Direcção de Recrutamento

DORH

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho n.º 236 do CEME de 21 de Setembro de 1999
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 12/1999 (1ª série) – pp. 581-583

ARMAS:
ESCUDO: cortado trevado de verde e de prata.
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
CORREIA de vermelho perfilada de ouro.
PAQUIFE E VIROL: de verde e de prata.
TIMBRE: um galo cantante de prata.
DIVISA: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, estilo elzevir:
“POIS QUE A PAZ SE TURVOU QUE TOMEM ARMAS”.

SIMBOLOGIA:
O VERDE: cor repousante, suavizadora e humana, em sintonia com a juventude, simboliza a renovação perpétua do ciclo natural da vida
A PRATA: que no seu conceito primitivo, em sânscrito, significava branco e brilhante – candidus – é a cor do candidato, daquele que vai mudar de condição
O TREVADO: lembra as folhas do trevo que, tradicionalmente, se ligam ao factor “sorte” e, historicamente, à expressão ir “às sortes” que corresponde, actualmente, às provas de classificação e selecção
AS TRÊS PEÇAS: aludem aos três ramos das Forças Armadas
O GALO: símbolo da luz nascente, de vigilância guerreira, de coragem quer ainda pela segurança com que anuncia o nascer do Sol
A DIVISA: “POIS QUE A PAZ SE TURVOU QUE TOMEM ARMAS”, (Versão em português da ENEIDA de VIRGÍLIO, Canto VII, V.V. 467 e 468) alude à decisão tomada por TURNO, chefe de um povo do LÁCIO, preterido em favor do estrangeiro ENEIAS, de tomar armas em defesa da sua terra natal.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: esperança e pureza
O VERDE: fé e idade juvenil

DORH

O Prédio Militar da Avenida de França, (PMAF) está ancorado junto a um dos principais eixos de tráfego da cidade do Porto, a Avenida da Boavista que termina na Praça Mouzinho de Albuquerque, (Rotunda da Boavista).
Situado numa localização privilegiada, junto á Estação do Metro “Casa da Música” encontra-se rodeado por locais e edifícios de interesse publico, nomeadamente a Casa da Música, o edifício Capitólio, o Palácio de Cristal, a Fundação de Serralves e o Parque da Cidade que se encontram a poucos minutos de distância.

O espaço foi dividido em oito pisos, (seis andares e duas caves), ocupados por vários Órgãos do Exército… Direcção de Obtenção de Recursos Humanos; Centro de Recrutamento do Porto; Direcção de Justiça e Disciplina, Policia Judiciária Militar

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Mesmo ao lado da estação de metro Casa da Música no Porto encontra-se o edifício que alojou a DORH, desde Agosto de 2006, no Prédio Militar da Avenida de França (PMAF) n.º 235, 2º Andar.

Este edifício foi adquirido em 20 de Setembro de 1976 para colmatar a alienação de três velhos quartéis da cidade do Porto, (Quartel da Torre da Marca, junto ao Palácio de Cristal; Quartel das Portas do Sol, à Praça da Batalha; Quartel de S. Bento ou das Taipas, junto ao Jardim da Cordoaria)
(Despacho n.º 12555/MDN/2006)

DIRECÇÃO DE OBTENÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

DORH

ORIGEM E EVOLUÇÃO HISTÓRICA
(Via Exército.pt)

Durante o período da Monarquia a organização militar era constituída pelas forças da coroa.
Já no período do regime republicano, no ano de 1911 é aprovada uma lei de recrutamento para o Exército, fundamentando assim as suas bases, ficando este trabalho a cargo de várias Direcções que dependiam da Direcção Geral da Secretaria da Guerra.
Por Decreto publicado a 25 de Maio de 1911 a Secretaria da Guerra foi organizada em duas Direcções Gerais, 1.ª e 2.ª, sob as ordens de dois Oficiais Generais
Por Decreto n.º 11856 de 5 de Janeiro de 1926, a 1.ª Direcção Geral ocupava-se de todos os assuntos que respeitam a pessoal.
O Decreto n.º 16407 de 19 Janeiro publicado em 25 de Janeiro de 1929 altera o Decreto n.º 11856, dizendo que a 1.ª Direção Geral depende do Ministério da Guerra, que funcionará sob as ordens de um Oficial General, que se denominará Ajudante – General.
Em 19 de Novembro de 1959 é publicado O Decreto-Lei n.º 42564 de 7 de Outubro, com a organização geral do Ministério do Exército. Desta organização faz parte um órgão designado Direção do Serviço de Pessoal;

