EXPOSIÇÃO DE HERÁLDICA | JOSÉ COLAÇO – ILUMINADOR DO EXÉRCITO

exposição de heráldica

Após uma dica (que muito agradeço) do Senhor Tenente-Coronel José Manuel Pedroso da Silva, quero ver se não perco a Exposição de Heráldica que está patente no Museu Militar de Lisboa (Stª Apolónia) pelo artista heráldico José Colaço, Iluminador do Exército.

Acerca da Exposição:

O Museu Militar de Lisboa apresenta ao público uma invulgar exposição sobre heráldica militar, onde se mostram mais de 50 iluminuras originais da autoria do artista heráldico José Colaço, Iluminador do Exército.
O mestre José Colaço, nasceu em 1957, em Brinches, no Alentejo, e há mais de 30 anos que pinta brasões para o exército. Feitos sobretudo a guache, cada exemplar iluminado à mão pode demorar mais de 35 horas, em média, a ser executado.
Esta exposição apresenta maioritariamente brasões de diversas instituições militares, embora também consagre instituições militarizadas, organismos públicos e outras forças de segurança civis.
Estará patente ao público, na sala de exposições temporárias do Museu Militar de Lisboa, até dia 3 de Fevereiro de 2013.
Fonte: Defesa Nacional

Neste video, fica um “cherinho” do que poderão encontrar.

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Batalhão do Serviço de Transportes

BST

ARMORIAL: JORGE GUERREIRO VICENTE
ILUMINURA:
 JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Aprovação: “Portaria” – 24 de Novembro de 1984
Publicação das Armas:
 Ordem do Exército nº 02/1985 (1ª Série) pp. 63-65.
ALTERAÇÕES: Passa a ostentar a Medalha de Ouro de Serviços Distintos com que foi condecorada
NOTA: As Armas aprovadas para o actual: REGIMENTO DE TRANSPORTES (RTransp) são as mesmas do Batalhão do Serviço de Transportes (BST)

ARMAS:
Escudo: de negro uma roda de oiro
Elmo: de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra
Correia: de vermelho perfilada de oiro
Paquife e Virol: de negro e de oiro
Timbre: Uma formiga de oiro
CONDECORAÇÃO: Passa a ostentar a Medalha de Ouro de Serviços distintos com que foi condecorada
Divisa: Num listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“PRONTIDÃO E PRUDÊNCIA”

SIMBOLOGIA:
A RODA: cujo invento há mais de 5000 anos provocou a eclosão de um surto explosivo na capacidade do deslocamento de pessoas e bens e que ainda hoje, em plena era da tecnologia avançada, continua a ser a componente básica de todo o sistema, simboliza a possibilidade de transporte essencial à vivência logística dos exércitos contemporâneos.
A FORMIGA: exemplo carismático da conjugação dos esforços individuais dos seres de uma sociedade, representa o trabalho, a disciplina e o método postos na organização racional dos meios com vista à optimização da resultante da função transporte.
A DIVISA: “PRONTIDÃO E PRUDÊNCIA” reflecte as características basilares da actuação da Unidade: disponibilidade para responder com oportunidade e segurança na utilização dos meios empenhados.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O OIRO: a prontidão da força aplicada à execução das tarefas a cumprir
O NEGRO: a prudência na gestão dos meios e na execução dos serviços.

ARMAS DO BATALHÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTES
(Com: a Medalha de Ouro de Serviços Distintos)

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BATALHÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTES
(1977-2006)
REGIMENTO DE TRANSPORTES
(2006)

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SÍNTESE:

O Batalhão do Serviço de Transportes (BST), teve origem em 1918 na companhia de Automobilistas em Lisboa.
Mudou de designação em 1926 para Batalhão de Automobilistas
Em 1937 volta a mudar de designação para: Grupo de Companhias de Trem Automóvel.
Em 1975 para: Regimento do Serviço de Transportes (RST)
Em 1977 recebeu a designação de BST
Em 2006 o BST é Extinto e é criado o Regimento de Transportes (RTransp)

É Fiel depositário das Tradições Militares dos seguintes Órgãos:

  • Centro de Instrução Automobista, criado em Lisboa em 1915 e extinto em 1918.
  • Escola de Condutores Militares 1918 em Lisboa extinta em 1926

O BST durante a Guerra do Ultramar (1961-1974) mobilizou para:

  • Angola – 21 Companhias de Transportes (CTPs) e 12 Secções de Transportes
  • Guiné – 5 CTPs
  • Moçambique – 5 CTPs e 2 Dest. Term.

