍVIO
Na Sala Elíptica o General Chefe do Estado- Maior do Exército assinou o Livro de Honra da nova Escola das Armas.
Seguiu-se o almoço, no Refeitório dos Frades, onde não faltou o corte do bolo e o brinde de vinho do Porto, mas sem o tradicional grito cuja letra será oportunamente criada.

Texto: Rogério Batalha – EriceiraOnline

* * * 

ESCOLA DAS ARMAS: 2º ANIVERSÁRIO
(Fotografias © 2015 – Jornal de Mafra)
para uma melhor visualização, clique nas fotos e aceda à galeria

Na presença do Vice Chefe de Estado Maior do Exército e das autoridades Militares e Civis que habitualmente marcam presença neste tipo de cerimónias, tiveram lugar a 17 de Junho de 2015 no terreiro D. João V as cerimónias comemorativas do 2º aniversário da Escola das Armas (EA)

 

ARMAS COMBINADAS
Revista Militar da Escola das Armas

AC1AC2