No ano de 1988, sob a orientação do Brigadeiro Eurico António Sales Grade é elaborada a Informação n.º 8/88 de 18 de Janeiro, da DSP, que sugere a criação de uma Direção ou Chefia do Serviço de Recrutamento.
Em 1989 é criada uma Comissão Instaladora da Direção de Recrutamento, no Quartel da Graça, inicialmente presidida pelo Coronel Bilro, e em 01 de Fevereiro passou a presidir à Comissão Instaladora o Brigadeiro José António Silvestre Martins.

Com a publicação do Decreto-Lei 50/93 de 26 Fevereiro, o Exército faz uma grande reorganização e surge a Direção de Recrutamento (DR) integrada no Comando do Pessoal e na dependência direta do General Comandante do Pessoal, designado Ajudante-General do Exército.

Através do Decreto Regulamentar n.º 44/94 de 02 de Setembro, são publicadas as atribuições, competências e organização da Direcção de Recrutamento.

Por Despacho n.º 12555/2006 do MDN de 24 de Maio é alterada a designação e a localização da DR, passando a designar-se Direção de Obtenção de Recursos Humanos (DORH) e com assento no Porto, tornando-se esta alteração efectiva pela Diretiva n.º123/06 de 06 de Junho, do CEME.

O Decreto Regulamentar n.º 11/2015 de 31 de Julho, extingue a Direção de Obtenção de Recursos Humanos, passando a mesma a  ser parte integrante da Direção de Administração de Recursos Hmanos (DARH), como Repartição de Recrutamento (RR) conforme Quadro Orgânico 03.01.02 aprovado em 23 de Junho de 2015 plo General CEME.

DORH

DIA FESTIVO

O dia festivo da DORH, que se comemorava em 12 de Setembro, aprovado pelo Diretor da Direção de História e Cultura Militar (DHCM), por Despacho de 20 de Junho de 1995, passou a comemorar-se em conjunto, num único dia Festivo, o “Dia do Comando do Pessoal”, conforme Despacho n.º 53/CEME/2009, de 13 de Março de 2009.

PATRONO

A Direcção de Obtenção de Recursos Humanos tem como Patrono o Visconde de S. Januário. Comemora-se no dia 12 de Setembro o dia de S. Januário. Foi a figura do Visconde de São Januário institucionalizada como Patrono da Direcção de Recrutamento pelo Despacho n.º 109/CEME/2005 do General CEME.

DORH 3

VISÃO E MISSÃO

À Direcção de Obtenção de Recursos Humanos incumbe propor, dirigir e coordenar as operações de execução do recenseamento militar dos recursos humanos destinados aos três ramos das Forças Armadas e as do recrutamento normal, excepcional e especial dos recursos humanos destinados a satisfazer as necessidades do Exército, bem como colaborar na realização do Dia da Defesa Nacional. Compete, em especial, à Direcção de Obtenção de Recursos Humanos:

Dirigir e coordenar a execução das operações relativas ao recenseamento militar e, no âmbito do Exército, ao Dia da Defesa Nacional;

Dirigir e coordenar a execução das operações relativas ao recrutamento normal para o Exército, com vista à satisfação das necessidades de pessoal nos regimes de voluntariado e de contrato, ao recrutamento especial, para a satisfação das necessidades de pessoal para a prestação de serviço efectivo voluntário nos quadros permanentes, e ao recrutamento excepcional, para satisfação das necessidades fundamentais do Exército;

