Os Regimentos de Cavalaria

EPC

 

O termo “terço”, já em 1571 tinha um significado análogo a Regimento, como refere Christovam Ayres, na História da Cavalaria Portuguesa. Na verdade esta denominação começa a aparecer na legislação portuguesa em 1632, período do domínio espanhol. Deste modo, em 1707, a Cavalaria Ligeira e os Dragões passaram, em Portugal, a constituir Regimentos de 12 Companhias, como refere o mesmo autor.

Em 1715 a Cavalaria Portuguesa estava organizada em dez Regimentos.

A organização de 19 de Maio de 1806, consequência da derrota de 1801 frente à Espanha e que levou à assinatura da Paz de Badajoz, introduziu várias alterações, aparecendo pela primeira vez a numeração dos Regimentos. A Arma de Cavalaria passa a contar com doze Regimentos numerados de 1 a 12 e repartidos pelas Divisões Norte, Centro e Sul.

rc 6Em Novembro de 1807, Andoche Junot invade Portugal. O Exército é completamente desarmado e a Arma de Cavalaria é reduzida a três Regimentos. A reacção dos portugueses não se fez esperar. A revolta iniciada no Porto alastra rapidamente a todo o Reino. A Junta Provisional do Governo Supremo, formada nesta cidade, determina em 20 de Julho de 1808, que os oficiais e soldados, que não se encontrem legitimamente ocupados, se reunam às Unidades a que pertenciam.

Esta reorganização não originou novos Regimentos, dando, isso sim, continuidade aos existentes antes da invasão de Junot.

A Napoleão não agrada esta situação e, mais uma vez, invade Portugal com uma força sob o comando de Soult, que não obtém sucesso frente às tropas anglo-lusas.

Pela terceira vez, Napoleão tenta conquistar Portugal enviando, em 1810, cerca de 70.000 homens sob o comando de Massena.

A reacção das tropas anglo-lusas faz-se sentir logo no Buçaco, mas Massena, só ao fim de cinco meses de combates é que inicia a retirada, perseguido até Toulouse pelas tropas anglo-lusas, das quais fez parte uma Brigada de Cavalaria composta pelos Regimentos n.º 1, 6, 11 e 12.

Resolvida a questão com os franceses, era necessário reorganizar o Exército, o que vai suceder com o Alvará Régio, dado no Palácio do Rio de Janeiro em 29 de Fevereiro de 1816. Deste modo, a Arma de Cavalaria passa a ser composta por 12 Regimentos, sendo propostos para os Regimentos nº 6, 9 e 12 os Quartéis em Monção, Chaves e Bragança respectivamente, conforme a Ordem do Dia de 21 de Outubro de 1816.

O descontentamento contra a regência inglesa vai aumentando, e forma-se a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, que acaba com ela e com o governo absoluto, organizando, provisoriamente, várias Brigadas do Exército.

regimento de lanceirosA 6ª Brigada de Cavalaria é formada pelos Regimentos nºs 6 e 12 e comandada pelo Brigadeiro António Carlos Cary.

D. Miguel, confiante na sua popularidade, reúne em Vila Franca de Xira as tropas que lhe são afectas e proclama o regime absoluto em Maio de 1823, dando origem a um movimento que veio a ficar conhecido por “Vila Francada”.

D. João VI adere a este movimento, abole a Constituição de 1822 e nomeia D. Miguel General Comandante do Exército.

As ambições de D. Miguel não são satisfeitas com esta nomeação. Em 30 de Abril de 1824, leva a efeito uma acção, conhecida por Abrilada, contra seu pai no intuito de o obrigar a abdicar em seu favor e que não surtiu efeito porque D. João VI contou com a ajuda dos ingleses. Como consequência deste acto, D. Miguel é demitido do Comando do Exército e expulso de Portugal.

Com a morte de D. João VI em 1826, levanta-se o problema da sucessão. D. Miguel regressa a Portugal em 22 de Fevereiro de 1828 e formam-se dois grupos distintos, com interesses bastante diversos. Por um lado os absolutistas, apoiantes de D. Miguel e, por outro, os liberais defensores de D. Pedro.