BST

BATALHÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTES
REGIMENTO DE TRANSPORTES

O início da era dos Transportes no seio do Exército, deve-se ao General Norton de Matos, Ministro da Guerra, que, através de Portaria nº 536-A, de 16 de Dezembro de 1915, criou junto do Estado-Maior do Exército uma Comissão de Automobilismo Militar, embrião do actual Serviço de Transportes, com a finalidade de proceder a estudos e trabalhos que servissem de base à organização do Serviço Automóvel Militar, com a seguinte fundamentação:

São da mais palpitante actualidade os serviços que as viaturas automóveis prestam aos Exércitos em operações, e verificada está a necessidade impreterível de as utilizar, já para levarem até junto das tropas os víveres, as munições e o material de toda a ordem transportado pelas vias férreas, já para evacuarem rapidamente, para as estações de caminho de ferro, os feridos e doentes, já finalmente para prestarem outros serviços de guerra ou de paz. Urgente se torna, portanto, dotar o Exército Português com um serviço automóvel, tanto mais que raros são os Exércitos estrangeiros onde a necessidade impreterível de tal não está ainda montado.”.

BST

Foi estabelecido, sob proposta da Comissão, o funcionamento provisório em Lisboa e Coimbra, de dois Centros de Instrução de Automobilistas, para habilitar Oficiais, Sargentos e Praças do Exército nos serviços de condução, reparação e conservação das viaturas automóveis e prover pessoal devidamente habilitado para as conduzir e reparar.

Estávamos em pleno auge do primeiro conflito mundial (1914-1918) e Portugal não poderia ficar indiferente à situação vivida no momento, tendo inclusivamente, um comboio automóvel formado por três grupos, partido do Entroncamento para França, com o objectivo de levar viaturas e material ao Corpo Expedicionário Português, que se encontrava a combater naquelas paragens.

Os Aquartelamentos
(Fotografias: Exército Português)

BST

Porém, em 1918, por Portaria de 9 de Fevereiro, é criado um único estabelecimento encarregado exclusivamente do serviço automóvel militar, afecto à Arma de Engenharia, de modo a conseguir não só uma exploração económica e regular como maior rapidez e perfeição na execução das reparações, a que foi dado o nome de Parque Automóvel Militar. Paralelamente, foi também criada a Garagem Militar de Lisboa, directamente subordinada ao Parque Automóvel Militar, destinada à recolha de todos os carros do Ministério da Guerra e dos artigos de consumo que os mesmos necessitavam, tornando-se independente do Parque Automóvel, quando da aprovação do Decreto 8:319, de 12 de Agosto.

Nesta altura, define-se a constituição de uma Companhia de Automobilistas, adstrita ao Parque Automóvel Militar, passando em 1926, após a reorganização do Serviço a designar-se por Batalhão de Automobilistas e criadas 5 Companhias de Trem Auto, 3 das quais posteriormente extintas em 1928.

Os Primeiros Anos
(Fotografias: Exército Português)

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Em 1937 é criado o Serviço de Trem tendo a seu cargo os transportes gerais, por estrada, automóveis e hipomóveis e compreendendo o trem automóvel e o trem hipomóvel. Este serviço, constituído apenas em 10 de Fevereiro de 1940, compreendia 1 Grupo de Companhias de Trem Automóvel (GCTA), 2 Companhias de Trem Hipomóvel e 3 Centros de Mobilização.

Em 1961, após o início do conflito em África, que durou até 1974, o contributo do Serviço de Transportes resultou na mobilização para os territórios de Angola, Moçambique e Guiné de cerca de trinta Companhias de Transportes e quinze Secções e Destacamentos de Transportes.

Após a revolução de Abril de 1974, em face das novas realidades do País e ao redimensionamento e reorganização do Exército, o Grupo de Companhias de Trem Auto (GCTA) passa a designar-se, desde 7 de Abril de 1975, por Regimento do Serviço de Transportes (RST), por Despacho de 12 de Março do General CEME.