Dirigir e coordenar a actividade do Centro de Psicologia Aplicada do Exército, tendo em vista a preparação de métodos e técnicas a usar nos gabinetes de classificação e selecção e o tratamento estatístico de dados;

Dirigir e coordenar a actividade dos centros de recrutamento, dos gabinetes de atendimento ao público e dos gabinetes de classificação e seleção, com vista à realização oportuna das operações de recrutamento e à normalização e correção dos procedimentos adoptados, tanto no âmbito interno como nas relações com os órgãos civis intervenientes;

Assegurar o controlo dos cidadãos na situação de reserva de recrutamento e de reserva de disponibilidade;

Instruir os processos de adiamento e dispensa do cumprimento de deveres militares, bem como preparar e encaminhar para as autoridades competentes os processos relativos às situações de incumprimento de deveres militares;

Promover a divulgação dos concursos de admissão para o recrutamento normal;

Elaborar propostas de regulamentos, manuais e instruções sobre matérias do âmbito das suas atribuições;

Planear e coordenar a execução das acções de promoção e divulgação da prestação do serviço militar em regime de voluntariado e contrato e nos quadros permanentes no Exército;

Desenvolver a produção de material de apoio à promoção e divulgação dos regimes de voluntariado e de contrato e executar acções de divulgação em eventos de dimensão nacional.

Legislação de Suporte

A missão atribuída à DORH está definida no Decreto Regulamentar n.º 74/2007 de 02 de Julho de 2007 que define a missão, competência e estrutura desta Direção e foi publicada no DR – 1.ª série, N.º 125 de 02 de Julho de 2007.

DORH

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO: 27/05/2016

Unidade de Apoio da Área Militar Amadora-Sintra

 

unidade-copia

ARMORIAL: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: XXX

ARMAS:
ESCUDO de azul, duas faixas nubladas de prata;
ELMO militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra;
CORREIA de vermelho, perfilada de ouro;
PAQUIFE E VIROL de azul e de prata;
TIMBRE uma cotovia de prata
DIVISA Num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maísculas de estilo elzevir
“COM SUBLIME CORAÇÃO”

SIMBOLOGIA:
O AZUL do campo lembra o das armas do Comando da Logística, numa alusão às vestes e escudos dos guerreiros da Antiguidade, usados como sinal de vigilância, de espírito de servir e de amor a Pátria.

AS DUAS FAIXAS NUBLADAS aludem ao ultrapassar das dificuldades, pelo Grupo de Esquadrilhas Aviação República, na Amadora do passado e na do Presente, representa as dificuldades ultrapassadas pela Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra (UnAp/AMAS).
A COTOVIA, espécie ornitológica de excelente capacidade de locomoção e de invulgar coragem, por abandonar o ninho, mesmo antes de saber voar. Simboliza a energia e coragem aplicadas às modelares capacidades de trabalho dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra.
A DIVISA “COM SUBLIME CORAÇÃO”, (Lusíadas  IV – 76) é a inquebrantável disposição dos militares da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra, para prestar um apoio logístico eficaz

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA: riqueza e humildade
O AZUL perseverança e galhardia

UnApAMAS

SÍNTESE:

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi uma unidade Militar do Exército Português, sediada na Amadora criada em 2007. conforme lhe for determinado (de acordo com o QO aprovado em 05 de Abril de 2007) a missão da UnApAMAS foi prestar apoio logístico e administrativo às unidades, estabelecimentos e órgãos do Exército implantados na ´Área Militar Amadora e Sintra (AMAS). A Unidade dependeu do Comando da Logística do Exército.

UnApAMAS.jpg

Organização:

A UnApAMAs foi uma unidade de Escalão Regimento, ou seja comandada por um Coronel incluindo:

Comando,
Estado-maior,
Batalhão de comando e serviços.
Área Militar Amadora Sintra

A Área Militar Amadora Sintra (AMAS) constitui um perímetro militar que agrupa vários aquartelamentos, ocupando uma parcela do concelho de Sintra (freguesia de Belas e Queluz) e uma parcela do concelho da Amadora.