A situação torna-se cada vez mais complexa e a divisão dos portugueses atinge o próprio Exército.

Por uma comunicação da “Junta Provisória”, encarregada de manter a legítima Autoridade de El-Rei o Senhor D. Pedro IV, feita ao Exército, pela Ordem do Dia n.º 5 de Maio de 1828, podemos constatar que, dos Regimentos de Cavalaria existentes, só os Regimentos nºs 6,9,10,11 e 12 é que tributam obediência a esta Junta.

Em 29 de Maio de 1828, o Exército Liberal conta com uma Brigada de Cavalaria, composta pelos Regimentos nºs 6,9,10 e 12 sob o comando do Coronel de Cavalaria, José António da Silva Torres, mas, logo no ano seguinte, a situação foi alterada.

Pela Ordem do Dia n.º 58 de D. Miguel, é declarado que as forças que tomaram parte na rebelião contra o seu governo se considerassem extintas e que as restantes forças deixassem de ser designados por números, passando a ter o nome das terras onde se encontram sediadas.

RC3No ponto sétimo desta Ordem, D. Miguel ordena que, com os contingentes dos extintos Regimentos de Cavalaria 6,9 e 12, da província de Trás-os-Montes, se forme um Regimento denominado de Regimento de Cavalaria de Chaves.

A alteração da denominação das diversas Unidades não foi efectuada, uma vez que faltou publicar a Ordem indicando os Quartéis permanentes que elas deveriam ocupar, conforme a Ordem do Dia n.º 59 de 19 de Agosto de 1829.

Todavia, pela Ordem do Dia nº 42 de D. Miguel, verificamos que os Regimentos de Cavalaria são designados por números, excepto o Regimento de Cavalaria de Chaves.

O Exército liberal, com o apoio do monarca D. Pedro, adquire cada vez mais força. Assim, por Decreto de 28 de Fevereiro de 1834 é reorganizado, na cidade do Porto, o Regimento de Cavalaria nº 6 que recebe os homens, materiais e animais existentes no Depósito desta cidade. Neste Depósito, estavam colocados todos os militares apoiantes dos liberais que deixaram os seus Regimentos afectos a D. Miguel. Desta forma, os liberais, que possuíam os Regimentos de Cavalaria 10 e 11, aumentam a sua força com mais dois Regimentos, o nº 1 em Lisboa e o nº 6 no Porto.

D. Miguel, depois de duas derrotas sucessivas, em Almoster, a 12 de Fevereiro de 1834, e em Asseiceira, a 16 de Maio de 1834, depõe as armas e assina a Convenção de Évora Monte, em 26 de Maio de 1834, pondo-se fim à Guerra Civil.

Dado que a última Organização do Exército comportava poucas vantagens, surge uma nova Reorganização, em 1837, mais ponderada e mais condizente com a realidade nacional. A Arma de Cavalaria passa a ser composta por oito Regimentos a três Esquadrões, sendo quatro de Lanceiros e quatro de Caçadores. Os Regimentos de Cavalaria nºs 2,4 e 6 vão fornecer os Esquadrões necessários para a formação do n.º 8.

Em 1868, a Arma de Cavalaria passa a ser composta por sete Regimentos, sendo dois de Lanceiros e cinco de Caçadores. Estes Regimentos serão a três ou a quatro Esquadrões.

No ano seguinte, a Ordem do Exército nº 49 de 6 de Outubro de 1869 cria novamente o Regimento de Cavalaria nº 7 com os Esquadrões que tinha em 1868.

Alguns anos depois, o Exército vai sofrer nova reorganização. Assim, por decreto de 1884, a Arma de Cavalaria passa a ser constituída por dez Regimentos, sendo cada um a quatro Esquadrões, três activos e um de reserva.