Posteriormente, em 1 Janeiro de 1977, o Regimento do Serviço de Transportes (RST) muda a sua designação para Batalhão do Serviço de Transportes (BST), transferindo-se em Julho do mesmo ano, da Avenida de Berna para o Campo Grande, em Lisboa.

A de 20 de Maio de 1993, o Batalhão do Serviço de Transportes (BST) transferiu-se para o Quartel da Encarnação, antigo aquartelamento do Regimento de Artilharia de Lisboa (RALIS), sede actual da Unidade, mantendo até aos finais de 2005 uma Companhia de Transportes Administrativos, anteriormente designada de Companhia Auto de Transportes de Pessoal, na Calçada da Ajuda, onde parqueavam as diversas viaturas administrativas da zona de Lisboa.

BST

Em 2006, após aprovação da Lei Orgânica do Exército, através do DL 61/2006, são extintos os comandos territoriais e de natureza territorial e confirma-se uma Estrutura de Base em que o Regimento é a unidade de referência, enquanto componente fixa do sistema de forças nacional. Assim, na sequência dos Despachos nº 12251 e 12255, de 24 de Maio de 2006, os Despachos nº 131/CEME/2006 e 132/CEME/2006, é extinto o BST e criado o Regimento de Transportes (RTransp), respectivamente.

REGIMENTO DE TRANSPORTES (2006)

O RTransp permaneceu nas instalações do extinto BST, na Encarnação, como Unidade da Estrutura Base do Exército, sob o comando da Direcção de Material e Transportes (DMT), Órgão do Comando da Logística (Cmd Log).

O RTransp possui na sua orgânica, uma Companhia de Transportes como componente das Forças de Apoio Geral do Exército.

BST

O Regimento de Transportes é o herdeiro dos símbolos e tradições das Unidades de Transportes que o antecederam e comemora o seu dia festivo em 16 de Dezembro, data da Portaria, que no longínquo ano de 1915 o então Ministro da Guerra, General Norton de Matos, criou a Comissão de Automobilismo Militar do Exército e tem como padroeiro “São Cristóvão”, santo padroeiro dos viajantes e motoristas.

O Estandarte Nacional do Regimento de Transportes ostenta a Medalha de Ouro de Serviços Distintos, com que foi agraciado o Batalhão do Serviço de Transportes por Portaria de S. Ex.ª o Ministro de Estado e da Defesa Nacional em 28 de Outubro de 2002.

A disponibilidade para responder com oportunidade e a segurança na utilização dos meios empenhados, características basilares que servem de suporte à actuação dos militares do Regimento de Transportes, constam na sua divisa “Prontidão e Prudência”.

Escola Prática do Serviço de Material

EPSMARMORIAL: JOSÉ DE CAMPOS E SOUSA
ILUMINURA: JOSÉ ESTEVÉNS COLAÇO
Publicação das Armas: “Portaria”, 1983, Maio, 13 in OE, 1984, 1.ª série, n.º 2, pp. 25-27.

ARMAS:
Escudo: de vermelho, um livro aberto, acompanhado em chefe e em ponta de uma granada flamejante em pala e nos flancos dextro e sinistro de uma roda dentada, tudo em oiro.
Elmo militar de prata, forrado de vermelho, a três quartos para a dextra.
Correia de vermelho perfilada de oiro.
Paquife e Virol de vermelho e de ouro.
Timbre: um leão agachado de negro fazendo saltar uma faísca de vermelho entre um fuzil e uma pederneira, ambos de ouro, seguros nas garras dianteiras dextra e sinistra.
Divisa: num listel de prata, ondulado, sotoposto ao escudo, em letras de negro, maiúsculas, de estilo elzevir:
“A PÁTRIA E O EXÉRCITO SERVIMOS”

SIMBOLOGIA:
O LIVRO  aberto simboliza a função didáctica da Escola.
A GRANADA e a  RODA DENTADA são peças tradicionais do do emblema do serviço
O TIMBRE representa Vulcano, figurado pelo Leão que lhe era consagrado, ensinando a tirar a faísca escondida na pedra, essencial ao atear da chama  necessária para forjar os metais usados no fabrico das armas e carros dos guerreiros.