No interior do perímetro existem:

Palacete da Arcada / Quartel do Regimento de Artilharia Antiaérea n.º 1 – parte do complexo do Palácio Nacional de Queluz;
Aquartelamento da Amadora da Academia Militar – antigo quartel do Batalhão de Carros de Combate e, depois, do Batalhão de Engenhos;
Quartel da UnApAMAS – quartel do tipo CANIFA, construído na década de 1950 para albergar o Regimento de Infantaria n.º 1 e depois ocupado pelo Regimento de Comandos;
Instalações desportivas militares.
O perímetro militar era referido no passado como Centro Militar da Amadora. Ali esteve já instalado o Grupo de Esquadrilhas de Aviação “República” (GEAR) e o respetivo aeródromo, o Batalhão de Engenhos, o Batalhão de Carros de Combate, o Regimento de Infantaria n.º 1 e o Regimento de Comandos. Na década de 1950, esteve para ali prevista a construção de um segundo quartel do tipo CANIFA que deveria alojar um regimento de cavalaria e um Estádio Militar. Outros projetos para o local incluiam a construção de uma nova sede para o Comando do Exército.

Possibilidades:

De acordo com o QO, aprovado em 05 de Abril de 2007 a Unidade de Apoio apresenta as seguintes possibilidades:

– Assegurar a administração dos recursos humanos, materiais e financeiros, conforme lhe for determinado;
– Assegurar o apoio de serviços em proveito das UEO aquarteladas, nomeadamente:Manutenção e conservação das infra-estruturas, Funcionamento dos sistemas de abastecimento de água, electricidade e da rede de esgotos; Serviços de lavandaria, messes e bares Comunicação e sistemas de informação; Manutenção de viaturas;Apoio Sanitário; Apoio Veterinário; Apoio de depósitos, reabastecimento, transportes e alimentação; Garante a segurança do pessoal, material e instalações das UEO aquarteladas na AMAS;
– Apoiar a realização de exercícios, conforme o que lhe for cometido em directivas específicas;
– Colaborar em acções no âmbito das outras missões de interesse público, de acordo com as determinações superiores e legislação em vigor.

EXTINÇÃO:

a) Pela Diretiva n.º 65/CEME/15, de 01 de Junho de 2015, são difundidas as instruções gerais
para a transferência do Regimento de Lanceiros n.º 2 para a Amadora e a extinção da Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra.

b) Através do Despacho n.º 152/MDN/14, de 24 de outubro, de S. Exa. o MDN, foi aprovado o
Dispositivo de Forças de 2014 e o Plano de Redução do Dispositivo Territorial, no qual se prevê a extinção da UnApAMAS em 2015

A Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra foi Extinta a 1 de Junho de 2015
Nas suas instalações passou a estar aquartelado o Regimento de Lanceiros nº 2 transferido da Calçada da Ajuda para a Amadora.

Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta
Unidade de Apoio da Área Militar Amadora/Sintra

PATRIMÓNIO HISTÓRICO:
Despacho n.º 88-A/CEME/15
Fiel Depositário do Património Histórico da Extinta UnApAMAS

Considerando que: Não havendo uma Unidade que assuma, no essencial, a missão que era atribuída à UnApAMAS e tendo em conta o definido no Despacho n.º 12/84, de 8 de Fevereiro do Chefe do Estado-Maior do Exército, sobre a defesa do património histórico militar determino que a Unidade de Apoio do Comando da Logística seja instituída como Fiel Depositária do património histórico da extinta UnApAMAS

Lisboa, 22 de Julho de 2015.
O Chefe do Estado-Maior do Exército
Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo, General.

Agrupamento MIKE

AGR MIKE
ARMORIAL:
 JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: XXX
Publicação das Armas: 
XXX
NOTA: O Agrupamento MIKE da Brigada de Intervenção, enquanto Força Nacional Destacada, constitui-se como unidade independente. Como tal, de acordo com o Regulamento de Heráldica do Exército – portaria n.º 213/87 de 24 de Março (Art. 24.º, Cap.º IV) , tem direito a armas próprias.