Com a viragem do século, o Exército é alvo de uma nova Reorganização. Em 1911, para dar cumprimento ao disposto no Decreto de 11 de Junho, o Ministro da Guerra leva a efeito algumas alterações no Exército, que constam da OE nº 14 – 1ª Série de 30 de Junho. No que concerne à Arma de Cavalaria, os Regimentos vão sofrer algumas alterações na sua composição.

rc4Durante o ano de 1926, devido às mudanças políticas operadas em Portugal, o Exército torna a ser novamente remodelado. Mais uma vez, a Arma de Cavalaria sofre algumas alterações. Organizam-se duas Brigadas de Cavalaria a três Regimentos conforme a OE nº 10 – 1ª Série de 31 de Agosto de 1926. Mas, a condicionante económica vai interferir novamente na vida do Exército Português. Assim, em 1927 são supridas algumas Unidades de várias Armas e Serviços (OE nº 7 – 1ª Série de 30 de Junho de 1927).

Durante o período correspondente ao Estado Novo não se verificam alterações de monta na organização e localização dos regimentos.

Em 1974, a Revolução de 25 de Abril, vai provocar grandes transformações na vida dos portugueses. O Exército, como não podia deixar de ser, vai ser remodelado. O decreto-lei nº 181/77 de 4 de Maio (OE nº 5 – 1ª Série de 31 de Maio de 1977) considera que a sua remodelação tem por objectivo fundamental torná-lo numa força eficiente e apta para desempenhar a sua missão, tendo em conta as capacidades económicas do País.

A inserção de Portugal na Comunidade Europeia; a constatação de que segurança passou a ser, e tende cada vez mais a ser, uma acção colectiva, aliada ao facto da esmagadora maioria dos Exércitos dos Países Europeus procurarem reduzir os seus efectivos, deram origem a que, através do decreto-lei nº 50/93 de 28 de Fevereiro, o Exército sofresse nova reorganização. Esta reorganização visava conferir versatilidade, modernidade e capacidade de resposta eficiente às missões que lhe estão cometidas e foram norteadas pela racionalização, economia e maior rentabilidade dos meios existentes. O Exército, através das actividades de recrutamento, instrução e treino, constitui um corpo gerador de forças que, sem prejuízo da manutenção de um sistema permanente de reduzida dimensão, possuirá grande mobilidade, prontidão e flexibilidade, capaz de crescer por mobilização. No que se refere às unidades de Cavalaria, apesar da redução de algumas unidades, a implantação territorial não sofreu alterações significativas.

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Regimento de Cavalaria de Braga

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Armorial: Cor. Jorge Guerreiro Vicente
Publicação das Armas: “Portaria”, 1980, Fevereiro, 22 in OE, 1980, 1.ª série, n.º 3, pp. 187-189

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Desde 14 de Julho de 1993, a  designação regressa à forma numérica tradicional voltando a designar-se:

REGIMENTO DE CAVALARIA 6

ARMAS:

Escudo de negro, um Dragão de ouro, animado, lampassado e calçado de vermelho, armado do primeiro, acompanhado de duas faixas ondadas de prata com uma burela de azul, uma em chefe e outra em ponta.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho perfilada de ouro.
Paquife e virol de negro e de ouro.
Timbre: um cavalo brincão sainte, de ouro, sustenta um escudo de prata, com uma cruz firmada de azul. Condecoração: circundando o escudo a partir das suas pontas o colar de comendador da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, estilo elzevir:

“AVANTE PARA A GLÓRIA”.

SIMBOLOGIA:

FAIXAS ONDADAS: representam o rio Minho e o rio Douro;
DRAGÃO: simboliza os Cavaleiros, sentinelas vigilantes nas terras de entre-Douro-e-Minho;
CAVALO: a mais bela conquista do homem, é o fiel companheiro de uma epopeia que começa no início da nacionalidade, a que alude o escudo com a cruz de azul, e se espande até aos nossos dias, passando pelas jornadas gloriosas de ARMIGNON e da MÔNGUA.