SIGNIFICADO DOS ESMALTES:
O Oiro: Nobreza e Constância
O Vermelho: Ardor bélico e força
O Negro: Sabedoria e Honestidade

ESCOLA PRÁTICA DO SERVIÇO DE MATERIAL – EPSM

IMG_8716 - Cópia– A Escola Prática do Serviço de Material (EPSM) foi criada ao abrigo do DL nº 43595 de Abril de 1961, ocupou as instalações do Regimento de Artilharia Pesada n.º 1 em Sacavém.

– O DL n.º 50 de Fevereiro de 1993, transfere a Escola Prática do Serviço de Material  para o Entroncamento em 1 de Setembro 1993 passando a EPSM a ocupar as instalações do Batalhão do Serviço de Material (BSM)

– A EPSM é extinta em 2006, No âmbito da última reorganização da estrutura do Exército, no dia 1 de Julho de 2006 é criado nos termos do Despacho do MDN nº 12 555/2006 (2ª série) de 16 de Junho o Regimento de Manutenção (RMan) na sequência da extinção da EPSM e do BSM

– As tradições e o património histórico da EPSM, são herdados pela nova Escola Prática dos Serviços (EPS) que herda também as tradições das seguintes unidades:  EPST- Escola Prática do Serviço de Transportes / EPAM -Escola Prática de Administração Militar / BA-  Batalhão de Adidos e BAM-  Batalhão de Administração Militar.

O Decreto-Lei n.º 43595  (pp- 417a418) de Quinta-feira 13 de Abril de 1961, emitido pelo Ministério do Exército – Repartição do Gabinete, Cria a Escola Prática do Serviço de Material (E. P. S. M.) e define a sua missão (Documento em PDF)

Documento transcrito em Seguida:  Decreto-Lei n.º 43595 (Fonte: Diãrio da Républica electrónico)

Considerando ser necessário dar continuidade ao estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 40880, de 24 de Novembro de 1956, que criou no Exército o serviço de material;

Tendo em vista a conveniência de fazer adequada e urgentemente a preparação técnica e táctica do respectivo pessoal;

Considerando as exigências inerentes ao cumprimento, pela Direcção do Serviço, das missões prescritas nas alíneas b), c), f), h), m) e n) do artigo 115.º do Decreto-Lei n.º 42564, de 7 de Outubro de 1959;

Usando da faculdade conferida pela 1.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte:

Artigo 1.º É criada a Escola Prática do Serviço de Material (E. P. S. M.), com a missão de:

a) Ministrar os conhecimentos necessárias à preparação e formação de todos os especialistas do serviço de material, com excepção dos que pertencem ao ramo eléctrico, radioeléctrico e electrónico, que continuam a ser preparados e formados na Escola Militar de Electromecânica;

b) Organizar os cursos e estágios necessários à promoção nos diferentes quadros e graus hierárquicos nos ramos referidos do serviço de material, ministrando os conhecimentos técnicos e tácticos correspondentes à execução, comando e direcção dos serviços;

c) Organizar os cursos e tirocínios que forem superiormente determinados; d) Formar o pessoal do quadro de complemento; e) Colaborar em estudos e experiências, bem como na preparação de regulamentos, manuais e instruções necessárias ao funcionamento do serviço de material ou à instrução dos seus quadros;

f) Cooperar na instrução das armas e outros serviços, quando for determinado. Art. 2.º A Escola Prática do Serviço de Material fica aquartelada em Sacavém, nas actuais instalações do regimento de artilharia pesada n.º 1.

§ único. Durante a fase de organização da Escola Prática do Serviço de Material, esta funcionará adstrita ao regimento de artilharia pesada n.º 1 e dependente dele apenas para efeitos administrativos.

Art. 3.º Para efeitos de instrução, a Escola Prática do Serviço de Material dependerá da Direcção do Serviço de Material.

Art. 4.º Os oficiais e sargentos da Escola Prática do Serviço de Material terão, quanto a alimentação, gratificações e alojamento, as mesmas regalias consideradas nas disposições em vigor para o pessoal que presta serviço em escolas práticas no desempenho de idênticas funções.

Art. 5.º O regulamento e o quadro orgânico da Escola Prática do Serviço de Material constarão de portaria assinada pelo Ministro do Exército, respeitando-se para o efeito os quantitativos fixados na lei de quadras e efectivos.

§ único. Enquanto não for publicada aquela portaria, a Escola Prática do Serviço de Material regular-se-á pelas disposições legais e regulamentares por que se regem as respectivas escolas práticas.