ARMAS:
Escudo de negro, 6 folhas de carvalho de prata, 3, 2, 1
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de negro e de prata
Timbre: Um cavalo saínte de prata segurando o escudete da Brigada de Intervenção (de azul, a planta de uma fortaleza de prata)
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro maiúsculas de estilo elzevir
“UT UNUM SINT”.

SIMBOLOGIA:
O NEGRO do campo lembra a cor das armas do Regimento de Cavalaria N.º 6, Unidade “mãe” do aprontamento do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR
As FOLHAS DE CARVALHO, devido à sua resistência nas condições mais difíceis representam as virtudes militares, nomeadamente a coragem e a bravura que enformam o espírito do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR. O seu número é uma alusão à unidade que abraça o aprontamento do Agrupamento – O Regimento de Cavalaria N.º 6
O CAVALO, animal nobre que pela sua rapidez e versatilidade actua onde é necessário, representa a prontidão e operacionalidade do Agrupamento MIKE/Briglnt/ KFOR. Segura o ESCUDETE DA BRIGADA DE INTERVENÇÃO numa referência à Grande Unidade operacional responsável pelo aprontamento da Força
A divisa “UT UNUM SINT”, “para que sejam um só” (Evangelho segundo S. João, Cap. XVII – Vers. 11), evoca o exemplar espírito de corpo, de camaradagem, a coesão e a unidade dos militares do Agrupamento MIKE/Briglnt/KFOR.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, eloquência, esperança, franqueza, humildade e verdade
O AZUL, zelo, lealdade, galhardia, integridade e perseverança
O NEGRO, constância nas adversidades, firmeza, sabedoria, prudência e virtude

Em Construção

ÚLTIMA ACTUALIZAÇÃO:
31 de Dezembro de 2016

Museu Militar da Madeira

 

MUSEU MILITAR MADEIRA

ARMORIAL: CRISTÓVÃO FLÓRIDO DA FONSECA
CONGEMINAÇÃO: JOSÉ MANUEL PEDROSO DA SILVA
ILUMINURA: JOSÉ ESTÉVENS COLAÇO
Aprovação: Despacho s/nº do GEN. CEME de 14 de Novembro de 2011
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 09/2013 – pp. 667-670

ARMAS:
Escudo de prata, quatro faixas ondadas de negro
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia de vermelho perfilada de ouro
Paquife e virol de prata e de negro
Timbre: um Bisbis (Regulus Madeirensis) de prata
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir
“MAIS CÉLEBRE POR NOME QUE POR FAMA”

SIMBOLOGIA:
As FAIXAS ONDADAS,  simbolizam as ondas do mar revolto dos oceanos, cuja representação foi transcrita na calçada Madeirense de calhau de basalto rolado da praia junto à Fortaleza de S. Lourenço, e de calhau de calcário branco, oriundo de Porto Santo.
O BISBIS (Regulus Madeirensis) subespécie endémica do Arquipélago da Madeira, ave caracterizada pela sua incessante procura de alimento, explorando de forma incansável os jardins e campos de cultivo com esse objectivo, representa o esforço permanente e também incessante do Museu Militar da Madeira, para dar a conhecer através do seu espólio museológico a história militar do Arquipélago.
A Divisa ” MAIS CÉLEBRE POR NOME QUE POR FAMA” (OS LUSÍADAS: Canto V Est. 5) augura a certeza de que o Museu Militar da Madeira, virá a ocupar um importante lugar no panorama cultural militar do Arquipélago, e não na fama uma vez que a sua curta vida, ainda não lho permitiu

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
A PRATA, riqueza e esperança
O NEGRO, sabedoria e virtude

FORTALEZA / PALÁCIO DE S. LOURENÇO
(MUSEU MILITAR DA MADEIRA)

MUSEU MILITAR MADEIRA

em construção