O oiro: significa fé e nobreza;
A prata: significa riqueza e eloquência;
O azul: significa o zelo e lealdade;
O vermelho: significa o ardor bélico e força;
O negro: representa a terra e significa firmeza e honestidade

CONDECORAÇÕES:

Direito Próprio:
– Comendador da Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito, concedida ao 4º pelotão do RC 11 em 1914 em Angola (Defesa de Angola – 1ª Guerra Mundial)
– Oficial da Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito, concedido ao RC 6 em 1919 / Movimento Monárquico do Norte.
– Cruz de Guerra de 1ª classe, concedida ao 3º Esquadrão do RC 11 em 1975 em Angola (Defesa de Angola – 1ª Guerra Mundial)

LEGENDAS:

Direito Próprio:
– Pirinéus  18313 – RC 6
– Espanha – 1835/37 – RC 6
– Chaves – 1912 – RC 6
– Cuamato – 1914/15 – RC 11
– Cuanhama  – 1915 RC 11
– Môngua – 1915 – RC 11

Cronologia:

RC61709 – criação do Regimento de Dragões de Trás-os-Montes
1756 – divisão dos Dragões de Trás-os-Montes em dois regimentos, o dos Dragões de Chaves e o de Cavalaria Ligeira de Bragança
1762 – os dois regimentos são transferidos para o Ribatejo, aquartelando-se o de Dragões em Santarém e o de Cavalaria Ligeira na Golegã
1764 – os dois regimentos voltam às cidades de origem, sendo, a partir destes, criado um outro regimento o de Cavalaria de Miranda
1806 – os regimentos do Exército Português passam a ser numerados, a Cavalaria de Bragança passa a ser o Regimento de Cavalaria Nº 6, a de Chaves, RC9 e a de Miranda, RC12
1808 – na sequência da reorganização do Exército, o RC6 é transferido para o Porto, o RC9 para Braga e o RC12 para Chaves
1829 – por ordem de D. Miguel I os RC6, RC9 e RC12 são refundidos num único regimento, denominado Regimento de Cavalaria de Chaves, integrando o exército realista
1834 – por ordem D. Pedro IV os militares liberais que abandonaram os regimentos de cavalaria realista do Norte, entre os quais Regimento de Chaves são integrados no novo Regimento de Cavalaria Nº 6 organizado no Porto;1835 – na sequência da vitória liberal na Guerra Civil o Regimento de Cavalaria de Chaves (realista) é extinto, sendo o RC6 (liberal) transferido para o seu quartel em Chaves
1927 – o RC6 é transformado no 3º Grupo de Esquadrões (em Chaves) do Regimento de Cavalaria Nº 9 (sedeado no Porto)
1939 – O RC 9 é transformado em Regimento de Cavalaria Nº 6 com sede no Porto e o seu 4º Esquadrão destacado em Chaves;1956 – o 4º Esquadrão é recolhido à sede do RC 6 no Porto
1975 – o RC 6 passa a denominar-se Regimento de Cavalaria do Porto
1979 – o regimento é transferido para Braga, passando a denominar-se Regimento de Cavalaria de Braga
1993 – o regimento readopta a designação de Regimento de Cavalaria Nº 6

Síntese:

RC6

A sua origem remonta ao início do século XVIII e advém de dois marcos distintos:
– os Regimentos de Cavalaria de Trás-os-Montes implantados naquela região no dealbar do século XVIII;
– a reorganização do Exército de 1901.