Publique-se e cumpra-se como nele se contém. Paços do Governo da República, 13 de Abril de 1961. – AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ – António de Oliveira Salazar – Pedro Theotónio Pereira – Júlio Carlos Alves Dias Botelho Moniz – Arnaldo Schulz – João de Matos Antunes Varela – António Manuel Pinto Barbosa – Afonso Magalhães de Almeida Fernandes – Fernando Quintanilha Mendonça Dias – Marcello Gonçalves Nunes Duarte Mathias – Eduardo de Arantes e Oliveira – Vasco Lopes Alves – Francisco de Paula Leite Pinto – José do Nascimento Ferreira Dias Júnior – Carlos Gomes da Silva Ribeiro – Henrique Veiga de Macedo – Henrique de Miranda Vasconcelos Martins de Carvalho.

Para ser presente à Assembleia Nacional.

VEJA O VIDEO:

BREVE HISTÓRIA SOBRE O SERVIÇO DE MATERIAL

EPSM

Em 1956 foi criado o Serviço de Material para o Exército e, com ele, a Companhia Divisionária de Manutenção de Material (CDMM) que passou a depender técnicamente da Direcção do Serviço e manteve a dependência operacional do Comando da 3ª Divisão SHAPE. Tinha como missão o apoio técnico em reabastecimento e manutenção ao equipamento distribuído às Unidades Divisionárias, quer sedeadas no Campo Militar de Santa Margarida quer elas constituíssem encargo operacional das Unidades Territoriais. Decorrente de necessidades específicas, foi cometido à CDMM o encargo da instrução com a finalidade de formar Oficiais e Sargentos do QC com a especialidade de Reabastecimento e Praças em todas as especialidades do Serviço de Material.

Com a eclosão da guerra nas ex-Províncias Ultramarinas, a CDMM recebeu o novo encargo de mobilizar e preparar pequenas unidades de apoio para actuarem nos Teatros de Operações então existentes. Terminado o esforço de guerra em consequência do Movimento das Forças Armadas (25 Abril de 1974) e considerando a necessidade de transformar o Exército numa força apta a desempenhar uma nova missão de tempo de paz e compatível com as necessidades nacionais.

Escola Prática do Serviço de Material /Sacavém
Escola Prática do Serviço de Material /Sacavém

Em 21 de Março de 1975 é constituído o Batalhão do Serviço de Material (BSM) por intermédio do Decreto-Lei nº 181/77, herdando as tradições e o património histórico da Companhia Divisionária de Manutenção de Material, que foi extinta em Abril, prosseguindo a missão que a esta estava confiada: Manutenção, Reabastecimento e Instrução.

EPSM no Entroncamento
Escola Prática do Serviço de Material /Entroncamento

Por força do disposto no Decreto-Lei n.º 50/93 de Fevereiro, a Escola Prática do Serviço de Material (Sacavém) transferiu-se para o Entroncamento em 1 de Setembro 1993, passando a ocupar as instalações do BSM, que integra, ficando este na sua dependência administrativo-logística.

No âmbito da última reorganização da estrutura do Exército, no dia 1 de Julho de 2006 é criado nos termos do Despacho do MDN nº 12 555/2006 (2ª série) de 16 de Junho o Regimento de Manutenção (RMan) na sequência da extinção da EPSM e do BSM, de acordo com o Despacho do MDN n.º 12 251/2006 (2ª série) de 12 de Junho. O RMan fica na directa dependência hierárquica e funcional da Direcção de Material e Transportes / Comando da Logística e herda as tradições e o património histórico do Batalhão do Serviço de Material, conforme determinam os despachos do General CEME nº 131/CEME/2006 de 21 de Junho, nº 132/CEME/2006 de 23 de Junho e nº 266/CEME/2006 de 17 de Outubro. Fonte: Exército.pt

Monumento aos Mortos do Serviço de Material(c) - 2012

Encontro BSM/EPSM 28/07/2012
1º Encontro BSM/EPSM – 28/07/2012

http://www.exercito.pt/sites/RMAN/Noticias/Paginas/EncontrodeEx-MilitaresdaAntigaEscolaPr%C3%A1ticadoservi%C3%A7odeMaterial.aspx

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