 Em 1709 é referenciado o então Regimento de Dragões de Trás-os-Montes, que tem pôr Comandante o Coronel Filipe de Sousa Carvalho, o qual toma a designação de Regimento de Dragões de Chaves em 1754 simultaneamente com a criação do Regimento de Cavalaria Ligeira de Bragança. Estes dois Regimentos são destacados em Abril de 1762 para o Ribatejo, o de Bragança designado pôr Regimento de Cavalaria de Trás-os-Montes c acantonado na Golegã e o de Chaves designado por Regimento de Dragões de Trás-os-Montes e acantonado em Santarém.
Por alvará de 24 de Fevereiro de 1764 passam a existir três Regimentos de Cavalaria na província de Trás-os-Montes: o Regimento de Cavalaria da cidade de Bragança cujo Comandante é o Coronel Duarte Smith, o Regimento de Cavalaria da praça de Chaves, sendo Comandante o Coronel D. Pedro Manuel de Vilhena e o Regimento de Cavalaria da cidade de Miranda comandado pelo Coronel Baltazar Jacome do Lago.
Com a organização do Exército de 1806 (Decreto de 19 de Maio) nova nomenclatura se opera, aparecendo pela primeira vez a numeração dos Regimentos: Regimento de Cavalaria N° 6 em Bragança, N° 9 em Chaves e N° 12 em Miranda. Em 1808, após a retirada de Junot, os Regimentos da Divisão Norte são reorganizados: Regimento de Cavalaria N° 6 no Porto, N° 9 em Braga e N° 12 em Chaves.

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Já em clima de Guerra Civil no ano de 1829, na Ordem do Dia N° 58, D. Miguel ordena que dos contigentes dos extintos Regimentos de Cavalaria números 6, 9 e 12, que se tinham revoltado (a maioria dos militares em apoio dos liberais), se forme um Regimento denominado Regimento de Cavalaria de Chaves.
Em 28 de Fevereiro de 1834 D. Pedro reorganiza na cidade do Porto o Regimento de Cavalaria N° 6, que fora extinto por D. Miguel em 1829, integrando nele todos os militares apoiantes da sua causa, e que tinham abandonado os Regimentos de Cavalaria do Norte apoiantes dos absolutistas. Após a Convenção de Évora Monte são extintos os Regimentos apoiantes de D. Miguel, e o Regimento de Cavalaria N° 6, sob o comando do Coronel Simão da Costa Pessoa, em Março de 1835, passa a ocupar o quartel de Chaves onde permanece até 1927. Nesta data, por necessidade de contenção de despesas, o Regimento de Cavalaria N° 6 (Chaves) transforma-se no 3° Grupo de Esquadrões do Regimento de Cavalaria N° 9, Unidade sediada no Porto em consequência da organização do Exército de 1901. No ano anterior, em 1926, o RC 9 passa a ter em Braga um Esquadrão pela integração do pessoal, material e animal do Regimento de Cavalaria N° 11 que é extinto. Este RC 11 teve uma vida efémera, pois tinha sido formado em Braga em 1911 por decreto do Governo Provisório da República aproveitando o 4° Esquadrão do RC 6, o 4° Esquadrão do RC 9 e o 3° Esquadrão do RC 8, sendo extinto em 1926.

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Em 1939 o Regimento de Cavalaria N° 9 toma o nome de Regimento de Cavalaria N.° 6 com sede no Porto e com o 4º Esquadrão destacado em Chaves.
Em 1956, o agora Regimento de Cavalaria N° 6, recolhe o seu 4° Esquadrão destacado em Chaves e passa a ter como destino a cidade de Guimarães para onde nunca viria a ser mudado.
Em 1975 o Regimento de Cavalaria N° 6 passa a ser designado pôr Regimento de Cavalaria do Porto (RCPORTO) e é criado o Destacamento de Espinho (RCPOE), sediado em Paramos, destinado à instrução de escolas de recrutas.
Em 1976 o Destacamento é transferido para as instalações da Carreira de Tiro de Espinho, em Silvalde, onde se mantém até ser extinto em 30 de Julho de 1979.
Nesse mesmo dia 30 de Julho de 1979 o Regimento é transferido para a cidade de Braga, instalando-se no Quartel do Areal do extinto Regimento de Infantaria 8, e passando a designar-se Regimento de Cavalaria de Braga.
Em 14 de Julho de 1993 voltou a designar-se por Regimento de Cavalaria N° 6, retomando o seu número de origem.

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